ALCÁCER DO SAL
Alcácer do Sal declarado calamidade. Água volta a subir na Avenida dos Aviadores.
Alcácer do Sal vai beneficiar do estado de calamidade declarado pelo governo.
Alcácer do Sal
Rio voltou a subir
A noite voltou a registar forte caudal do Rio Sado.
Apesar da garantia da Proteção Civl de que as barragens não iria realizar descargas a partir das 21horas o rio voltou a subir. A chuva que caiu terá provocado esse aumento do caudal que provocou um aumento de água na Avenida dos Aviadores.
A proteção civil municipal está a acompanhar a situação com a presença 24horas no centro da cidade.
Entretanto ontem foi detectada existência de um telhado na Avenida dos Aviadores com perigo de queda de estruturas no telhado.
A proteção civil municipal identificou a situação e criou um perímetro de segurança marcado na avenida dos Aviadores.

Foto: CMAlcácer do Sal
Há risco queda de estruturas do telhado do edifício. A autarquia, na rede social Facebook pede aos habitantes para “não circular na zona delimitada”.
Município congratula-se por inclusão na área abrangida pelo Estado de Calamidade
O pedido para incluir Alcácer do Sal no lote de concelhos em que é dseclarado estado de calamidade foi inicialmente feito por Clarisse Campos, presidente da Câmara de Alcácer do Sal, e reforçado por Dores Meira, presidente da Comissão Distrital de Proteção Civil.
O Município de Alcácer do Sal congratula-se com o anúncio, por parte do Governo, da sua inclusão na área abrangida pelo Estado de Calamidade. Essa foi uma reivindicação feita desde o primeiro dia, face aos impactos da depressão Kristin no nosso concelho, em particular com as cheias que afetaram a zona baixa da cidade, provocando grandes prejuízos. “Valeu a pena pedir e insistir, nomeadamente, junto do secretário de Estado da Proteção Civil e da ministra do Ambiente”, disse a presidente da autarquia, Clarisse Campos.

Foto: TDS (direitos reservados)
“Temos muitos comerciantes, pequenas empresas, instituições e residentes prejudicados pelo avanço das águas, o corte das estradas e a queda de árvores; esta é uma forma de podermos ter acesso facilitado a apoios por parte do Estado”, referiu a autarca, acrescentando que, “entre os prejudicados estão também os agricultores, que viram destruídos os muros de maré que protegem os arrozais, assim como os pescadores, referidamente os da Carrasqueira, já que a entrada de grandes quantidades de água doce no estuário do Sado impede a apanha do choco”, a principal espécie ali capturada.
A presidente adiantou que o Município vai entrar em contacto com o Governo para conhecer melhor os mecanismos e procedimentos a adotar para depois poder convenientemente informar.
Internamente, será criada uma equipa que tratará de fazer um levantamento dos prejuízos, pessoas e empresas afetadas, auxiliando no acesso aos apoios a disponibilizar por parte do Estado. Será criado um circuito específico de informação com este fim.


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