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Crime

Prisão preventiva por violência doméstica

O suspeito foi presente a primeiro interrogatório no Tribunal Judicial do Barreiro, tendo-lhe sido aplicada a medida de coação de prisão preventiva.

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O Comando Territorial de Setúbal, através do Núcleo de Investigação Criminal do Destacamento Territorial do Montijo (NIC), deteve um homem de 27 anos, pela prática do crime de violência doméstica agravada, na localidade de Setúbal.

No dia 25 de dezembro de 2018, a GNR foi alertada para uma ocorrência de violência doméstica, na localidade da Moita, em que o agressor estaria na posse de uma arma de fogo e que o mesmo teria efetuado um disparo com a mesma.

Os militares do Posto Territorial da Moita deslocaram-se de imediato para o local, onde apuraram que um homem efetuou um disparo no hall de entrada do edifício, ao ser impedido pela sua ex-companheira de entrar na sua residência, tendo abandonado de seguida o local.

A GNR, na altura dos factos, recolheu o projétil e o invólucro resultante do disparo, tendo ainda efetuado diligências nas imediações da habitação, com o empenhamento de militares do NIC e de um Binómio de Deteção de Armas e Explosivos, do Grupo de Intervenção Cinotécnico, da Unidade de Intervenção, que permitiu detetar, num canavial, a arma utilizada no crime.

Desde essa data que a GNR, através da sua estrutura de investigação criminal (NIC do Montijo e do Núcleo de Investigação e Apoio a Vítimas Específicas do Comando Territorial de Setúbal), realizou diversas diligências para localizar o suspeito, o que veio a acontecer no dia 4 de abril, em que militares do NIC do Montijo detetaram o agressor num estabelecimento em Setúbal, procedendo à sua detenção, dando cumprimento a um mandado.

Crime

Graduado da GNR ‘agride’ jornalistas na via pública (vídeo)

Sargento mexe em câmaras de filmar e agride verbalmente jornalistas em trabalho

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Incidente aconteceu no último domingo junto a uma pedreira em Bencatel, Vila Viçosa.

O graduado da GNR inicialmente tentou que os próprios repórteres colocassem as câmaras na viatura da GNR e depois foi o próprio a retirar o material de trabalho dos jornalistas para fora do local aonde se encontravam.

O grupo de jornalistas de várias estações de televisão faziam a reportagem da queda de um trabalhador numa pedreira em Bencatel.

Todos os jornalistas estavam fora do perímetro de segurança, colocado no dia anterior pela GNR, e em plena via pública aberta ao trânsito e a residentes.

O militar pretendia que os jornalistas não registassem o momento da retirada do corpo da pedreira.

No dia anterior a 2.ª comandante distrital de operações de socorro de Évora, Maria João Rosado, já tinha definido, com os jornalistas, a forma como atuar no momento da retirada da vítima.

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