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Estudo mostra dados inquietantes sobre saúde mental no Ensino Superior – RÁDIO TDS
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Saúde

Estudo mostra dados inquietantes sobre saúde mental no Ensino Superior

Os diagnósticos mais mencionados foram a ansiedade (16%) e a depressão (7%), tendo 10% referido ter ambos os diagnósticos” destaca a professora da academia alentejana, acrescentado que 23% dos participantes toma medicação para a
ansiedade, depressão, insónias ou outro problema psíquico.

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Amplo estudo coordenado pela Universidade de Évora

Dados inquietantes sobre a saúde mental dos Estudantes do Ensino Superior

Um estudo coordenado pela Universidade de Évora (UÉ) avaliou a saúde mental dos estudantes do ensino superior tendo-se constatado alguns resultados inquietantes.

“O estudo foi realizado porque a entrada no ensino superior corresponde a uma transição complexa. Adicionalmente, estudos internacionais indicam que os jovens foram os que mais sofreram alterações na saúde mental no período pandémico, pelo que sentimos necessidade de realizar um diagnóstico de situação no ensino superior, para, posteriormente, desenvolvermos programas de promoção da saúde mental em ambiente académico” avança Lara Guedes de Pinho, Professora do Departamento de Enfermagem e   Investigadora do Comprehensive Health Research Centre (CHRC), da Universidade de Évora.

A recolha de dados teve início, simbolicamente, no dia 10 de outubro de 2022, Dia Mundial da Saúde Mental. No que concerne à amostra portuguesa, contamos já com 3143 respostas.

Neste estudo estão envolvidas 7 instituições de ensino superior portuguesas e 10 instituições de ensino superior de 7 países diferentes (Europa e América do Sul). De entre os principais resultados, destacamos, 7% dos participantes refere que com a pandemia COVID-19 a sua saúde mental piorou; 19,2% dos participantes referiu que já lhes foi diagnosticado algum tipo de doença mental e destes, 4 em cada 10 (40,5%) foi diagnosticado após o início da pandemia.

“Os diagnósticos mais mencionados foram a ansiedade (16%) e a depressão (7%), tendo 10% referido ter ambos os diagnósticos” destaca a professora da academia alentejana, acrescentado que 23% dos participantes toma medicação para a
ansiedade, depressão, insónias ou outro problema psíquico, mas só metade deles (n=377) já teve consultas de psiquiatria.
“75,6% apresenta sintomas de ansiedade, sendo que destes, 1 em cada 3 participantes (37,8%) apresenta sintomas moderados a graves de ansiedade” realça Lara Guedes de Pinho, referindo que nos 14 dias anteriores à recolha de dados 42% dos inquiridos refere que se preocupou demasiado com diferentes assuntos, 37% sentiu-se nervoso, ansioso ou irritado e 36% teve dificuldade em relaxar.

“61,9% apresenta sintomas depressivos, sendo 23,4% sintomas depressivos leves e 38,5% moderados a severos", acrescenta.  Os problemas que mais incomodaram os participantes foram o sentimento de cansaço ou ter pouca energia (42%) e alterações do sono (38%).

Sublinhe-se o facto de 1 em cada 4 (27,1%) participantes ter referido pensamentos acerca de que estaria melhor morto ou de se ferir a si mesmo de alguma forma.  Uma nota para os 27% dos inquiridos que referiu que a sintomatologia depressiva causa muita ou extrema dificuldade na vida académica/trabalho, lida doméstica ou convivência com outras pessoas, o que significa que há prejuízo na funcionalidade.

No que respeita à forma como os estudantes procuram ou procurariam ajuda em caso de necessidade, 74% recorre/recorreria à conversa com os amigos. “Destacamos aqui a importância da capacitação dos pares para o reconhecimento da sintomatologia e para a prestação da primeira ajuda/primeiros socorros em saúde mental” destaca a professora.

Por outro lado, a “razão mais importante para não procurar ajuda apontada pelos inquiridos é o facto de a ajuda profissional ser cara (58,5%) e o longo tempo de espera para conseguir uma consulta (50,2%)” realça a professora da UÉ. “Perante este facto, é importante uma mudança nas políticas de saúde mental, reforçando o SNS com recursos humanos suficientes para dar resposta às necessidades da população, não só na promoção da saúde mental e prevenção da doença que cabe aos cuidados de saúde primários, como também na reabilitação psicossocial da pessoa com doença.”

“Tal como existem estratégias que vão muito além das farmacológicas para a reabilitação física, também existem para a reabilitação mental, sendo estas únicas ainda muito pouco valorizadas e escassas no SNS. Precisamos, pois de uma mudança de paradigma que não fique apenas no papel, precisamos de agir.”

O estudo mostra ainda que ser mulher, ter a perceção de pior rendimento académico e ter um nível socioeconómico mais baixo, está associado a mais sintomatologia depressiva e ansiosa, “dados idênticos a outros estudos internacionais”. Já os estudantes deslocados que vão todos os fins de semana a casa apresentam menos sintomas depressivos e ansiosos e os que estão numa relação amorosa apresentam menores níveis de ansiedade, “destacando-se a importância das relações afetivas
para a saúde mental”, nota Lara Guedes de Pinho.

Os objetivos futuros estão traçados, “queremos criar um modelo de promoção da saúde mental dos estudantes universitários que seja transdisciplinar e centrado no estudante, querendo isto dizer que o estudante participa na tomada de decisão e é um
agente ativo no desenvolvimento e implementação dos programas promotores de saúde mental” realça a coordenadora do estudo, indicando que “é necessário ultrapassar as barreiras apontadas e melhorar e rentabilizar a rede de apoio existente com uma perspetiva de autocuidado e de capacitação para que as exigências colocadas pela transição para contexto universitário sejam ultrapassadas de forma positiva”.

Ainda sobre os dados agora tornados públicos, a professora sublinha que “com a consciência da complexidade do fenómeno todos devemos estar envolvidos de forma concertada na promoção da saúde mental dos estudantes universitários, investigadores, intervenientes universitários, serviços de saúde, sociedade em geral, órgãos de decisão política e os próprios estudantes”.

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Saúde

Urgências em Serpa voltam entre as 8h e as 24h. Unidade de cirurgia vai fazer até 3mil cirurgias/ano.

A União das Misericórdias Portuguesas assume a gestão do Hospital de São Paulo em Serpa

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União das Misericórdias Portuguesas assume gestão do Hospital de São Paulo, em Serpa

A União das Misericórdias Portuguesas assume a partir de hoje a gestão do Hospital de São Paulo em Serpa, reabrindo o serviço de urgência e inaugura a unidade médico-cirúrgica para toda a população.

O serviço de urgência estará disponível das 8h às 24h e a unidade médico-cirúrgica, que foi construída de raiz, prevê a realização de 2.500 a 3.000 cirurgias por ano.

A UMP pretende trabalhar para que esta unidade hospitalar possa ter uma gestão mais profissionalizada e que possa adquirir competências com benefícios em cuidados de saúde para a comunidade servida pelo Hospital de São Paulo.

Gradualmente, e depois de capacitar adequadamente a unidade hospitalar em termos técnicos e de recursos humanos, a UMP vai passar a gestão para a Misericórdia de Serpa.

Tendo como diretora clínica Graça Coelho e reunindo profissionais de referência, o Hospital de São Paulo em Serpa pretende proporcionar um serviço de saúde de qualidade e merecedor da confiança da população que procura os seus cuidados.

Vai disponibilizar serviços clínicos diversos, nomeadamente de cuidados continuados (convalescença e paliativos), consultas de especialidade, exames com meios complementares de diagnóstico e terá capacidade para cirurgias de ambulatório e internamento.

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Saúde

Comissões de utentes contestam proliferação de Balcões SNS

Ao invés de investir em recursos humanos que garantam uma Medicina humanizante e de proximidade.

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Litoral Alentejano

proliferação de Balcões SNS para prestação de serviços digitais e de telessaúde aos Utentes

A Coordenadora das Comissões de Utentes do Litoral Alentejano denuncia a política do Governo, no que toca à proliferação de Balcões SNS para prestação de serviços digitais e de telessaúde aos Utentes, ao invés de investir em recursos humanos que garantam uma Medicina humanizante e de proximidade.

Os sucessivos Governos PS, PSD  com as suas Políticas têm desprezado e procurado desmantelar o Serviço Nacional de Saúde (SNS). O actual Governo PS é disso exemplo e, não fora a luta dos Utentes e Profissionais de Saúde, já teria acabado com o SNS, em prol da privatização de Serviços. Demonstração disso é o Orçamento de 2024, recentemente aprovado, onde mais de metade da verba da saúde não é investida no SNS, mas em grupos económicos privados prestadores de serviços.

Os sucessivos governos teimam em não cumprir o artigo 64ª da Constituição da República Portuguesa, que diz que “O direito à protecção à saúde realizado pela criação de um Serviço Nacional de Saúde Universal, Geral e tendencialmente gratuito” e que “Para assegurar o direito à protecção da saúde, incumbe prioritariamente ao Estado (…) garantir uma racional e eficiente cobertura de todo o País em recursos humanos e unidades de saúde“.

Infelizmente, os Utentes de Luzianes-Gare e de Bicos (Concelho de Odemira), de São Francisco da Serra (Concelho de Santiago do Cacém) e de Rio de Moinhos (Concelho de Alcácer do Sal) não têm acesso aos mais básicos cuidados de saúde, vendo-se privados da visita de Médico e Enfermeiro às suas localidades. São centenas de utentes que se vêem assim privados, pelas Políticas de Governos PS e PSD, de um direito que a Constituição lhes atribui.

Num truque de mágica e propaganda, o Governo PS instalou nestas Freguesias, em instalações das Juntas de Freguesia, o Balcão SNS, para realização de teleconsultas. Para as Comissões de Utentes, esta não é uma solução para o problema, para além de criar outros:

Primeiro, a realização de teleconsultas desvirtua o princípio humanizante da Medicina de proximidade, induzindo a robotização da Medicina, com consequências negativas para a avaliação clínica realizada.

Segundo, as teleconsultas decorrem em espaços das Juntas de Freguesia, muitas vezes sem condições de privacidade para o efeito.

Terceiro, as Juntas suportam os custos e manutenção do espaço, para tentar dar uma resposta que o Governo PS se demitiu de dar. Muitas vezes, em localidades onde também a Junta ou a Câmara construíram ou repararam Centros de Saúde, hoje encerrados.

Quarto, cria-se a perversa sensação de falsa segurança e cobertura médica, apesar de certos procedimentos clínicos serem impossíveis de realizar em teleconsulta.

Quinto, a chantagem indirecta a que os Executivos das Juntas de Freguesia são sujeitos, uma vez que não têm resposta do Ministério da Saúde para a colocação de recursos humanos, pela pressão de tentar garantir o acesso da População a cuidados de saúde, faz com que acabem por aceitar uma não-solução.A Comissão de Utentes do Litoral Alentejano estão atentas à situação e irá continuar a denunciar esta prática, que em nada resolve os problemas do SNS.

O caminho é a aposta na carreira dos Profissionais e no reforço do seu salário e condições laborais, bem como apoio à sua fixação em zonas carenciadas. Só assim poderão os Utentes do SNS que a Constituição da República lhes confere como direito.

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Saúde

Alentejo recebe 64 médicos recem especialistas.

Região Alentejo é a que recebe menos profissionais

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A Direção Executiva do SNS deu luz verde à contratação

991 médicos recém-especialistas0

De acordo com as vagas fixadas na informação divulgada pela DE-SNS, a região do território continental a absorver o maior número de profissionais é a de Lisboa e Vale do Tejo, com vagas para 384 médicos recém-especialistas. Seguem-se as regiões do Norte (282), Centro (196), Algarve (65) e Alentejo (64).

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ÉVORA

Urgência dos Hospital de Évora continua com constrangimentos

Cirurgia geral e medicina interna com falta de profissionais.

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Foto: TDS (direitos reservados)

Hospital do Espírito Santo, Évora

​Constrangimentos no funcionamento do Serviço de Urgência Polivalente dias 19 e 20 de novembro

O Hospital do Espírito Santo de Évora EPE informa que o Serviço de Urgência Polivalente terá constrangimentos no seu funcionamento, hoje, dia 19 de novembro, a partir das 10h00 até às 12h00 de dia 20 de novembro.

As dificuldades decorrem das declarações de indisponibilidade para realização de trabalho extraordinário, para além das 150 horas/ano obrigatórias por lei, apresentadas pelos Médicos das várias especialidades.

Nestes dias, os constrangimentos ocorrem nas equipas de CIRURGIA GERAL e MEDICINA INTERNA, que garantirão resposta às situações urgentes e emergentes, apenas a doentes encaminhados pelo CODU/INEM.

Apela-se a todos os Utentes que contactem a Linha de Saúde 24, para que sejam devidamente encaminhados, em função da gravidade do seu quadro clínico.

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GRÂNDOLA

Salvador Sobral com a banda Alma Nuestra em Grândola

Concerto a ter lugar dia 24 de novembro, às 21h30, no Cine Granadeiro

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JAZZ

Salvador Sobral com a banda Alma Nuestra em Grândola

 O último concerto da Temporada 2023 do Grândola, Vila Jazz apresenta em Grândola Salvador Sobral com o grupo Alma Nuestra para um concerto a ter lugar dia 24 de novembro, às 21h30, no Cine Granadeiro.

Alma Nuestra é uma banda criada pelos dois amigos, Salvador Sobral e Victor Zamora, que partilham uma paixão pelos doces sons da América Latina e, em simultâneo, pelo jazz. Chamaram outros dois companheiros e deram uma volta às já bem conhecidas e intemporais canções de Cuba, Argentina e de outras terras sul americanas reinventando-as e tornando-as únicas e pessoais.

O espetáculo tem Salvador Sobral na voz, Victor Zamora no piano, Nelson Cascais no contrabaixo e André Sousa Machado na bateria.  Os últimos, dois nomes históricos do nosso jazz.

A temporada 2023 do Grândola Vila Jazz apresentou nove espetáculos com músicos de excelência e nomes de referência no panorama do Jazz nacional.

A iniciativa organizada pela SMFOG – Sociedade Musical Fraternidade Operaria Grandolense em parceria com o Município de Grândola, tem como curador Bruno Santos, músico e professor do Hot Clube Portugal, que na Conferência de Imprensa de apresentação da temporada, enalteceu “a coragem da Câmara Municipal de Grândola e da SMFOG por se juntarem para efetuar este ciclo de jazz”, que se revelou um enorme sucesso.

A entrada é gratuita.

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Saúde

65,8% dos portugueses entre os 18 e os 29 anos não estão preocupados com o sal

Estudo “Sal: Hábitos e preocupações alimentares dos portugueses” confirma estes números

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Estudo “Sal: Hábitos e preocupações alimentares dos portugueses”

Jovens não se preocupam com a quantidade de sal ingerido

65,8% dos portugueses com idade compreendida entre os 18 e os 29 anos não estão preocupados com a quantidade de sal ingerido revela o estudo “Sal: Hábitos e preocupações alimentares dos portugueses”*, realizado pela qampo, que demonstra que a preocupação em evitar /reduzir o consumo de sal só começa realmente a partir dos 70 anos.

O mesmo estudo mostra que, embora cientes de que a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda para um adulto o consumo máximo de 5g de sal por dia, 21,9% dos inquiridos admite consumir sal um pouco acima do que é recomendável. 3,5% assume mesmo que esse consumo é “em excesso”. No entanto, as mulheres (69,3%) são as que revelam mais preocupação em evitar /reduzir o consumo de sal. Por faixa etária a preocupação aumenta progressivamente com a idade tanto nas mulheres como nos homens, sendo que é a partir dos 70 anos (84,2%) que existe um maior cuidado na redução do consumo de sal.

” 65,8% dos portugueses com idade compreendida entre os 18 e os 29 anos não estão preocupados com a quantidade de sal ingerido”

Com 25,3% dos entrevistados a reconhecer que o seu médico já lhe recomendou uma alimentação mais saudável e a redução do consumo de sal, 32,7% refere recorrer habitualmente a alternativas ao sal. A salicórnia, planta que nasce nas rias e assume naturalmente o sabor salgado graças à absorção direta do sal do mar/solo onde se desenvolve, é referida de forma espontânea por 3,7% dos inquiridos.

Quando questionados se já conhece ou ouviu falar desta halófita que contem menos 75% de sódio, 26,3% dos portugueses responde de forma positiva. Destes 26,6% revela mesmo conhecer que a planta substitui o sal e é uma planta de água salgada (9,1%). 11,8% reconhece o seu sabor salgado.

“69% das mulheres revelam cuidado e preocupação com a alimentação, evitando ou reduzindo o consumo de salOs bens alimentares essenciais têm visto os seus preços a subir. No entanto, 55% dos entrevistados estaria disposto a pagar mais por uma alternativa saudável ao sal.”

Salicórnia: uma alternativa ao sal tradicional

Recomendada pela Sociedade Portuguesa de Hipertensão, a salicórnia é uma planta halófita que nasce nas rias, assumindo naturalmente o sabor salgado graças à absorção direta do sal do mar/solo onde se desenvolve.

Produto inovador, a salicórnia desidratada, para além de ter um teor de sódio 75% mais baixo do que o sal marinho, é rica em vitaminas A, C, D e sais minerais, e tem propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias, diuréticas e antidiabéticas. Características que fazem da salicórnia qampo um excelente condimento alternativo para diminuir ou até mesmo eliminar a ingestão de sal, mas sem que com isso se retire o sabor às refeições.

“¼ dos portugueses já ouviu falar de salicórnia e das suas propriedades para a saúde”

Através de um processo de secagem patenteado, a qampo, marca do universo Grupo Nabeiro, apresenta, assim, uma alternativa para todos os portugueses que gostam do sabor salgado na comida, mas que não querem comprometer a sua saúde. 100 gramas de salicórnia fornecem 9,2 gramas de sódio, enquanto 100 gramas de sal fornecem 40 gramas.

Dentro da gama salicórnia, a qampo disponibiliza quatro produtos: salicórnia 100% e uma gama de misturas – mix massas, mix peixe e mix carne – que permitem cozinhar facilmente diferentes alimentos em diversos pratos e com todo o sabor.

“A Sociedade Portuguesa de Hipertensão recomenda a salicórnia qampo enquanto condimento alternativo para diminuir ou até mesmo eliminar a ingestão de sal”

A Qampo é uma marca que agrega um conjunto de produtos naturais, mais autênticos e tradicionais. A salicórnia, pelas suas propriedades e autenticidade, integra o portefólio na categoria salicórnia desidratada e está disponível 365 dias por ano.

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Saúde

Hospital de Évora recebe mais de 163mil € para bloco de partos.

Hospital realça a compra de seis cardiotocógrafos, uma cama hospitalar específica para pré-parto, parto e pós-parto, um ecógrafo intra parto, uma incubadora de transporte, um desfibrilhador e ainda uma marquesa ginecológica.

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Hospital de Évora

Recebeu 163.000€ para a qualificação do bloco de partos

 O Hospital do Espírito Santo de Évora, no âmbito do Programa de Incentivo Financeiro à Qualificação dos Blocos de Parto do Serviço Nacional de Saúde (SNS), recebeu um financiamento de 163.000€ para aquisição de equipamentos para o Bloco de Partos do Hospital, visando a constante inovação e melhoria na prestação de cuidados da  área materno-infantil.

De entre os materiais adquiridos, o Hospital ressalta a compra de seis cardiotocógrafos, uma cama hospitalar específica para pré-parto, parto e pós-parto, um ecógrafo intra parto, uma incubadora de transporte, um desfibrilhador e ainda uma marquesa ginecológica. Alguns destes equipamentos já se encontram em utilização no Serviço de Obstetrícia e Ginecologia do HESE EPE.

Pedro Pacheco, Adminsitrador Hospitalar da área materno-infantil, realça “a relevância fundamental desse investimento para a modernização e melhoria dos cuidados prestados, bem como da comodidade das mães e dos seus bebés. Para além de permitir um desenvolvimento científico das práticas e técnicas dos Profissionais de Saúde”. 

O Programa de Incentivo Financeiro à Qualificação dos Blocos de Parto do Serviço Nacional de Saúde (SNS), lançado no início de 2023, representa uma iniciativa financeira extraordinária promovida pela Direção Executiva do SNS, no valor total de 27 milhões de euros. O programa, destinado à requalificação de 33 blocos de partos do SNS, tem como objetivo apoiar projetos que visem aprimorar os serviços de obstetrícia em todo o país, o que demonstra o compromisso com resultados de excelência na área da saúde materno-infantil em Portugal.

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Alentejo 2024 – Vai ser a única região do país dividida em Unidades Locais de Saúde

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Alentejo 2024,

Alentejo 2024 – Vai ser a única região do país dividida em Unidades Locais de Saúde

É já em Janeiro do próximo ano. O Alentejo vai ficar preenchido por Unidades Locais de Saúde (ULS), um modelo de gestão que permite a integração de cuidados a vários níveis. O Hospital do Espírito Santo de Évora, e mais 14 centros de saúde, vão ser abrangidos por este sistema.

Organizar os serviços de forma diferente fazendo com que as populações beneficiem de cuidados mais qualificados é o objetivo da Administração Regional da Saúde. Por isso mesmo, avançaram para a criação de um grupo de trabalho para a ULS do Alentejo Central. Um novo modelo que vai abranger o Hospital do Espírito Santo, em Évora, e o ACES do Alentejo Central, que cobre os concelhos do Alandroal, Arraiolos, Borba, Estremoz, Évora, Montemor-o-Novo, Mora, Mourão, Portel, Redondo, Reguengos de Monsaraz, Vendas Novas, Viana do Alentejo e Vila Viçosa, numa extensão de 7393 km2, e serve uma população residente que ronda os 170 mil habitantes.

De recordar que cerca de 25% da população, que reside no Alentejo, tem 65 anos ou mais. Uma realidade que justifica um apoio mais próximo juntos destas pessoas e daí a inclusão deste modelo de gestão que vai servir a região alentejana.

 

 

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Saúde

Detetada legionella na piscina coberta de Vila Viçosa

Espaço continua aberto aos utilizadores

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Vila viçosa

Resultado positivo de ligionella

Foi detetada legionella num chuveiro da zona de lava pés da Piscina Municipal Coberta, em Vila Viçosa.

Todas as diligências indicadas pelo Delegado de Saúde estão a ser cumpridas e “recomenda-se a não utilização da Piscina Coberta a utilizadores com idade igual ou superior a 55 anos, pelo princípio da precaução”, até nova indicação, refere a autarquia em nota enviada aos habituais utilizadores.

Nem delegado de saúde nem autarquia optaram pelo encerramento das piscinas.

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Saúde

Setúbal, Palmela e Sesimbra realizam vigília pela saúde

17 de novembro, junto do Hospital de São Bernardo

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Setúbal, Palmela e Sesimbra

Vigilia junto do Hospital de São Bernardo

As câmaras municipais de Setúbal, Palmela e Sesimbra, agendaram, através do Fórum Intermunicipal de Setúbal, uma vigília para 17 de novembro, junto do Hospital de São Bernardo, para exigir a resolução dos problemas que afetam o acesso aos cuidados de saúde.

O organismo, reunido ontem à noite, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, com a presença de várias entidades ligadas ao setor da saúde, foi convocado pelos presidentes das câmaras municipais de Setúbal Palmela e Sesimbra para analisar o atual estado da saúde nos três concelhos, que, de acordo com estes autarcas, vive “numa instabilidade e precariedade sem precedentes”.

Num documento final aprovado pela cerca de meia centena de presentes na reunião, o Fórum Intermunicipal da Saúde constata que o que foi anunciado há cerca de um ano pelo Ministério da Saúde como conjuntural, como é o caso do encerramento programado e temporário de maternidades e urgências de obstetrícia, “já começa a ser admitido como definitivo” pelo Governo.

“A incerteza gerada por uma situação em que se regista cada vez menor capacidade de resposta leva a uma situação de insegurança que se vai acentuando e generalizando. A cativação pelo Governo de verbas que estavam destinadas à saúde é um exemplo que comprova a sua falta de vontade política para garantir a sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde”, lê-se no documento.

Os autarcas estão “muito preocupados” com o “processo de degradação progressiva” dos cuidados de saúde, designadamente com a situação das urgências do Hospital de São Bernardo “relacionada com o défice de profissionais de saúde e com a incapacidade de os centros de saúde darem uma primeira resposta aos utentes”, referiu o presidente da Câmara Municipal de Setúbal, André Martins.

Perante o quadro atual, exigem “medidas articuladas que possam reverter a situação que está criada e tem tendência a agravar-se”, enquanto manifestam o apoio aos profissionais de saúde na luta por melhores condições de trabalho e remuneratórias, “de cujo êxito depende a disponibilidade e motivação daqueles sem os quais os serviços de saúde não funcionam”.

Tendo em conta que a situação nas urgências do Centro Hospitalar de Setúbal “chegou ao limite”, como vincou André Martins, e que é necessário “defender o Serviço Nacional de Saúde”, o Fórum Intermunicipal da Saúde deliberou convocar uma vigília junto do Hospital de São Bernardo a realizar-se no dia 17 de novembro entre as 19h00 e as 24h00, acompanhando os profissionais que prestam serviço de urgência no turno noturno.

O presidente André Martins assinalou que as três autarquias têm privilegiado o caminho do diálogo com o ministro da Saúde na reivindicação da resolução dos problemas, de forma que as populações dos concelhos de Setúbal, Palmela e Sesimbra tenham acesso a cuidados de saúde condignos, mas, advertiu, poderão decidir outras formas de luta.

“É importante encontrar sempre outras formas de diálogo e é isso que vamos continuar a fazer. Mas, se este caminho não resultar, avaliamos a situação e, se for necessário, mobilizamos as populações para nos manifestarmos à porta do Ministério da Saúde.”

De acordo com o documento aprovado ontem, os dados de setembro revelam que 62.329 utentes dos concelhos de Setúbal, Palmela e Sesimbra não têm médico de família e um número superior a 5000 doentes já viu ultrapassado o prazo clinicamente recomendado para submissão a cirurgia prescrita em 11 especialidades.

A problemática da falta de profissionais de saúde reflete-se ainda na permanência dos utentes no Serviço de Urgência do Hospital de São Bernardo, que, entre 17 de outubro de 2022 e 17 de outubro de 2023, teve um “tempo médio de 8 horas e 27 minutos”, sendo que, de entre os 123.135 episódios de urgência registados durante este período, 12.730 referem-se a utentes que se ausentam sem que se tivesse completado a avaliação clínica do seu caso.

Os presentes na sessão do Fórum Intermunicipal de Saúde manifestam “grande preocupação” com a situação da saúde na região e no país, que, consensualmente, consideram “muito grave”.

O presidente da Câmara Municipal de Palmela, Álvaro Amaro, lamentou os constrangimentos diários que se registam em vários serviços do Centro Hospitalar de Setúbal, “situação anormal, mas que passou a ser o novo normal”, gerando “um clima de incertezas e de falta de confiança por parte dos utentes que começam a ter dúvidas sobre o serviço público”.

O autarca referiu que as populações anseiam “medidas que consigam dotar o Centro Hospitalar de Setúbal dos profissionais das várias especialidades para responder cabalmente às populações das regiões” e exigiu que o Governo diga “efetivamente o que está a ser preparado” para a área da saúde.

Já o presidente da Câmara Municipal de Sesimbra, Francisco Jesus, sublinhou que “quase nunca há ganhos” nas reivindicações de resolução deste tipo de problemas, uma vez que “o que acaba por acontecer é o restabelecimento da situação anterior antes de serem retirados serviços às populações”.

O autarca evidenciou que os municípios recebem diariamente mensagens a dar conta dos constrangimentos no Centro Hospitalar de Setúbal, situação que “tende a agravar-se e necessita de respostas urgentes”.

Durante o encontro, os autarcas de Palmela, Sesimbra e Palmela destacaram o investimento realizado pelos municípios em parcerias para a construção de centros de saúde, no âmbito das quais cedem o terreno, fazem o projeto, lançam os concursos, acompanham as obras e fazem os arranjos exteriores, enquanto o Governo disponibiliza fundos comunitários, mas temem que depois os equipamentos fiquem fechados por falta de profissionais de saúde.

É o caso, em Setúbal, da Unidade de Saúde Familiar de Azeitão, com obra concluída e pronta para ser entregue à Câmara Municipal e ao Ministério da Saúde.

“Este equipamento está em condições de ser inaugurado em novembro. Mas só faremos a inauguração quando estiverem lá os profissionais de saúde”, garantiu André Martins.

O autarca destacou ainda as parcerias estabelecidas para a construção dos novos centros de saúde na Bela Vista, para substituir a UCSP Santos Nicolau, e na Praceta Maria Lamas, no Bairro do Liceu, como exemplos da disponibilidade das autarquias para trabalharem em conjunto com o Governo mesmo quando não têm responsabilidades legais em determinadas matérias.

“Agimos, somos parceiros e trabalhamos em conjunto porque a saúde é uma componente fundamental do bem-estar das pessoas.”     

O Fórum Intermunicipal da Saúde, criado há dois anos pelos municípios de Setúbal, Palmela e Sesimbra, é um movimento destinado a debater as questões da saúde e exigir respostas para os problemas nesta área, com destaque para o Centro Hospitalar de Setúbal.

A reunião de ontem contou com as presenças do presidente da Junta de Freguesia de São Sebastião, Luís Matos, do diretor de Infeciologia do Hospital de São Bernardo,  José Poças, e de representantes do Bastonário da Ordem dos Médicos, da Assembleia de Freguesia de Palmela, Junta de Freguesia de Santiago, União dos Sindicatos de Setúbal, Sindicato dos Médicos da Zona Sul, Associação Nacional de Farmácias, comissões de utentes de Saúde de Azeitão e do Pinhal Novo e Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Concelho de Setúbal.

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GOVERNO EM ÉVORA

Manuel Pizarro em 3 concelhos hoje e amanhã.

Ministro da Saúde vai conhecer o programa para cativar mais médicos para Reguengos de Monsaraz

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Governo Mais Próximo

Saúde

O Ministro da Saúde, Manuel Pizarro, desloca-se aos concelhos de Évora, Redondo e Reguengos de Monsaraz para visitar várias infraestruturas e investimentos do Serviço Nacional de Saúde, tanto na área dos cuidados de saúde primários como na vertente hospitalar. Esta ação descentralizada insere-se na iniciativa Governo Mais Próximo, que decorre no distrito de Évora nos dias 21 e 22 de junho.

PROGRAMA

12h00: Inauguração e visita à obra de requalificação do Centro de Saúde de Redondo.

Local: Centro de Saúde de Redondo, Alameda do Calvário, 9, 7170-025 REDONDO

15h30: Assinatura de acordo de colaboração com a Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz para fixação de médicos de Medicina Geral e Familiar.

Local: Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz, Salão Nobre, Praça da Liberdade, 7200-999 REGUENGOS DE MONSARAZ

16h30: Inauguração do Balcão SNS 24 na União de Freguesias de Bacelo e Senhora da Saúde.

Local: Edifício da Senhora da Saúde, Rua Dr. Manuel Carvalho Moniz, 34, 7005-796 ÉVORA

18h00: Visita à obra do novo Hospital Central do Alentejo. A iniciativa conta com a presença do Primeiro-Ministro, António Costa. A visita é seguida de Assinatura de Protocolo de Cooperação Estratégica entre a ARS Alentejo, a CCDR Alentejo e a Câmara Municipal de Évora, para a constituição de infraestruturas rodoviárias, de abastecimento de água e saneamento do novo Hospital Central do Alentejo.

Local: Caminho Municipal 1085, ÉVORA

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GOVERNO EM ÉVORA

Ministro da Saúde em Reguengos de Monsaraz

Ministro presente para realçar oferta da autarquia aos médicos que queiram trabalhar em Reguengos de Monsaraz

Publicado

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Reguengos de Monsaraz

Esta quarta feira

No âmbito da iniciativa “Governo Mais Próximo”, o concelho de Reguengos de Monsaraz vai receber amanhã, dia 21 de junho, o Ministro da Saúde Manuel Pizarro.

O Ministro da Saúde vai estar às 15h30 no Salão Nobre dos Paços do Concelho de Reguengos de Monsaraz.

Assina o acordo de princípio entre o ministério e a autarquia para ser efetuado o protocolo de cooperação para a melhoria dos cuidados primários de saúde no concelho.

O mesmo prevê a constituição de uma equipa de médicos para tratar do processo de transição da USF REMO para o modelo B e a concretização do pacote de medidas integrado no Regulamento Municipal de Apoio à Atração e Fixação de Médicos de Família, que atribui incentivos superiores a 100 mil euros por ano aos profissionais de saúde, entre os quais mil euros mensais aos médicos de medicina geral e familiar que pretendam trabalhar nesta unidade de saúde.

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Saúde

Urgências do Hospital de Serpa encerradas

Misericórdia ainda não reagiu.

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Serpa

Hospital encerra diz movimento

“O Movimento de defesa do Hospital S. Paulo teve conhecimento que a urgência do Hospital de São Paulo em Serpa fechou às 15h30 desta sexta-feira, sem data para reabrir, alegadamente pela falta de pagamento aos profissionais de saúde desta instituição! “, esta é a informação avançada pelo Movimento em Defesa do Hospital.

Segundo o mesmo Movimento “… os médicos que prestam serviço na Urgência só voltarão ao trabalho quando lhes forem pagos os vencimentos em atraso, pelo que este serviço continuará encerrado nos próximos dias.”

Desde que o Hospital de Serpa foi entregue à Misericórdia em 2015 o serviço tem se degradado nomeadamente com o fecho do serviço de urgência no período noturno desde 2022, (mesmo no período diurno o hospital encontra-se fechado diversas vezes), a ausência de meios complementares diagnóstico e a inexistência de consultas externas conforme estava previsto no Acordo de Cooperação assinado entre o Ministério da Saúde,  a ULSBA e a Misericórdia.

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PORTALEGRE

ULSNA com equipamento para apoio à investigação científica baseada em dados do mundo real

Permitirá à instituição participar em estudos de investigação científica baseados em dados do Mundo Real.

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ULSNA – Portalegre

Permitirá à instituição participar em estudos de investigação científica baseados em dados do Mundo Real.

A Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano procedeu à instalação de um equipamento AWS Snowball Edge, que permitirá à instituição participar em estudos de investigação científica baseados em dados do Mundo Real.

Esta iniciativa surge no contexto de uma candidatura a um projeto europeu OCRE – Open Clouds for Research Environments – para execução do estudo multicêntrico “Algoritmos preditivos para deteção de Violência Doméstica no Sistema de Saúde” proposta por investigadores da CESPU – Cooperativa de Ensino Superior Politécnico e Universitário.

Trata-se de um estudo que tem como objetivo desenvolver algoritmos de Inteligência Artificial para deteção de violência doméstica com base nos registos clínicos das Unidades Locais de Saúde.

A abordagem tecnológica deste projeto através de AWS Snowball Edge, dispositivos de elevada capacidade de computação, garante que a totalidade do processamento de dados da ULSNA,EPE ocorre na própria instituição, assegurando que não existe partilha de dados pessoais com entidades terceiras.

A primeira etapa deste processo consistirá na harmonização dos dados da ULSNA,EPE de acordo com o standard OMOP-CDM, o que habilitará a instituição a candidatar-se a redes de geração de evidência como o EHDEN – European Health Data Evidence Network, bem como a iniciativa DARWIN promovida pela Agência Europeia do Medicamento.

Seguir-se-á o desenvolvimento dos algoritmos de Inteligência Artificial para deteção de casos de violência doméstica em colaboração com os profissionais de saúde da ULSNA,EPE. Estes algoritmos poderão contribuir para a identificação e sinalização precoce de situações de risco de violência doméstica, fortalecendo o papel das instituições de saúde na proteção de pessoas vulneráveis a este fenómeno.

A implementação deste equipamento e a harmonização dos dados da ULSNA,EPE permitirão a investigação clínica de forma segura, garantindo que os dados permanecem sempre à guarda da ULSNA,EPE. É um importante marco para esta entidade a concretização deste projecto, pois em lugar de receber estudos que são produzidos e processados sobre dados de outros países ou regiões, a ULSNA,EPE ficará habilitada a realizar de forma segura e robusta, estudos baseados nos dados dos pacientes que serve, na realidade local, o que permitirá caracterizar melhor os doentes e tomar decisões mais precisas e adequadas ao
contexto de saúde da população do Norte Alentejano.

A operacionalização deste projeto conta ainda com o apoio da MTG Research and Development Lab e da SCIENCE@WORK, empresas especializadas neste domínio.

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BEJA

Beja é o distrito do sul com menos médicos por habitante.(veja gráficos)

Coimbra tem uma taxa de médicos por mil habitantes que é 457% superior à do distrito de Beja.

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Beja, Baixo Alentejo

Apenas um em cada três médicos trabalha em hospitais do SNS

Portugal tem um dos melhores rácios de médicos por mil habitantes no mundo, mas isto não significa que eles estejam bem distribuídos geograficamente no país. A HelloSafe Portugal analisou o número de médicos em cada distrito, as especialidades e o número de profissionais que trabalham no sistema nacional de saúde do país. Confira o resultado abaixo.

17 distritos estão abaixo da média nacional de médicos por habitante

Com base na informação fornecida pela Ordem dos Médicos, calculámos o número médio de médicos por mil habitantes em cada distrito de Portugal. No final de 2022, a média para o país é de 5,88 médicos por mil habitantes. No entanto, esta média não é uniforme em todos os distritos do país. Coimbra tem uma taxa de médicos por mil habitantes que é 457% superior à do distrito de Beja. Enquanto Coimbra tem cerca de 14,5 médicos por mil habitantes, Beja tem apenas 2,6.

A elevada taxa de Coimbra, juntamente com Lisboa e Porto, contribui significativamente para o aumento da média nacional. Apenas estes três distritos têm taxas acima da média nacional e concentram 61% de todos os médicos em exercício no país. Os restantes 17 distritos têm uma taxa inferior a 5,88 médicos por mil habitantes. A situação mais desfavorável encontra-se nos distritos de Beja, Santarém e Leiria.

Apenas um em cada três médicos trabalha em hospitais do SNS

Embora Portugal tenha um grande número de médicos, isto não significa que eles sejam acessíveis a todos. De acordo com os dados mais recentes do INE, existem aproximadamente 21.883 médicos a trabalhar nos hospitais do Serviço Nacional de Saúde em Portugal. Se compararmos este número com o número de médicos actualmente em exercício, 61.235, podemos ver que apenas 36% dos profissionais estão disponíveis para o serviço público. Por outras palavras, apenas estes últimos estão realmente ao serviço de toda a população do país.

39% dos médicos que exercem em Portugal não tem uma especialidade

Após análise da distribuição das especialidades médicas dos profissionais que exercem em Portugal, constatamos que 39% deles não têm especialidades e constituem a maioria. Em segundo lugar estão os especialistas em medicina geral e familiar, e em ordem os especialistas em medicina interna.

O primeiro gráfico abaixo mostra as dez primeiras posições em termos de especializações médicas em Portugal. O segundo gráfico mostra as dez especialidades nas quais o país tem o menor número de especialistas.

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ALCÁCER DO SAL

Câmara de Alcácer tenta inverter encerramento de extensões de saúde.

E acaba de ceder terreno em Santa Suzana.

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Alcácer do Sal

Autarquia cede terreno para Extensão de Saúde

A Câmara de Alcácer do Sal acaba de ceder, a título gratuito, um terreno à Unidade Local de Saúde.

O objectivo é a construção da nova Extensão de Saúde de Santa Suzana.

Segundo o presidente da autarquia, Vítor Proença, ‘assim, as pessoas deixam de esperar à chuva ou ao frio”, referiu.

O autarca garante que a obra desta Extensão de Saúde irá iniciar-se em breve.

Torrão , Palma e Casebres, já tem as suas extensões de saúde renovadas e prontas a oferecer os devidos cuidados de saúde ás populações.

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ÉVORA

Custos do novo Hospital Central do Alentejo vão disparar (vídeo)

Europa já suporta investimento de 40 milhões mas pode aumentar valor.

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Évora

Obras do novo Hospital em marcha

O valor da construção do novo Hospital Central do Alentejo deverá ser muito mais elevado do que o inicialmente proposto e que fez parte do concurso público.

A Acciona Construcción, que em abril de 2020 ganhou o concurso para a construção do novo Hospital já reclamou uma compensação ao Estado em sede de tribunal arbitral.

O grupo espanhol que apresentou uma proposta para a construção por 148,9 milhões de euros, exige agora mais 50 milhões de euros.

Este valor poderá não ficar por aqui sendo o valor a reclamar pelo grupo construtor ser muito superior.

O Ministro da Saúde, em visita recente, garantiu contudo que esse valor numa deverá duplicar o valor inicialmente proposto (148,9 milhões de euros).

O governo quer que a construção do novo Hospital Central do Alentejo termine até final do ano.

Ana Abrunhosa, Ministra da Coesão Territorial, referiu, em visita recente, que “Quanto mais a obra evoluir maior é a possibilidade de ser financiada pela Europa, referiu.

A ministra garante que para já ‘estão garantidos 40 milhões de euros’.

Segundo a governante o governo tem todo o interesse de que a obra possa terminar até final do ano.

Certo é que a obra vai ficar mais cara devido à inflação. O objectivo é colocar mais fundos europeus para não sobrecarregar o Orçamento de Estado.

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MONTEMOR-O-NOVO

Rastreio Gratuito do Cancro de Mama em Montemor-o-Novo (entrevista)

Todas as outras freguesias rurais do concelho vão ceder transporte

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Núcleo Regional do Sul da Liga Portuguesa Contra o Cancro continua rastreios em Montemor-o-Novo

Rastreio para mulheres entre os 50 e os 69 anos

O Núcleo Regional do Sul da Liga Portuguesa Contra o Cancro, em parceria com a ARS Alentejo e o ACES Alentejo Central, vão continuar o Rastreio do Cancro de Mama no Município de Montemor-o-Novo, que se irá realizar de 12 de abril a 23 de maio, de 2ª a 6ª feira, das 09h-13h e 14h-17h30.

A Unidade Móvel da LPCC estará nos seguintes períodos e locais:

– 12 e 13 abril – Santiago do Escoural (Pavilhão Multiusos);

– 14 de abril – Foros de Vale Figueira (junto ao Centro Cultural);

– 17 a 19 abril – Cortiçadas de Lavre (junto ao Centro Cultural);

– 20 abril a 23 maio – Montemor-o-Novo (junto ao Centro de Saúde).

Todas as outras freguesias rurais do concelho vão ceder transporte para deslocação das mulheres convidadas.

As mulheres do município, elegíveis para o rastreio (50-69 anos), vão poder contar com uma equipa técnica especializada na área do cancro da mama e com equipamentos digitais novos que potenciam uma melhor qualidade do diagnóstico.

O rastreio é de base populacional, para mulheres entre os 50 e os 69 anos e realiza-se por convite, de 2 em 2 anos. No Núcleo Regional do Sul, teve início em 1997 e, gradualmente, foi sendo feito o seu alargamento. Até hoje, já se realizaram cerca de 5 milhões de mamografias a nível nacional e cerca de 1 milhão de mamografias na região Sul.

De acordo com um inquérito lançado pelo NRS-LPCC, 97% das utentes do rastreio do cancro mama sentiram-se seguras com as medidas adotadas nas instalações e com a equipa técnica, durante a pandemia COVID-19. O NRS-LPCC garante que todos os procedimentos de segurança e higienização vão continuar a ser feitos para manter o bom funcionamento do rastreio durante o atual período de pandemia.

Oiça a entrevista com a vereadora Sílvia Santos, da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo.

 

 

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Saúde

Enfermeiros reclamam ordenados dentro dos prazos, em Serpa.

A Direção Regional do Alentejo do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses, teve conhecimento do não pagamento dos vencimentos do mês de março no prazo legal, na Santa Casa da Misericórdia de Serpa.

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Santa Casa da Misericórdia de Serpa reiteradamente

Não paga o vencimento no prazo legal

A Direção Regional do Alentejo do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses, teve conhecimento do não pagamento dos vencimentos do mês de março no prazo legal, na Santa Casa da Misericórdia de Serpa.

Segundo nota do SEP (Sindicato dos Enfermeiros Portugueses) “também continua por pagar aos trabalhadores o subsídio de natal de 2022.”

O SEP, refere que já enviou um pedido de esclarecimento – urgente à Santa Casa, e mais uma vez deu conhecimento à Administração Regional de Saúde do Alentejo (ARS), ao Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social e ao Ministério da Saúde, pois estas entidades têm um acordo com a Santa Casa.

O SEP caracteriza esta situação como “inadmissível” pois os trabalhadores cumprem com as suas obrigações laborais e têm direito a receber o vencimento dentro do prazo legal.

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Saúde

Ministro da Saúde hoje no distrito de Évora

Visita começou em Mourão

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Mourão, Évora

Manuel Pizarro

A iniciativa Saúde Aberta, do Ministério da Saúde, regressa à estrada esta segunda-feira, 3 de abril, às 09h00, no distrito de Évora.

O Ministro da Saúde, Manuel Pizarro, a Secretária de Estado da Promoção da Saúde, Margarida Tavares, e o Secretário de Estado da Saúde, Ricardo Mestre, vão percorrer todos os concelhos desta região do Alentejo Central para conhecer as unidades e investimentos em curso e dialogar com a população, profissionais de saúde, órgãos dirigentes do Serviço Nacional de Saúde (SNS) e autarcas.
Esta é a terceira edição desta iniciativa do Ministério da Saúde, que visa conhecer os projetos em curso e identificar necessidades. A Saúde Aberta tem um carácter periódico e visitará todos os distritos do país.

Depois de ter arrancado, em janeiro, no Algarve, seguiu-se o Litoral Alentejano, em fevereiro, com a comitiva a passar sempre por todos os concelhos destas zonas.

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