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As imagens aéreas da Ponte da Ribeira Grande, em Fronteira. – RÁDIO TDS
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FRONTEIRA

As imagens aéreas da Ponte da Ribeira Grande, em Fronteira.

O mau tempo destruiu a ponte e cortou a passagem. Até hoje a IP continua sem solucionar o problema.

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Fronteira, a ponte que o mau tempo destruiu

Ponte da Ribeira Grande

A queda do tabuleiro e das guardas da ponte romana, em Fronteira, foi uma das consequências do mau tempo que afectou o distrito de Portalegre.

Até hoje a Infraestruturas de Portugal (IP) ainda não conseguiu resolver o problema.

Quem se deslocar ao vizinho concelho de Alter do Chão vai ter que fazer mais seis quilómetros, seguindo em direção a Cabeço de Vide pela caminho municipal 1081 e depois pela antiga Estrada Nacional (EN) 369.

Já os moradores que se queiram deslocar de Fronteira a Monforte terão de utilizar o mesmo caminho municipal e a EN 369, percorrendo mais 10 quilómetros.

FRONTEIRA

Cabeça de lista da AD por Portalegre justifica opção aos fronteirenses

Autarca é candidato pela AD em Portalegre

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Presidente de Fronteira justifica saida aos municipes

Candidato da AD por Portalegre

Texto de intervenção do autarca:

“Serei cabeça de lista no círculo de Portalegre, pela coligação entre PSD, CDS e PPM, designada Aliança Democrática, nas eleições legislativas do próximo dia 10 de março.

E é minha obrigação que as primeiras palavras que profiro publicamente acerca deste desafio, sejam precisamente dirigidas aos munícipes do meu concelho. Afinal, foi pela populacão do meu concelho que decidi suspender a minha atividade no sector privado, num já longíquo ano de 2009, e dedicar-me à política autárquica em regime de exclusividade. E foi também por causa da confiança que a população do meu concelho sempre me manifestou, traduzida nas sucessivas maiorias absolutas que obtive, que, em abono da verdade, acabei por chegar a este momento.

Quando fui desafiado pelo Dr. Luís Montenegro, para ser cabeça de lista no nosso distrito, no nosso território, fiquei honrado, mas não deixei de refletir acerca das minhas responsabilidades perante os meus munícipes. Quem me conhece, e vocês conhecem-me bem, sabe que pondero muito todas as minhas ações. Decidi aceitar por duas razões:

(1) Por um lado, confio totalmente na minha equipa na Câmara Municipal. É uma equipa que já deu mostras da capacidade de continuar o nosso projeto, que é um projeto centrado nas pessoas, um projeto que instituiu um conjunto alargado de apoios à população ao mesmo tempo que reduziu impostos e ainda assim conseguiu melhorar substancialmente a situação financeira da câmara municipal. É um projeto capaz, que investe no essencial e não acessório, que prioriza o que faz falta e não o que é mais popular. É um projeto potenciador, apto a colocar o nosso pequeno território no centro das atenções em eventos com projeção internacional. Quando ainda hoje ouvimos na campanha eleitoral partidos a propor apoios na aquisicao de medicamentos, nós já temos. Quando ouvimos propor creche gratuita, nos já temos. Quando se fala de transportes gratuitos, nós já os temos. Não fui só eu a conseguir estes resultados. Foram todos os que ao longo dos anos estiveram e estão comigo. Confio totalmente neles e sei que a nossa população também pode confiar.

(2) Por outro lado, decidi aceitar este desafio porque não consigo ficar indiferente ao que se passa no nosso país e que afecta especialmente a nossa região. Sinto que está na altura de dar a cara e assumir as minhas responsabilidades. Que está na altura de colocar ao serviço do nosso território todo o conhecimento e experiência que os anos de governação autárquica, intermunicipal e regional me trouxeram. Que está na altura de defender a outro nível os interesses dos norte alentejanos, que são também por maioria de razão, interesses da populacão do concelho de Fronteira.

Sei que a larga maioria da população do concelho de Fronteira se revê nestas palavras e se sentirá tão honrada quanto eu neste desafio.

Sou social democrata. Sempre fui. Por isso não me posso conformar com uma governação de impostos máximos e serviços públicos mínimos. Uma governação que não transmite futuro aos seus jovens e despreza as necessidades dos seus idosos. Daqueles que construíram o nosso presente. Uma governação que despreza a nossa cultura, que não preserva as nossas tradições e que tornou a agricultura, a pecuária e o mundo rural reféns do radicalismo ambiental.

Por todas estas razões e tantas outras que terei oportunidade de referir e pormenorizar, serei cabeça de lista pela Aliança Democrática ao nosso Distrito. Respeitando o legado e honrando o percurso que a população do meu concelho me deu a honra de percorrer.”

Veja declaração em Video AQUI

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