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FestiFolk, Festival Internacional de Folclore de Ponte de Sor (c/fotos) – RÁDIO TDS
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FestiFolk, Festival Internacional de Folclore de Ponte de Sor (c/fotos)

Partilha de culturas e de tradições entre sete países de três continentes vão pôr o concelho de Ponte de Sor a dançar

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Ponte de Sor

O principal propósito do evento é a partilha de culturas e de tradições

O concelho de Ponte de Sor volta a acolher mais uma edição do FestiFolk, Festival Internacional de Folclore, que se realiza até 29 de julho e reúne grupos originários de sete países, representando três continentes. O evento é organizado pelo Rancho Folclórico da Casa do Povo de Ponte de Sor em parceria com o Município de Ponte de Sor e as Juntas de Freguesia do concelho.

O principal propósito do evento é a partilha de culturas e de tradições de diferentes pontos do mundo com espetáculos gratuitos em todas as freguesias do concelho de Ponte de Sor. Participam grupos da Índia, Bolívia, Geórgia, México, Bósnia e Colômbia e o grupo anfitrião em representação de Portugal.

O ponto alto do evento está aprazado para o dia 29, pelas 21h30, com a Gala de Encerramento, no Anfiteatro da Zona Ribeirinha.

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Artes

Exposição «O Povo É Quem Mais Ordena»

50 anos de abril

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50 Anos do 25 de Abril

Exposição «O Povo É Quem Mais Ordena»

Este é o título da Exposição de Ilustrações de Marta Nunes que abre ao público no próximo sábado, 20 de janeiro, às 16h00, na sala polivalente da Biblioteca e Arquivo do Município, inserida no Programa Comemorativo dos 50 Anos do 25 de Abril em Grândola.

“O Povo é Quem Mais Ordena” reúne os últimos anos do trabalho da artista dedicados ao 25 de Abril, temática que, para Marta Nunes, “não tem tempo e que deverá estar sempre na ordem do dia, já que a data não é apenas uma efeméride, mas sim um legado e uma forma de olhar o presente com lutas ainda por terminar. A revolução permitiu não só acabar com um regime autoritário, mas significou a conquista de muitos direitos que são hoje fundamentais na nossa constituição e inexistentes até à data.”

A Exposição apresenta 45 Ilustrações dedicadas à Revolução dos Cravos e às conquistas e valores de Abril: Liberdade, Democracia e Solidariedade.

Nota Biográfica

Marta Nunes nasce na primavera de 1984, em Lousada. Formada em Arquitetura pela Universidade da Beira Interior é ainda durante o curso que surgem os primeiros trabalhos de ilustração para publicações. Desde 2010 que participa em exposições coletivas e individuais, mas desde 2019 que a ilustração tem sido cada vez mais a sua principal atividade, onde o interesse pela tradição e cultura portuguesa marcam alguns dos seus trabalhos. As expressões, as pessoas e os ofícios tradicionais são o que mais a inspiram na construção de narrativas, mas também os objetos do quotidiano e a poética dos dias úteis.

Para visitar até 24 de fevereiro

Horário:

segunda a sexta-feira – 09h30 | 19h00

Sábados: 10h00 | 13h00

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Agenda

Homenagem a José Cutileiro

O livro Memórias em Memória de José Cutileiro vai ser lançado no próximo dia 15 de dezembro, pelas 18h30, na Igreja de Santiago, em Monsaraz, numa sessão presidida pelo Ministro da Cultura, Pedro Adão e Silva.  

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Reguengos de Monsaraz

DRCAlentejo homenageia o autor de Ricos e Pobres no Alentejo com o lançamento do livro Memórias em Memória de José Cutileiro 

O projeto da Direção Regional de Cultura do Alentejo intitulado “Memórias em Memória de José Cutileiro”, que constitui uma homenagem à grande figura da Antropologia, é agora concretizado.

O livro Memórias em Memória de José Cutileiro vai ser lançado no próximo dia 15 de dezembro, pelas 18h30, na Igreja de Santiago, em Monsaraz, numa sessão presidida pelo Ministro da Cultura, Pedro Adão e Silva.

José Cutileiro, ilustre diplomata português, natural de Évora, doutorou-se em Oxford no início dos anos 60 do século XX com uma tese que viria a ser publicada em português com o título Ricos e Pobres no Alentejo e que se tornou uma referência para a antropologia em Portugal. O trabalho de campo desta investigação realizou-se em Reguengos de Monsaraz e sobretudo em Monsaraz ao longo de cerca de três anos.

O projeto destas “Memórias” surgiu no início do verão de 2020, imediatamente após o falecimento de José Cutileiro a 17 de maio desse ano, tendo-se apelado a testemunhos de antropólogas e antropólogos com experiência etnográfica ou de reflexão sobre o Alentejo, e que de algum modo se tivessem cruzado no seu trajeto intelectual ou pessoal com a obra ou a pessoa de José Cutileiro, autor da obra de referência na antropologia portuguesa Ricos e Pobres no Alentejo. Como critério destacou-se o reconhecimento da sua influência em cada autor/a, enquanto antropólogo ou antropóloga do Alentejo.

Este volume de homenagem a José Cutileiro, que teve de ultrapassar as dificuldades da crise pandémica, entre outras, sai agora a público e será apresentado em Monsaraz, vila onde o autor realizou a maior parte da sua investigação e a que o ligavam laços afectivos e familiares.

O volume tem a coordenação de Ana Paula Amendoeira e Pedro Prista.

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Agenda

Festival Terras sem Sombra em Montemor-o-Novo

Hoje e amanhã

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Montemor-o-Novo

Festival Terras sem Sombra

Festival Terras sem Sombra no concelho de Montemor-o-Novo, a 9 e 10 de Dezembro.

Do programa, destaca-se o concerto na Igreja da Misericórdia intitulado “L’Arte Gentile e l’Armonia Splendida: A Música Renascentista em Itália na Época de Signorelli e Perugino”, peloEnsemble Micrologus.

Em Montemor-o-Novo, merece destaque também o programa de Património Cultural e de Biodiversidade:

· Actividade dedicada ao Património, a 9 de Dezembro, propõe um périplo por praças e artérias da vila, numa viagem entre os séculos XV e XXI: “Tesouros Escondidos à Vista de Todos: Artes Decorativas no Centro Histórico da Cidade – Montemor-o-Novo”

· Acção sobre a preservação dos ambientes naturais convida a conhecer, a 10 de Dezembro, a notável biodiversidade da freguesia de Cabrela, “Um Sítio Classificado a Descobrir”

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Artes

Tesouro encontrado nas muralhas de Évora.(vídeo)

Moedas vão ser entregues à Direcção Regional de Cultura do Alentejo

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Évora

Tesouro encontrado

Um mealheiro de barro com 11 moedas em bronze do século XVI foi encontrado em Évora.

O achado foi descrito à TDS por Ricardo Sarmento, da Divisão de Cultura e Património da Câmara de Évora,

O mealheiro e as moedas foram encontrados durante as obras de reabilitação de um troço da muralha medieval de Évora.

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Artes

Alentejano de Alter do Chão vence Prémio Camões

Júri destaca obra de João Barrento relevante e singular em que avultam o ensaio e a tradução literária

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Foto: Jornal Nota

João Barrento vence

Prémio Camões 2023

No seguimento da reunião do júri da 35.a edição do Prémio Camões, que decorreu no dia 10 de outubro, o ministro da Cultura anuncia que o Prémio Camões 2023 foi atribuído a João Barrento.

Segundo o júri, “João Barrento foi reconhecido pelo júri como autor de uma obra relevante e singular em que avultam o ensaio e a tradução literária. Em particular, as suas traduções de literatura de língua alemã, que vão da idade média à época contemporânea, e em todos os géneros literários, formam o mais consistente corpo de traduções literárias do nosso património cultural e constituem indubitavelmente um meio de enriquecimento da língua e de difusão em português das grandes obras da literatura mundial”.

Ensaísta e tradutor de referência, mas também crítico literário, cronista e professor, o ministro da Cultura considera João Barrento “um dos pensadores mais acutilantes da arte e da cultura em Portugal. O ensaio é o registo literário em que mais se tem empenhado, forma privilegiada de pensar livremente a sua relação com o mundo.

Merece também destaque a sua ação enquanto dinamizador do Espaço Llansol, testemunho de uma generosa dedicação, a mesma que se reflete nas indispensáveis traduções que têm dado a conhecer, em língua portuguesa, a obra de autores tão diversos quanto Hölderlin, Goethe, Walter Benjamin ou Paul Celan”.

Nota biográfica
Professor, Crítico, Ensaísta e Tradutor, João Barrento nasceu a 26 de abril de 1940 em Alter do Chão. Licenciou-se em Filologia Germânica pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e publicou diversos livros de ensaio, crítica literária e crónica. Foi professor nas áreas de Literatura Alemã e Comparada e de História e Teoria da Tradução na Universidade Nova de Lisboa (1986-2002). Traduziu literatura de língua alemã, do século XVII à atualidade.

Sobre o Prémio Camões

O Prémio Camões, instituído por Portugal e pelo Brasil em 1989, é o maior prémio de prestígio da língua portuguesa. Com a sua atribuição, é prestada anualmente uma homenagem à literatura em português, recaindo a escolha num escritor cuja obra contribua para a projeção e reconhecimento da língua portuguesa.

O júri da 35a edição do Prémio Camões é constituído por Abel Barros Baptista, professor catedrático da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (Portugal); Isabel Cristina Mateus, professora auxiliar da Universidade do Minho (Portugal); Cleber Ranieri Ribas de Almeida, Professor associado da Universidade Federal do Piauí (UFPI) (Brasil); Deonísio da Silva, professor aposentado da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) (Brasil); pelos PALOP, Inocência Mata, professora da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (São Tomé); Dionísio Bahule, professor da Universidade Pedagógica de Maputo (Moçambique).

O Prémio Camões foi já atribuído, por ordem cronológica, a Miguel Torga (Portugal), João Cabral de Mello Neto (Brasil), José Craveirinha (Moçambique), Vergílio Ferreira (Portugal), Rachel de Queiroz (Brasil), Jorge Amado (Brasil), José Saramago (Portugal), Eduardo Lourenço (Portugal), Pepetela (Angola), António Cândido (Brasil), Sophia de Mello Breyner Andresen (Portugal), Autran Dourado (Brasil), Eugénio de Andrade (Portugal), Maria Velho da Costa (Portugal), Rubem Fonseca (Brasil), Agustina Bessa-Luís (Portugal), Lygia Fagundes Telles (Brasil), Luandino Vieira – recusado (Angola), António Lobo Antunes (Portugal), João Ubaldo Ribeiro (Brasil), Arménio Vieira (Cabo Verde), Ferreira Gullar (Brasil), Manuel António Pina (Portugal), Dalton Trevisan (Brasil), Mia Couto (Moçambique), Alberto da Costa e Silva (Brasil), Hélia Correia (Portugal), Radouan Nassar (Brasil), Manuel Alegre (Portugal), Germano Almeida (Cabo Verde), Chico Buarque (Brasil), Vítor de Aguiar e Silva (Portugal), Paulina Chiziane (Moçambique), Silviano Santiago (Brasil).

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Artes

14 anos de Centro de Artes e Cultura de Ponte de Sor

Iniciativas a decorrer este fim de semana.

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14 anos

Centro de Artes e Cultura

O Centro de Artes e Cultura de Ponte de Sor está a assinalar os seus 14 anos de vida.

As comemorações estão a decorrer este fim de semana.

Para hoje ainda pode assistir ao concerto ‘Ouvir com sentidos’ pela Camerata Atlântica com início às 17h.

Às 18h um outro concerto: ‘Med Luso 7Sóis Band’ pela Residência Artística.

Nesta altura está a decorrer a inauguração da exposição Retrospetiva ‘Escolas de Cor’ de Sofia Areal. (foto)

Veja AQUI 

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Artes

Festifolk já começou em Ponte de Sor (Reportagem vídeo)

O ponto alto é dia 29, pelas 21h30, com a Gala de Encerramento, no Anfiteatro da Zona Ribeirinha.

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Ponte de Sor

Partilha de culturas e de tradições entre sete países de três continentes é o principal objetivo deste festival.

O evento é organizado pelo Rancho Folclórico da Casa do Povo de Ponte de Sor em parceria com o Município de Ponte de Sor e as Juntas de Freguesia do concelho.

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Agenda

‘Andanças’ começa esta quinta, em Campinho.

Entrevista com Joana Ricardo, da Associação PédeXumbo, organizadora do Festival.

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Festival Andanças de 27 a 30 de julho

“… todos os caminhos rumam ao Campinho”

De 27 a 30 de julho, todos os caminhos rumam ao Campinho, Reguengos de Monsaraz, para um festival da dança, da partilha e das famílias Mais sombras, mais espaços de água e de descanso, um campismo “melhor preparado” e a “receita” de sempre: momentos de dança e de música, de partilha e de celebração da vida. Aí está o Andanças, a decorrer entre os dias 27 e 30 de julho.

Joana Ricardo, da Associação PédeXumbo, organizadora do Festival, destaca o facto de o Andanças ter recebido este ano o selo de “Festival + Acessível”, atribuído pelo Turismo de Portugal e pelo Instituto Nacional de Reabilitação.

O que podemos esperar desta edição do Andanças?

Tanta coisa… para já, serão quatro dias de programação intensa numa localidade, Campinho, cheia de vontade de receber os participantes no festival. Temos estado no terreno e já só se fala nisso, do momento em que o espírito do Festival chega à aldeia. Portanto, podemos esperar quatro dias de muita alegria, muita partilha e uma comunidade de braços abertos para receber as pessoas. Também podemos esperar um Festival ainda melhor preparado que a edição anterior, já é o segundo ano neste local, teremos mais sombras, mais pontos de água, mais espaços de descanso, um campismo melhor preparado e áreas mais bem pensadas. E recebemos este ano o selo de “Festival + Acessível”, que premeia os festivais que apresentem condições de acessibilidade para todos os que tenham mobilidade condicionada. Temos também uma aposta nas questões da sustentabilidade e das boas práticas ambientais, às quais já habituámos os participantes.

A programação começa logo pela manhã.

Começa, todos os dias, com oficinas de relaxamento. Depois, teremos oficinas de danças nos palcos principais, os bailes, todas as noites, muitos concertos, bastantes arruadas, muitas delas com bandas desta região, muitas propostas feitas pela comunidade local, tanto de manualidades como de oficinas de instrumentos ou música. No lavadouro de Campinho teremos várias oficinas de saber-fazer e, ao final da tarde, este será também o espaço para concertos intimistas. Haverá muita oferta de momentos de dj set, com várias propostas, muitas delas que misturam eletrónica com música folk.

Mantêm-se as tasquinhas?

Claro, junto ao recinto principal que volta a ser no parque de feiras de Campinho. Cá em cima, na praça dos cafés, voltamos a ter o mercadinho Andanças com várias propostas de artesanato. Estamos mais bem preparados e muito ansiosos por receber as pessoas nestes quatro dias.

O que destaca da programação?

Não funcionamos com essa lógica de destaque, não temos cabeças de cartaz, mas fico muito contente por poder dizer que as pessoas vão ao Andanças, por vários motivos, mas muito por poder dançar e aprender a dançar. Teremos cerca de 20 danças para as pessoas aprenderem, danças do mundo inteiro, de Cabo Verde, afro-brasileiras, galegas, europeias, danças orientais, o folclore, que também é um clássico no Andanças, o Bollywood, outro clássico… de Portugal, vamos ter as famosas Chamarritas dos Açores, danças de Porto de Mós, fado dançado e as valsas mandadas, oficinas sempre muito concorridas.

Em que medida é que esta é uma experiência única?

O Andanças é uma experiência única há 25 edições. Há muitas famílias que nasceram no Andanças, casais que se conheceram no Andanças, que tiveram filhos e estes filhos já vão ao Andanças… é uma experiência que se vive em família. Estamos a falar de uma programação muito forte em dança, movimento artístico e social bastante inclusivo, portanto, quem vai uma vez volta sempre e, por vezes, até faz família e amigos neste festival. Acontecendo numa malha urbana, dentro de uma aldeia, digo que ir ao Andanças é também abraçar o Campinho e uma região, que é isolada, e que fica muito feliz por receber estes quatro dias de
agitação e de partilha de culturas, de saberes e de vivências na comunidade.

A sustentabilidade continua a ser uma aposta. De que forma?

A dose certa do Andanças, uma prática na cantina em que incentivamos os participantes a escolherem apenas a quantidade que vão comer, foi considerada uma prática exemplar pelo Fórum Europeu contra o Desperdício Alimentar. É uma das medidas mais importantes, para além da separação de todo o lixo, todos os resíduos são separados, temos uma equipa só para cuidar na reciclagem e recolha de resíduos. Vamos voltar a ter a nossa caneca Andanças, que pode ser comprada ou requisitada, não temos descartáveis, tentamos poupar tanta água como possível, adquirimos produtos alimentares regionais, entre muitas outras medidas de sustentabilidade do nosso Festival.

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Agenda

Companhia Nacional de Bailado hoje em Évora

“symphony of sorrows/ Cantata”, espetáculo que reúne duas obras contemporâneas do repertório da CNB: Symphony of sorrows, do coreógrafo e Primeiro Bailarino da CNB, Miguel Ramalho.

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O TEATRO GARCIA DE RESENDE

ESPETÁCULO DA COMPANHIA NACIONAL DE BAILADO

Esta quarta-feira, dia 12, às 21h30, o Teatro Garcia de Resende em Évora recebe a Companhia Nacional de Bailado para apresentação de “symphony of sorrows/ Cantata”, espetáculo que reúne duas obras contemporâneas do repertório da CNB: symphony of sorrows, do coreógrafo e Primeiro Bailarino da CNB, Miguel Ramalho, com música de Henryk Gorecki, e Cantata, do coreógrafo italiano Mauro Bigonzetti, com música tradicional italiana.

Um programa que junta dois coreógrafos que, com abordagens e ambientes distintos, propõem obras que trabalham sobre o coletivo.

SYMPHONY OF SORROWS, a primeira peça, desenvolve-se num ambiente denso, soturno, no qual o coletivo revela ser a força de superação dos caminhos, por vezes tortuosos, da humanidade.

CANTATA reflete tradições populares e musicais italianas, uma espécie de festa comunitária italiana onde a música é o elemento inspirador, contagiando bailarinos e público. É uma coreografia plena de cores vibrantes, típicas do sul de Itália.

A Companhia Nacional de Bailado apresenta assim o último programa antes das obras de requalificação do Teatro Camões em Lisboa, casa da CNB, cuja reabertura esta prevista para março de 2024.“symphony of sorrows/ Cantata” é uma produção da Companhia Nacional de Bailado e a interpretação está a cargo dos Bailarinos e Bailarinas da CNB.

Os bilhetes encontram-se disponíveis na bilheteira física do teatro e na bilheteira online bol.pt.

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Artes

Beringel atribui o nome de Linda de Suza ao Centro Cultural.

Linda de Suza ficará para sempre associada a “Mala de Cartão” e à de vila de Beringel. A sua história foi adaptada à televisão em 1988 numa minissérie intitulada “Mala de Cartão”.

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Beringel, Beja

Linda de Suza era natural de Beringel

A decisão foi aprovada por unanimidade numa proposta do executivo da Junta de Freguesia em atribuir o nome de Linda de Suza ao Centro Cultural de Beringel.

Teolinda Joaquina de Sousa Lança, conhecida internacionalmente por Linda de Suza, nasceu em Beringel, a 22 de Fevereiro de 1948 e emigrou para França em 1970, atravessando a fronteira ‘a salto’, para fugir das enormes dificuldades económicas vividas em Portugal, tal como o fizeram muitos conterrâneos não só da freguesia de Beringel, assim como de todo o país.

Linda de Suza era uma voz incontornável da cultura lusófona e da comunidade portuguesa, esgotando sucessivas vezes o Olympia de Paris. A cantora beringelense entre finais da década de 70 e durante a de 80, era uma referência de popularidade em Portugal e França, sendo uma presença muito assídua nas estações de televisão portuguesas e gaulesas.

Linda de Suza gravou cerca de 33 singles e de 17 LP’s, esmagadoramente edições francesas. De salientar que foram vendidos mais de 40 milhões de discos em todo o Mundo.

Canções como ‘La Symphonie du Portugal’ ou ainda ‘L’étrangère’, entre tantas outras da sua vasta discografia, são canções emblemáticas em que facilmente os portugueses em França se reviam pela forma aberta e sem complexos como afirmava a sua condição de emigrante, a sua luta, os seus sonhos e, sempre, a sua ligação ao país, com saudade. O facto de cantar em francês foi uma forma de afirmação perante o país de acolhimento muito importante e a voz pública de todos os portugueses.

A Linda de Suza ficará para sempre associada a “Mala de Cartão” e à de vila de Beringel. A sua história foi adaptada à televisão em 1988 numa minissérie intitulada “Mala de Cartão”.

Linda de Suza fica na nossa memória como exemplo de determinação e conquista. Foi um ícone francês da imigração portuguesa e, portanto, um ícone de Portugal.

De forma a homenagear e imortalizar Linda de Suza, por tudo o que ele simbolizou para a comunidade emigrante, por dar a conhecer o nome de Beringel ao mundo, o executivo da Junta de Freguesia de Beringel, propôs a atribuição do nome de Linda de Suza ao Centro Cultural de Beringel, e que foi aprovada por unanimidade.

Para além de atribuir o nome de Linda de Suza ao Centro Cultural de Beringel, o executivo da Junta de freguesia pretende criar nesse espaço uma exposição permanente sobre a cantora nascida em Beringel, de forma a que todos os que visitem a freguesia possam conhecer a sua história.

A cerimónia de atribuição do nome ao Centro Cultural e a respectiva homenagem a Linda de Suza será anunciado em breve.

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Artes

Delta Cafés publica edição especial de Revista em homenagem a Rui Nabeiro

Esta edição é, também, uma ode ao Amor de Rui e Alice Nabeiro que se multiplica em imagens e em palavras.

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Grupo Nabeiro

Delta Cafés publica edição especial da Revista DDD em homenagem ao seu fundador

Para celebrar o notável legado de Rui Nabeiro, a revista DDD, o projecto editorial do Grupo Nabeiro – Delta Cafés destinado a clientes e parceiros, dedica a edição nº 11 à sua vida e obra. Da capa à contracapa, a revista o sorriso contagiante do Comendador atravessa toda a revista.

Ao longo muitas linhas repletas de emoção, saudade, orgulho e grandes conquistas, presta-se o agradecimento e a admiração ao Homem, Empresário, Pai, Avô e Amigo da terra e de todos os Campomaiorenses.

Esta edição é, também, uma ode ao Amor de Rui e Alice Nabeiro que se multiplica em imagens e em palavras. Um Amor que começou na escola primária e que durou a vida inteira. Um amor que não se explica. Uma Família inteira, unida e enlaçada para a vida toda.

As várias vidas de Rui Nabeiro” retrata o Empresário, criador de um império com expressão internacional; o Político, que acompanhou sempre a região e transmitiu sempre um sentido de missão aos autarcas; o Humanista, generoso e dedicados aos outros; o Criativo, com espírito visionário que cedo começou a investir em campanhas publicitárias e na melhor forma de comunicar cada produto; o Homem do Desporto, que deixou a sua marca no futebol através do Campomaiorense, o  clube da terra, o único do Alentejo a chegar à final da Taça de Portugal e a jogar na primeira divisão. O carácter Inovador, que sempre guiou Rui Nabeiro desde o início e que o tornou pioneiro em muitas áreas, buscando sempre novas abordagens, novos caminhos e uma vontade imensa de fazer sempre mais e melhor.

Às imagens de felicidade e saudosas memórias junta-se a entrevista de Rita Nabeiro ao Avô, aos 89 anos. Nunca tinha sido entrevistado pela neta. Foram mais de duas horas de conversa que é recordada nesta edição. Uma entrevista intimista onde fala, com orgulho, sobre os negócios, a Família e a vontade de construir o futuro.

“Cada página é um elogio ao Amor que guiou a vida do nosso Avô e que tantas vidas tocou. A sua integridade e vincada ética serão sempre uma fonte de inspiração para a Família, Colaboradores e tantos Amigos que conquistou nos seus 91 anos de vida. Esta edição é, por isso, muito especial. Feita de emoções, palavras pintadas de alegria e imagens bonitas que contam a Nossa história e e do seu caminho, que nos continua a inspirar.”, sublinha Rita Nabeiro, Administradora do Grupo Nabeiro – Delta Cafés e neta do fundador.

Povoada por fotografias, palavras de justo apreço e de reconhecimento, a edição nº 11 da DDD, transmite em todas as suas páginas o Humanismo e os valores fundamentais que nortearam a vida de Rui Nabeiro. Os princípios e um legado que atravessa gerações e fronteiras. Uma homenagem justa a um Homem Extraordinário.

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Artes

Cláudio Torres distinguido nos Prémios Nostra

Cláudio Torres foi distinguido na categoria “Campeões do Património”, no âmbito dos Prémios Europeus do Património Cultural/Prémios Europa Nostra 2023. 

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Mértola

DRCAlentejo congratula Cláudio Torres por distinção nos Prémios Europa Nostra 

A Direção Regional de Cultura do Alentejo (DRCAlentejo) felicita o arqueólogo Cláudio Torres pela distinção na categoria “Campeões do Património”, no âmbito dos Prémios Europeus do Património Cultural/Prémios Europa Nostra 2023. 

A Comissão Europeia e a Europa Nostra anunciaram hoje os vencedores dos Prémios.
Cláudio Torres foi uma das quatro distinções atribuídas a Portugal, reconhecido pelo empenho e trabalho desenvolvido na promoção da valorização e conservação do património islâmico em Portugal, ao longo de mais de 45 anos, tendo desempenhado um papel fulcral neste âmbito, juntamente com o centro de investigação que criou, o Campo Arqueológico de Mértola (CAM).

Ao logo da sua vida, o arqueólogo Cláudio Torres tem recebido diversas distinções e prémios nacionais e internacionais, entre os quais o Prémio Pessoa (1991), o mais importante prémio nacional, atribuído a personalidades que se destacam na vida artística, cultural ou científica; a Grã Cruz da Ordem do Infante D. Henrique atribuída pelo Presidente da República Portuguesa (1993), a Medalha de Mérito Científico pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (2018), o Prémio “Sísifo a la Investigación, Defensa y Difusión del Património Arqueológico da Área de Arqueologia da Universidade de Córdova (2019), a Medalha de Mérito Cultural atribuída pelo Governo Português (2020), o Prémio Memória e Identidade, atribuído pela Associação Portuguesa dos Municípios com Centro Histórico (2021). 

Os Prémios Europa Nostra distinguiramno presente ano, 30 projetos de 21 países. Os vencedores foram selecionados por um Júri composto por peritos em património oriundos de toda a Europa, após uma avaliação feita por Comités de Seleção responsáveis pela análise das candidaturas submetidas, tanto por organizações como por pessoas a título individual, de 35 países europeus.

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Artes

Foi apresentado o livro Histórias de Odemira para crianças (video)

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FEI-TUR

Livro de Ana Isabel Pereira com ilustração de Teresa Salinas Calado

Ana Isabel Pereira, enfermeira de profissão e natural de Vila Nova de Milfontes, tem um gosto especial pela escrita.

História de Milfontes para crianças, foi o primeiro livro que editou e agora História de Odemira para crianças.

Este último livro foi apresentado no decorrer da FEI-TUR, Feira de Turismo do SW.

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Agenda

8ª edição Plataforma Portuguesa de Artes Performativas (entrevista)

O evento é uma iniciativa do Espaço do Tempo

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Espaço do Tempo

Evento de 6 a 10 de junho entre Lisboa e Montemor-o-Novo

A Plataforma Portuguesa de Artes Performativas está de volta para a sua 8.ª edição, entre os dias 6 a 10 de junho, onde serão apresentados 18 dos mais relevantes espectáculos de dança, teatro e performance criados em Portugal nos últimos dois anos.

O evento é uma iniciativa do Espaço do Tempo, estrutura artística com sede em Montemor-o-Novo, que a cada dois anos convida programadores, curadores e diretores de teatros e festivais nacionais e internacionais para conhecerem o que de mais notável se faz em Portugal no campo das artes performativas contemporâneas.

A 8ª edição Plataforma Portuguesa de Artes Performativas do Espaço do Tempo, conta  com performances de Gaya de Medeiros e Vânia Doutel Vaz, no Teatro do Bairro Alto (TBA), em Lisboa,  depois em Montemor-o-Novo,  decorrerá a restante programação da Plataforma em vários espaços associados a’O Espaço do Tempo, com apresentações de Gio Lourenço, André e. Teodósio, Diana Niepce, Marco da Silva Ferreira, Rogério Nuno Costa, Piny, Tânia Carvalho, André de Campos, Bernardo Chatillon, Mário Coelho, Carincur, Lígia Soares, Xana Novais, Daniel Matos, Keyla Brasil e Tita Maravilha & Cigarra.

 

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Artes

Viana do Alentejo recebe 2ª edição do Festival de Ilustração e Criatividade em Olaria (entrevista)

Está a decorrer a terceira residência artística TASCO em Viana

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Viana do Alentejo

2ª edição do Festival de Ilustração e Criatividade em Olaria

Entre os dias 19 e 21 de maio, Viana do Alentejo volta a receber o Festival de Ilustração e Criatividade em Olaria (FICO), que decorrerá entre a Praça da República e o Castelo.
Ao longo de três dias, o centro da vila contará com diversas atividades, nomeadamente a inauguração da exposição “Padrão e Natureza” de Helena Garcia, animação musical com Nuno Rainha e Luís Simenta, concerto com Samuel Quedas, preparação e abertura do forno de papel, animação de rua e recriação histórica do pisar do barro, com destaque para as tasquinhas e o concerto de Carolina Deslandes, no Castelo, integrado no Festival Alentejo Encantado, da AMCAL.

Desde dia 15 de maio que está a decorrer a terceira residência artística TASCO em Viana do Alentejo, nas oficinas da família de oleiros Feliciano Agostinho, juntando criativos portugueses. Sob a direção artística da VICARA e produção da Passa ao Futuro, esta terceira residência de produção de peças cerâmicas pretende proporcionar o encontro entre duas realidades e práticas artísticas, as da olaria tradicional e a do design gráfico e ilustração contemporâneos.

Organizada pelo Município de Viana do Alentejo em parceria com VICARA Design, a iniciativa conta com o apoio da Junta de Freguesia local e da Direção Regional de
Cultura do Alentejo.

 

 

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Artes

Espetáculo de Canto e Harpa Gótica em Grândola

A Soprano Júlia Coelho interpreta «Zeca Afonso e a Música de Protesto»

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Júlia Coelho irá interpretar as músicas adaptados para harpa gótica

A entrada é gratuita

O Cineteatro Grandolense recebe na próxima quarta-feira, 17 de maio, pelas 21h30, um espetáculo imperdível sobre a obra de Zeca Afonso, com ênfase na sua música de intervenção e sobre a sua passagem por Grândola a 17 de maio de 1964.

Este será um concerto evocativo do dia em que as histórias de José Afonso e Grândola se cruzaram pela primeira vez, momento histórico que levou Zeca a criar o poema «Grândola, Vila Morena» que se transformou no hino deste concelho e que é hoje, igualmente, um hino de resistência e de esperança para milhões de cidadãs e de cidadãos em todo o mundo.

Júlia Coelho vive nos EUA e é formada em Canto, Filosofia e Musicologia (Portugal, Itália e EUA). A sua investigação, performance e publicações incidem, entre outras matérias e reportórios, sobre música e política, incluindo Zeca Afonso como poeta, músico e ativista.

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Artes

Miguel Rego apresentou o seu novo livro em Évora

Obra foi apresentada na Biblioteca de Évora.

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Évora

Miguel Rego com novo livro de poemas

Está apresentado o novo livro de Miguel Rego, em Évora.

Aeternum Tempus, quarto título de poesia contemporânea da colecção Poesia da chancela Narrativa.

Oiça a entrevista conduzida por Sónia Soares.

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Artes

‘Vamos indo com cuidado e com paciência’, diz responsável da cultura no Alentejo.(exclusivo TDS)

Entrevista exclusiva à TDS

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Ana Paula Amendoeira | Directora da Cultura no Alentejo

Ponte de Sor

Retoma da cultura no Alentejo

‘Estamos no bom caminho’, afirma a Directora Regional de Cultura do Alentejo, Ana Amendoeira, nesta retoma após a Covid 19.

A responsável falou à TDS em Ponte de Sor.

Oiça entrevista conduzida pela repórter Sónia Soares da TDS.

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Agenda

Este sábado: É apresentado o Festival Islâmico de Mértola, em Lisboa.

Festival de 18 a 21 de maio.

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Festival Islâmico de Mértola

A Casa do Alentejo, em Lisboa, vai ser o palco da apresentação do Festival Islâmico de Mértola 2023, que vai decorrer no próximo dia 15 de abril, sábado, às 18h30.

Vão marcar presença nesta cerimónia responsáveis do executivo do Município de Mértola, o Presidente da Câmara Municipal de Mértola, Mário Tomé e a Vice-Presidente Rosinda Pimenta,

o Presidente da Casa do Alentejo, João Manuel Rato Proença e o Presidente da Entidade Regional de Turismo, Vítor Silva.

A apresentação do Festival Islâmico de Mértola na Casa do Alentejo (Rua Portas de Santo Antão, nº 58), é aberta ao público e vai incluir a atuação do grupo “Cus Cus Flamenco” num pequeno concerto de antevisão à programação de concertos do Festival. Além deste apontamento musical, vai decorrer uma prova de doçaria tradicional alentejana e marroquina.

O conjunto Cus Cus Flamenco foi criado em Granada, Espanha, em 2016, pelo cantor de origem marroquina Hamid Ajbar, licenciado pela Conservatório de Rabat como especialista em música andalusí e oriental. Com uma proposta musical baseada no conceito “duas histórias, um caminho” que propõe um encontro entre a música e a dança de duas culturas que parecem convergir no tempo e no lugar, “Cus Cus Flamenco” proporciona um concerto de fusão onde a profundidade do canto flamenco se junta à estética dos poemas-cantigas da poética árabe-andalusí e à beleza e paixão da dança flamenca.

De dois em dois anos, o Festival Islâmico de Mértola, que já vai na 12ª edição, transforma a vila de Mértola, para celebrar e dar a conhecer a cultura islâmica e os seus laços com Portugal. Durante os dias do Festival, que este ano decorre entre 18 e 21 de maio, Mértola acolhe uma vasta comunidade islâmica do norte de África, proveniente de países como Marrocos, Argélia, Tunísia, além de Espanha e do Egipto, entre outras geografias.

O Festival Islâmico de Mértola é dos eventos mais relevantes do distrito, que tem como objetivos, além da divulgação do conhecimento sobre a história e o património de Mértola, em particular da época islâmica, promover o conhecimento, o diálogo, a tolerância e cidadania entre culturas; divulgar a cultura islâmica e produção contemporânea; fortalecer laços culturais, sociais e económicos com o Mediterrâneo e desenvolver a oferta turística muslim friendly.

Com entrada livre, o Festival Islâmico de Mértola contou no ano passado com 50 mil visitantes ao longo dos 4 dias de festival, esperando receber este ano mais de 60 mil pessoas. Em 2023 o souk regressa às vilas “velha” e “nova” de Mértola para receber os mais variados produtos como artesanato, doçaria, produtos regionais alentejanos e tecidos, provenientes de Marrocos, Tunísia, Egipto, Espanha e Alentejo. Além do mercado e do tradicional ritual árabe de regatear bons preços, o festival também conta com música e arte que complementam o encanto do mercado de rua.

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Artes

“Envolto” de Paulo Vaz foi apresentado em Ponte de Sor

São reflexões e respostas a desafios poéticos.

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Foto: CMPonte de Sor

Novo livro apresentado

Paulo Vaz

Foi apresentado, no Centro de Artes e Cultura de Ponte de Sor, o novo livro de Paulo Vaz, intitulado “Envolto.

Os poemas e os textos da obra surgem como reflexões e respostas a desafios poéticos e participações em eventos literários e culturais dos últimos quatro anos.

Os vereadores do Município Ponte de Sor, Luís Jordão e Sérgia Bettencourt, participaram na apresentação da obra.

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