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Agricultura

Viver o clima no Baixo Alentejo

Teleconferência para apresentar projeto que visa a implementação de medidas concretas em 8 concelhos.

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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Dia 29 de janeiro via ZOOM

“… visa a implementação de medidas concretas nos 8 concelhos (Aljustrel, Alvito, Beja, Cuba, Ferreira do Alentejo, Moura, Serpa e Vidigueira)” 

A EDIA e CIMBAL apresentam na próxima sexta feira, dia 29 de janeiro, o projeto “Viver o clima no Baixo Alentejo”.

A CIMBAL – Comunidade intermunicipal do Baixo Alentejo em parceria com a EDIA – Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas do Alqueva, S.A., viram recentemente aprovada uma candidatura a “Projetos para reforçar a adaptação às alterações climáticas a nível local” – Programa Ambiente do EEA Grants, tendo por base a implementação de medidas do Plano Intermunicipal de Adaptação às Alterações Climáticas do Baixo Alentejo (PIAACBA).

“Viver o Clima no Baixo Alentejo” é a designação do projeto e tem como objetivo a implementação de medidas concretas nos 8 concelhos (Aljustrel, Alvito, Beja, Cuba, Ferreira do Alentejo, Moura, Serpa e Vidigueira) que simultaneamente integram a CIMBAL e se inserem na área de influência do Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva, EFMA.

No seguimento do trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pela EDIA no âmbito da divulgação de boas práticas agrícolas e da compatibilização da agricultura com os valores naturais presentes na região, foi constituída esta parceria entre as duas entidades para o desenvolvimento e implementação do projeto.

A sessão de Apresentação é realizada por teleconferência através da plataforma ZOOM, e com transmissão em direto na página do Facebook da CIMBAL.

Agricultura

Quercus e GNR falam em abate ilegal de 3 mil árvores em Monforte.

Veja as declarações do dirigente da Quercus.

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ICNF ordenou a paragem imediata dos trabalhos de limpeza na herdade de Monforte

“3 mil árvores abatidas em Monforte”

O Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas ordenou “a paragem imediata” dos trabalhos de limpeza na herdade de Monforte que abateu azinheiras.

O ICNF foi informado pelo Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente da GNR sobre a identificação do abate de azinheiras.

A Direção Regional de Conservação da Natureza e Florestas do Alentejo esteve igualmente no local e testemunhou o abate de azinheiras jovens por excesso de densidade, sem autorização, realização de podas de formação e podas de manutenção executadas de forma excessiva”.

Entretanto a Quercus solicitou ao Serviço de Proteção da Natureza e Ambiente da GNR, para fiscalizar com regularidade no sentido de impedir a continuação do corte de azinheiras, assim com das podas abusivas.

A Quercus exige que sejam apuradas responsabilidades sobre a poda e corte ilegal de azinheiras, relembrando que fica proibida a alteração do uso do solo durante 25 anos, o estabelecimento de quaisquer novas atividades, designadamente agrícolas, industriais ou turísticas, conforme legislação aplicável.

Veja as declarações de José Janela da Quercus.

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