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Economia

(video) LIGAÇÃO de comboio entre SINES e CAIA vai destruir vinha

O presidente da Câmara de Redondo, António Recto, alertou o primeiro-ministro para os impactos que a construção do Corredor Internacional Sul vai ter na vinicultura da região, reclamando medidas de compensação.

Amilcar Matos

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“A linha ferroviária no concelho de Redondo, entre o quilometro 150 e o quilometro 155 vai atravessar uma zona de vinhas. A economia deste concelho continua a assentar no setor primário e assim
continuará por muitos mais anos, principalmente na vinicultura”, afirmou o presidente da autarquia de redondo.

‘António Recto falava diretamente para o primeiro-ministro António Costa no decorrer da cerimónia de adjudicação da empreitada para a construção do novo troço ferroviário Évora Norte/Freixo.’

O presidente do município de Redondo abordou, de seguida, a temática do perímetro de rega da Barragem da Vigia, que está com “22% da sua capacidade”, sendo das “piores” a sul do Tejo.

António Recto defendeu ainda a construção de um cais de cargas e descargas na estação técnica número dois, ao quilómetro 163, no concelho de Alandroal.

“Esse (cais) permite-nos alavancar, principalmente, a zona dos mármores que tanto necessita de um impulso tendo em conta a situações daquelas explorações naquela região. Mas não só, estamos a falar de azeites, estamos a falar de vinhos, estamos a falar de produtos endógenos que nos permite exportar a um custo muito mais reduzido do que o rodoviário”, disse.

Na presença também do ministro do Planeamento e Infraestruturas, Pedro Marques, o autarca solicitou que, “até maio”, o Governo seja parceiro e que António Costa e Pedro Marques “contribuam” para que o cais seja uma realidade.

“Nem o senhor primeiro-ministro nem ninguém que está nesta sala pretende, com a conclusão da obra, que os alentejanos desta região fiquem a ver passar comboios”, disse.

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Economia

 Missão Internacional à Índia quer inovar a região do Alentejo 

O projeto Alentejo Global Invest, é uma operação SIAC, financiado pelo Alentejo 2020. 

TDS noticias

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Decorreu uma missão internacional à Índia, com a duração de seis dias onde se pretendeu promover o contacto com potenciais investidores de forma a reforçar o ecossistema de inovação no Alentejo. 

Terminou no âmbito do projeto Alentejo Global Invest, uma Missão Internacional à Índia, cujo principais focos foram os setores da inovação e das tecnologias de informação.

O principal objetivo desta missão foi promover o contacto com potenciais investidores, startups, entidades e empresas, cujos seus serviços possam vir a reforçar o ecossistema de inovação da região do Alentejo.

José Calixto, Presidente da Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo afirma que ‘A economia do Alentejo está bem diferente de décadas anteriores’ e está confiante que se este crescimento notório irá continuar.

‘O Alqueva é uma das grandes infraestruturas que o Alentejo tem, com capacidades múltiplas, e temos que dizer ao mundo que a temos’, salientou o Presidente da ADRAL, que explicou ainda que ‘um dos objetivos desta missão foi dar a conhecer as capacidades de uma região que não é tão conhecida como outras zonas agrícolas europeias’.

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