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Autarquias

Vendas Novas assegura tablets aos alunos do 1º ciclo e acesso à internet

400 tabelas ao dispor dos alunos

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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No âmbito do projeto “+ Sucesso Escolar”, o Município de Vendas Novas irá disponibilizar tablets a todos os alunos do 1.º ciclo do ensino público para que possam ter ensino à distância no 3.º período deste ano letivo.

Para além disso, irá também acautelar forma de acesso à Internet aos alunos que não dispõem deste serviço.

Os cerca de 400 tablets, já estavam disponíveis nas salas de aula do 1º ciclo do ensino público desde que o Município implementou o projeto em fevereiro de 2019, e irão ficar agora ao dispor de cada aluno dentro da sua própria casa, independentemente se estes têm equipamento informático próprio.

A pausa letiva da Páscoa é o momento ideal para tudo ser preparado, estando o processo a ser conduzido em estreita colaboração com o Agrupamento de Escolas, que já procedeu ao levantamento do número de alunos que irá necessitar de acesso à internet e irá articular a data em que os encarregados de educação poderão levantar o tablet na respetiva escola.

Esta medida vai ao encontro das diretrizes do Ministério da Educação que já solicitou aos Agrupamentos de Escolas o número total de alunos que não têm condições de aceder a aulas virtuais, de modo a encontrar uma solução para todos os graus de ensino.

Autarquias

Autarcas do litoral contra medidas do governo para Odemira.

Autarcas falam de duvidosa eficácia.

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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Autarcas do Alentejo Litoral condenam decisão de regressão no processo de desconfinamento para o concelho de Odemira e alertam para a sua duvidosa eficácia.

“Autarcas falam em duvidosa eficácia”

O Conselho Intermunicipal da CIMAL, que reúne os Presidentes de Câmara de Alcácer do Sal, Grândola, Odemira, Santiago do Cacém e Sines decidiu por unanimidade repudiar a regressão no processo de desconfinamento para o concelho de Odemira e associar-se integral e inequivocamente à posição da Câmara Municipal de Odemira.

A CIMAL, em comunicado, refere que “Esta decisão do Conselho de Ministros, que é substanciada em critérios desadequados à realidade do território, manifestamente preocupa o conjunto dos Presidentes de Câmara pelo prejudicial efeito acumulado que incidirá sobre os cidadãos no Alentejo Litoral e mais imediatamente sobre os odemirenses. Mas também, pelo agudizar da consequência económica adversa que inevitavelmente avançará.”

O Conselho Intermunicipal do Alentejo Litoral insta o Governo Português a “robustecer a resposta sanitária, social e económica de modo a sanar esta circunstância e a melhor garantir o bem estar dos nossos concidadão.”

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