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Educação

Universidade de Évora vai disponibilizar 10 postos de trabalho a mulheres afegãs

Universidade terá 10 postos de trabalho para mulheres afegãs, em várias áreas, e permitir o acesso a estudantes daquele país

Ana Catarina Ventura

Publicado

em

Imagem: Câmara Municipal de Évora

Universidade não fica indiferente à situação vivida no Afeganistão

“Para além de posto de trabalho, também aceitarão estudantes”

A Universidade de Evora (UÉ) anunciou esta quarta-feira que vai disponibilizar 10 postos de trabalho a mulheres afegãs, em várias áreas, e permitir o acesso a estudantes daquele país, face à “crise humanitária no Afeganistão”.

Em comunicado enviado à agência Lusa, a universidade alentejana revelou que, “face da atual crise humanitária no Afeganistão”, vai ser disponibilizado na instituição um total de “10 posições para trabalhadoras afegãs”. Contactada pela Lusa, fonte da UÉ explicou que estes postos de trabalho vão ser “em várias áreas no seio da universidade”, dependendo “do conhecimento que as trabalhadoras tiverem”.

Ao mesmo tempo, a Universidade de Évora vai “permitir o acesso, em fase de ingresso excecional, desde que acordado com a tutela, a estudantes afegãos que pretendam prosseguir os estudos de ensino superior em Portugal”.

“É impossível ficarmos indiferentes ao sofrimento do povo afegão e, muito concretamente, das mulheres afegãs”, disse a reitora da UÉ, Ana Costa Freitas, justificando esta iniciativa.

Para a reitora, “a proteção dos Direitos Humanos, como o Direito à Educação, têm de ser salvaguardados. E, enquanto dirigente de uma instituição de ensino superior cuja missão é produzir e transmitir conhecimento, não posso deixar de sentir que temos, de alguma forma, e na medida das nossas possibilidades, que contribuir ativamente”, argumentou.

Esta é “uma iniciativa alinhada com os valores da instituição”, nomeadamente “o respeito pela dignidade humana e a ausência de discriminação social, étnica ou confessional”.

Trata-se também de uma iniciativa alinhada com outras instituições, entre as quais a Direção Regional de Cultura do Alentejo, “no sentido de se conseguir alojamento para uma fase de acolhimento” destes afegãos, destacou.

A Universidade de Évora disse ainda já ter comunicado esta sua disponibilidade ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES), que tutela a instituição.

A iniciativa “está, neste momento, a ser articulada com o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE)”, sendo que “as questões práticas relacionadas com o [respetivo] enquadramento político, institucional e legal serão conhecidas a breve trecho”.

Fonte: LUSA

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Educação

‘Observadores da terra’ reunem em Évora.

Será na UÉ em dezembro.

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Primeira Conferência Nacional Copernicus

“Vai ter lugar em Évora”

A Universidade de Évora recebe a 13 e 14 de Dezembro de 2021 a primeira Conferência Nacional Copernicus, um evento que pretende reunir os utilizadores portugueses do Programa Europ, para dois dias de partilha e troca de experiências.

Organizada pela Agência Espacial Portuguesa – Portugal Space, a Conferência Nacional Copernicus acontece no âmbito do programa FP-CUP* e no seguimento da realização de três workshops focados nas potencialidades do Programa da União Europeia para a criação de aplicações e serviços nos segmentos de monitorização Marítima e Terrestre, mas também nas oportunidades que existem de financiamento e desenvolvimento de um modelo de negócios baseado em dados de
satélite.

A Conferência será realizada em regime presencial e contará com o apoio da Universidade de Évora, membro integrante da rede Copernicus Academy.

“A Agência Espacial Portuguesa vai realizar a primeira Conferência Nacional sobre o programa Copernicus”

“A Agência Espacial Portuguesa, representante nacional no Programa, é membro da rede de embaixadores do Programa Copernicus, cujo principal objetivo é promover a divulgação e utilização dos dados gerados pelo programa e a formação dos utilizadores Copernicus.

Nesta Conferência ambicionamos juntar não apenas os membros desta rede, mas principalmente aqueles que já usam as imagens captadas pelos satélites Sentinel e aqueles que pretendem vir a fazê-lo, incluindo academia, indústria e administração pública num mesmo fórum”, explica Carolina Sá, responsável por projetos de Observação da Terra na Portugal Space.

“Esta troca de conhecimento e experiências é essencial para o crescimento da base de utilizadores de um sistema fundamental nas mais variadas áreas da atividade humana, seja na economia, no ensino e na investigação, na cultura,
entre outros, e que ainda tem um enorme potencial de crescimento em Portugal.”

Marcado para Dezembro, o evento será o ponto de encontro da comunidade nacional de utilizadores Copernicus, servindo também de montra para novos produtos, serviços e oportunidades de financiamento.

A participação é gratuita.

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