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Agricultura

Universidade de Évora e Jerónimo Martins Agro-Alimentar assinam protocolo para atividades de investigação e ensino

Serão desenvolvidos ensaios e projetos de investigação em áreas como o bem estar animal, a nutrição animal, a melhoria genética, a sanidade animal, a melhoria de indicadores ambientais, a qualidade do leite e eficiência no uso da água e da energia, a produção agrícola, o uso e a melhoria dos solos ou a recuperação do montado.

Amilcar Matos

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em

A Universidade de Évora (UÉ) e a Jerónimo Martins Agro-Alimentar assinaram um protocolo de colaboração para projetos conjuntos nas áreas da agropecuária, da aquacultura e dos laticínios. O documento abrange diversas licenciaturas como Medicina Veterinária, Engenharia Zootécnica, Engenharia Mecatrónica ou Biologia.

A Best Farmer, subsidiária da JMA dedicada à agropecuária, irá receber estagiários provenientes desta Universidade e disponibilizar a utilização da vacaria, bem como o apoio  de um tutor para acompanhar   os alunos  das licenciaturas em Medicina Veterinária e Engenharia Zootécnica.

A Terra Alegre, fábrica de laticínios do Grupo Jerónimo Martins em Portalegre, vai desenvolver atividades de investigação e desenvolvimento de novos produtos lácteos em conjunto com a Universidade de Évora, recebendo  também alunos de Engenharia Mecatrónica para estagiar na área da automação industrial.

A Universidade de Évora vai disponibilizar à Seaculture, que se dedica à aquacultura, a utilização de espaços, equipamentos e materiais do Laboratório de Ciências do Mar (CIEMAR), instalado em Sines, para apoiar a realização de análises patológicas de peixes, colaborando também no desenvolvimento de atividades de investigação relacionadas com aquacultura. Estas atividades incluem o melhoramento da sustentabilidade de recursos endógenos, incidindo na investigação da ecologia trófica, comportamento e conservação, para reforçar o conhecimento e a capacidade de gerir ambientes naturais e artificiais de forma sustentável.

Por seu lado, a Seaculture vai proporcionar estágios a alunos das áreas da Biologia e disponibilizar a utilização da zona autorizada de produção aquícola de que dispõe no Porto de Sines para o desenvolvimento de ensaios e projetos de investigação na área da aquacultura, qualidade da água e melhoria de indicadores ambientais.

De acordo com Ana Costa Freitas, reitora da Universidade de Évora, “para a Universidade de Évora a ligação ao tecido empresarial é encarada como estratégica. O protocolo agora assinado traz vantagens mútuas para a nossa Universidade e para o grupo Jerónimo Martins, permitindo não só um contacto mais estreito com as empresas do grupo por parte dos nossos estudantes, como também potencia o estreitamento de relações entre o Grupo Jerónimo Martins e a Universidade de Évora, através do desenvolvimento de estágios e trabalhos de investigação em ambiente empresarial, representando uma verdadeira sinergia.”

António Serrano, CEO da Jerónimo Martins Agro-Alimentar, refere que “a JMA tem vindo a realizar consideráveis investimentos no Alentejo e a nossa aproximação ao ensino superior é determinante para que este investimento seja focado no futuro. O conhecimento que a Universidade de Évora tem do tecido empresarial da região, as competências científicas nas áreas em que as nossas subsidiárias atuam e a qualidade do seu ensino serão seguramente uma importante mais-valia para os projetos de investigação, exploração de novas ideias e pesquisa de soluções inovadoras que vamos realizar em conjunto”.

Agricultura

Foto de trator a pulverizar campo está a indignar nas redes sociais

As monoculturas tem sido criticadas após o aumento de zona cultivada de Olival, Amendoal, entre outras culturas.

TDS noticias

Publicado

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Foto: (Facebook-Jorge Campaniço)

Campos a serem pulverizados levanta indignação nas redes sociais

A foto foi tirada entre Moura e Sobral da Adiça, segundo o autor.

No texto que a acompanha pode ler-se: ‘Com este “tipo de agricultura” baseada no uso abusivo de pesticidas, herbicidas e outros, os campo tornar-se-ão inférteis , os aquíferos contaminados o ar que respiramos poluído.

Se nada for “feito” de novo na legislação portuguesa, por quem de direito, no sentido de restringir o uso de produtos tóxicos, o Alentejo corre o rico de ver as suas terras improdutivas e a saúde, dos que nele habitam, seriamente ameaçada’.

A grande maioria dos internautas subscreve o texto e avança com outras críticas. ‘O pior é que os espanhois alugaram as terras por 25/30 anos que é o tempo útil das arvores plantadas, acabado o praso, dão á sola com o produto no bolso deixam as arvores mortas e os terrenos inférteis. Quem ca estiver ira ver que é assim, mas será tarde,’ refere um dos comentários.

O debate já não é novo mas está mais aceso do que nunca.

Foto: (Facebook-Jorge Campaniço)

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