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Um eborense no Mundial de Esqui Nórdico.

José Cabeça vai competir amanhã.

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Eborense José Cabeça notabilizou-se no triatlo

” competição já começou “

O eborense José Cabeça, que nos últimos anos se notabilizou no triatlo, tendo já representado Portugal em competições internacionais, irá marcar presença no Campeonato do Mundo de Esqui Nórdico, agendado para a cidade de Oberstdorf, na Alemanha, entre os dias 22 de fevereiro e 7 de março.

Atualmente a trabalhar no Dubai, onde possui o estatuto de Residente, José Cabeça, de 24 anos, irá competir nos 10 Km Estilo Livre (Cross Country), prova que está agendada para o dia 24 (quarta-feira), às 14h30.

As minhas expetativas são excelentes.

Estou muito motivado pois é o primeiro Campeonato do Mundo em que vou participar” confidenciou.

Acrescentando “Sou atleta desde os cinco anos e vou finalmente ter a minha estreia.

Imagino-me no meio de atletas de grande nível mundial e só posso estar contente.

Claro que o meu nível é ainda inferior, mas quando penso que comecei do zero numa modalidade e em apenas um ano consegui evoluir sozinho o suficiente para me apurar para o Campeonato do Mundo, só posso estar ansioso e motivado”.

Licenciado em treino desportivo, José Cabeça explica como têm sido os últimos dias que antecederam a partida para a Alemanha:

o Dubai tem excelentes condições para qualquer atleta. Um clima bom e ótimas infraestruturas.

Além disso, com a boa gestão que o Governo do Dubai fez da pandemia, a situação está controlada e por isso está tudo a funcionar com todas as regras de higiene e segurança necessárias.

Assim, disponho de todas as condições para treinar, tanto triatlo como ski: piscina, ginásio, pista de ciclismo e até pista de Ski Alpino com neve.

A minha preparação tem sido constante e intensiva a todos os níveis, para estar na melhor forma possível para as provas que vou realizar”.

Sonho olímpico de José Cabeça

Para além da pressão natural sobre quem vai estar pela primeira vez junto dos melhores dos melhores na competição rainha desta especialidade, José Cabeça “carrega” ainda o sonho de obter os mínimos para poder representar Portugal nos jogos olímpicos de inverno, em Beijing 2022, e assim tornar-se no primeiro Alentejano a consegui-lo.

Terá de obter um dos 30 melhores tempos.

Penso que a qualificação é alcançável. Mas, claro, não vai ser fácil.

É o meu primeiro Campeonato do Mundo, o nível vai ser muito alto e espero estar à altura e conseguir resultados positivos.

Tenho a certeza que vou dar o meu melhor e espero agarrar esta oportunidade para concretizar o meu maior sonho que é estar presente como atleta nos Jogos Olímpicos.

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Desportos

Volta ao Alentejo com 6 etapas. Começa em Reguengos e termina em Évora.

Na estrada entre 23 e 27 de junho

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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38ª Volta ao Alentejo em Bicicleta

“Na estrada entre 23 e 27 de junho, com início em Reguengos de Monsaraz e final em Évora”

Participam na prova 19 equipas, 12 portuguesas e 7 estrangeiras, com a “Alentejana” a ter seis etapas, cinco em linha e um contrarrelógio, com um total de 819,4 quilómetros, onde a 4ª etapa com final em Castelo de Vide, com a terrível ascensão ao Alto do Cabeço do Mouro e depois a Senhora da Penha (Castelo de Vide), se destaca como a “etapa rainha”.

Na tarde desse dia 26 de junho, um curto contrarrelógio de 8,4 quilómetros em Castelo de Vide, arrumará as contas finais quanto ao vencedor da volta, uma vez que terá uma subida à Serra da Senhora da Penha e uma vertiginosa descida até à entrada da “Sintra do Alentejo”, a que se segue um empinado empedrado de 1500 metros até à meta.

A Volta ao Alentejo é organizada desde 2010 pela Podium Events, a mesma que coloca na estrada a Volta a Portugal, vai percorrer 32 dos 47 concelhos do Alentejo (Alto, Baixo e Litoral) e teve 36 vencedores em 37 edições, com Carlos Barbero, que venceu as edições de 2014 (Euskadi) e 2017 (Movistar), “furou” a tradição e tornou-se no primeiro corredor a vencer a “Alentejana” por duas vezes.

A “Alentejana” chegou a internacional em 1996, com a presença de Miguel Indurain e manteve tal categoria até 2009, data em que a organização a CIMAC-Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central, “herdeira” da Associação de Municípios do Distrito de Évora (AMDE), decidiu suspender a efetivação da corrida. Foi depois a Podium num protocolo com a CIMAC, que viabilizou o regresso à estrada desde 2010 da Volta ao Alentejo em Bicicleta, mas passando a mesma para a categoria 2.2 da UCI.

Recorde-se que a edição da Volta ao Alentejo em Bicicleta, a 38ª da “Alentejana”, que se deveria realizar entre 18 e 22 de março no ano passado, foi anulada no dia 10 de março por causa devido à propagação do novo coronavírus (Covid-19). A última edição realizada em 2019, teve como vencedor João Rodrigues (W52/ FCPorto).

Joaquim Gomes, diretor da Organização, justificou que “além da componente desportiva, não há outro evento que tenha a capacidade de promover ao nível cultural e turística a região”, acrescentando que depois da parem forçada em 2020, por causa da covi-19 “é mais um desafio para nós a que se junta o calor do mês de junho”, rematou.

Teixeira Correia

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