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Agricultura

Três detidos por furto de pinhas em Alcácer do Sal

Apanha de pinhas é proibida nesta altura do ano.

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Alcácer do Sal

“Detidos em flagrante por furto de pinhas”

O Comando Territorial de Setúbal, através do Posto Territorial de Alcácer do Sal, deteve três homens, com idades compreendidas entre os 20 e os 27 anos, por furto de pinhas mansas, Pinus pinea, na localidade de Alcácer do Sal.

Na decorrer de uma ação de patrulhamento, os militares da Guarda, detetaram três homens que estariam a apanhar pinhas mansas. Após a abordagem, verificaram que os suspeitos não eram os proprietários do terreno, facto que levou à sua detenção. Da ação resultou ainda a elaboração de um auto de contraordenação por colheita fora do período legal e a apreensão das referidas pinhas de pinheiro-manso.

Os detidos foram constituídos arguidos, e os factos foram comunicados ao Tribunal Judicial de Grândola.

A GNR relembra que o pinheiro-manso (Pinus pinea) é uma espécie florestal com um crescente interesse económico, cuja importância do comércio externo de pinha e de pinhão tem contribuído para a promoção de importantes dinâmicas económicas à escala regional, uma vez que o pinhão produzido em Portugal é de todos o mais valorizado pelas suas características nutricionais. No entanto, a colheita de pinhas de pinheiro-manso é proibida entre 1 de abril e 1 de dezembro e, ainda que esteja caída no chão, a sua apanha está interditada por se encontrar em época de defeso, salvaguardando assim o crescimento e desenvolvimento da pinha e do pinhão e evitando a colheita da semente com deficiente faculdade germinativa e mal amadurecida.

Agricultura

Independência energética na Agricultura

Debate promovido pela EDIA

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ALQUEVA ELÉTRICO

Debate promovido pela EDIA sobre independência energética na Agricultura

A independência energética no setor agrícola foi tema para uma sessão de apresentação de soluções aplicadas à agricultura, num debate promovido pela EDIA.

Durante este evento foram abordadas as soluções elétricas já hoje disponíveis no mercado para a bombagem solar; o transporte pesado elétrico; a utilização de tratores elétricos, pulverizadores, monda elétrica e outros recursos associados à atividade agrícola, entre os quais os adubos produzidos na própria exploração com recurso a energia solar.

A EDIA está empenhada em partilhar soluções e conhecimentos junto dos seus clientes, abrindo caminho à sustentabilidade do Projeto de Alqueva e reforçando o objetivo associado à diminuição da pegada ecológica da atividade do setor primário.

“A eletrificação é uma das migrações que terão necessariamente de ocorrer, substituindo todos os processos que dependem de combustíveis fósseis. Mas em paralelo temos de pensar na origem da eletricidade que as vai alimentar. A produção agrícola só será verdadeiramente sustentável quando conseguir produzir localmente a totalidade das suas necessidades energéticas com recursos a fontes renováveis”, refere a propósito o Presidente da EDIA, José Pedro Salema.

A EDIA – Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas do Alqueva, S.A., está empenhada em proteger a privacidade e os dados pessoais dos titulares dos dados, no cumprimento integral do Regulamento Geral de Proteção de Dados, aprovado pelo Regulamento (UE) 2016/679 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 27 de abril de 2016 (RGPD).

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Agricultura

Começa hoje a Feira Comercial e Agrícola do Poceirão

32.ª edição da Feira Comercial e Agrícola do Poceirão

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de 1 a 3 de julho

32.ª edição da Feira Comercial e Agrícola do Poceirão

É já a partir de hoje e até 3 de julho que o Parque Mário Bento e ruas envolventes recebem a 32.ª edição da Feira Comercial e Agrícola do Poceirão.

O programa está recheado de espetáculos musicais, com artistas populares, bailes, noite de fados e cante alentejano. Destaque para a atuação de Belito Campos, no dia 2, às 22h30.

Um dos pontos altos do evento é o desfile etnográfico, no dia 3, a partir das 18h00, que vai percorrer as ruas de Poceirão com a animação dos ranchos folclóricos, o colorido das associações e as mais modernas máquinas agrícolas.

A Feira proporciona atividades para todos os gostos e idades: da Noite da Brasa, ao Poceirão Colorido, da Cãominhada ao Passeio das Pasteleiras.

O certame conta com espaços de exposição de máquinas agrícolas, artesanato, mostra de associativismo, espaço infantil com insufláveis e ateliês para as crianças, além da feira franca e das habituais tasquinhas, onde é possível saborear os petiscos típicos, acompanhados pelos excelentes vinhos da região.

Organizada pela Associação da Feira Comercial e Agrícola do Poceirão, a iniciativa conta com o apoio financeiro do Município de Palmela, no valor de 4.000€ (além dos apoios logístico e técnico de 7.000€) e o apoio da União das Freguesias de Poceirão e Marateca.

Programa

1 julho

20h00

Inauguração oficial com os Bardoada

Seguida de visita aos recintos de exposição

20h30

Noite da Brasa

Entremeadas, pão e vinho

20h30

Demonstração de Taekwondo

Pelo Grupo Desportivo Leões de Cajados

20h40

Era uma vez… O Cante

21h30 | Palco Principal

Baile com André Patrão

24h00

Vacada

2 julho

10h30 | Pavilhão

“Sustentabilidade na produção vitivinícola”

Com o Eng.º Luís Mendes, da AVIPE

18h00 | Avenida de Palmela

Poceirão Colorido

Animação com DJ e lançamento de tinta colorida

20h00 | Pavilhão Adegas

Cantar o fado com… Maria Mirra e Maria Mateus

21h00 | Palco Principal

Baile com João Tendeiro e Ricardo Pelixo

22h30 | Palco Principal

Espetáculo com Belito Campos

23h30

Continuação do Baile

24h00

Vacada

3 julho

9h30

Caminhada/Cãominhada

Org.: AJOC

10h00

I Passeio de Pasteleiras

13h00

Almoço para as/os participantes no Passeio

15h00

Workshop

18h00

Desfile Etnográfico pelas ruas de Poceirão

Com a participação da Rainha da Feira, Ranchos Folclóricos e máquinas agrícolas

19h00 | Palco Principal

Atuação dos Ranchos participantes no Desfile

22h00 | Palco Principal

Espetáculo com Jorge Nice

1h00

Encerramento da Feira

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Agricultura

Revolução da rega gota a gota na cultura do arroz

O primeiro ensaio na Lezíria Ribatejana de rega gota-a-gota na cultura do arroz foi instalado no dia 19 de maio.

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A revolução da rega gota-a-gota na cultura do arroz

Ensaio pioneiro em Benavente com rega gota-a-gota

A ideia é tornar a cultura do arroz mais rentável e sustentável e abre a porta à produção deste cereal em novas áreas agrícolas em Portugal.

O primeiro ensaio na Lezíria Ribatejana de rega gota-a-gota na cultura do arroz foi instalado no dia 19 de maio, em Samora Correia, concelho de Benavente, numa parceria tripartida entre a Magos Irrigation Systems, a Orivárzea e a Rivulis, contando com a validação científica do Instituto Superior de Agronomia.

O ensaio decorre numa área de 4 hectares, propriedade da Orivárzea, e visa testar e desenvolver métodos e técnicas de produção agronomicamente sustentáveis e pouco habituais na cultura do arroz, entre os quais, a sementeira enterrada à linha; a rega gota-a-gota (com fita T-Tape do fabricante Rivulis), e a adubação através da água de rega.

“Regar arroz com um sistema gota-a-gota revoluciona a cultura e traz enormes oportunidades para um uso mais eficiente da água num cenário de alterações climáticas, em que os anos de seca são cada vez mais frequentes”, afirma António Gastão, administrador da Magos Irrigation Systems e mentor deste projeto pioneiro em Portugal.

Para a Orivárzea, empresa que produz 15% do arroz nacional, o objetivo principal do ensaio é testar novos métodos culturais que contribuam para aumentar a rentabilidade dos produtores, reduzindo simultaneamente o impacto ambiental desta cultura cerealífera, que ocupa cerca de 30.000 hectares em Portugal.

“A nossa expectativa é conseguir obter uma poupança da ordem dos dois dígitos no consumo de água e uma redução proporcional do consumo de energia”, adianta João Alegria, diretor de produção da Orivárzea. No sistema convencional, em canteiros regados por alagamento, a cultura do arroz consome em média 10.000 m3 a 15.000 m3/hectare/ano.

Nuno Sanches, Key Accout Manager da Rivulis, revela que “ensaios realizados pela Rivulis noutras regiões do mundo demonstraram que a rega gota-a-gota na cultura do arroz permite reduzir o consumo de água, comparativamente à rega por alagamento, mantendo uma boa produtividade da cultura”.

Esta nova forma de produzir arroz, caso se comprove viável, permitirá reduzir o número de intervenções no terreno, para aplicação de fertilizantes e herbicidas, e facilitará a operação da colheita do arroz, com as ceifeiras a operar num terreno mais seco e transitável.

Do ponto de vista dos terrenos agrícolas, é expectável a otimização do uso das zonas improdutivas, como os muros das marachas e as estradas largas, uma vez que os canteiros deixam de ser necessários no sistema de produção de arroz com rega gota-a-gota, que poderá também vir a viabilizar a cultura em terrenos fora das zonas ribeirinhas.

Atendendo à importância deste ensaio para o setor orizícola, juntam-se agora como parceiras do consórcio as empresas Lusosem, Syngenta, Timac Agro e Terrapro.

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