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Economia

TRABALHADORES da fábrica de PAINÉIS de moura pedem AUDIÊNCIA a Antº Costa

Amilcar Matos

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Os antigos trabalhadores e trabalhadoras da MFS – Moura Fábrica Solar, em conjunto com a Campanha Emprego para o Clima e com o Sindicato dos Trabalhadores da Energia e Águas de Portugal, apoiam a proposta de nacionalização da fábrica de painéis solares e pediram uma audiência ao primeiro-ministro, António Costa.

‘A MFS foi classificada como Empresa de Interesse Público para a Economia da Região num concelho do interior com uma das maiores taxas de desemprego do país.’

O governo português assumiu a necessidade de travar o aumento de temperatura abaixo dos 2ºC até 2100, apontando metas de 80% de electricidade renovável e 47% de energia renovável em toda a energia consumida até ao ano de 2030, o que implica, no Plano Nacional de Investimentos 2030, um investimento mínimo de 4930 milhões de euros, tendo o governo anunciado o lançamento de leilões de potência solar, de mais de 2000 MW até ao início de 2020.

A MFS, com as suas instalações e mais de 100 quadros altamente especializados, deve sofrer uma intervenção pública, nacionalizando-se a empresa para continuar a produzir painéis solares tão necessários para este esforço, podendo abastecer edifícios públicos, escolas e outros, apoiando a transição energética e o combate às alterações climáticas.

‘A massa crítica de técnicos especializados que existe hoje em Moura não pode ser desperdiçada, empurrada para fora da região e do país, por falta de emprego numa área absolutamente crucial.’

Por isso mesmo, ex-funcionários, Campanha Empregos para o Clima e Sindicato dos Trabalhadores da Energia e Águas Portugal pedem uma reunião com urgência ao primeiro-ministro.

Economia

Presidente da Câmara de Vendas Novas exige reunião com a CP

Luis Dias, presidente da Câmara de Vendas Novas exige descontos também na CP

TDS noticias

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O Conselho Intermunicipal da Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central, por proposta do Presidente da Câmara Municipal de Vendas Novas, Luís Dias, aprovou uma tomada de posição que exige uma reunião com a CP, de modo a incluir no Programa de Apoio à Redução Tarifária, os passes dos utilizadores do transporte ferroviário.

Para além disso, o Conselho decidiu ainda fixar o desconto nos passes mensais de transportes rodoviários de todos os residentes no Alentejo Central em 60% do seu valor.

Na tomada de posição, que transcrevermos, é clara a intenção dos autarcas:

«No âmbito do Programa de Apoio à Redução Tarifária, PART, estatuído pelo Despacho n°1 234-N201 9, de 4 de fevereiro, foi deliberado em reunião do Conselho Intermunicipal de dia 19 de Março de 2019 que o apoio à redução tarifária seria aplicado aos transportes públicos com origem no território abrangido pela Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central (CIMAC), independentemente do destino dos utilizadores e a percentagem deste apoio foi então fixada em 32%.

Posteriormente esta redução tarifária ampliou-se, fixando-se nos 60%. Contudo até ao momento, o PART não abrange os passes dos utilizadores do transporte ferroviário, apesar da insistência do Município de Vendas Novas e da CIMAC, que estranham a resistência da CP em não permitir a sua aplicação e os sucessivos adiamentos das reuniões agendadas com o intuito de encontrar um entendimento.

Assim, em reunião do Conselho Intermunicipal da CIMAC de 16 de julho de 2019, foi aprovada por unanimidade a proposta do Presidente da Câmara Municipal de Vendas Novas para a assunção desta tomada de posição, que exige uma reunião imediata com a CP, com o propósito legítimo de incluir no Programa de Apoio à Redução Tarifária os passes dos utilizadores do transporte ferroviário.»

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