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Sociedade

Tivoli ‘sai’ de Évora. Ecorkhotel renasce.

O hotel tem 56 suítes privativas

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O Ecorkhotel, em Évora, deixa de ser franchising do Grupo Tivoli

“…franchising vigorou entre 2018 e 2020”

O fim do franchising, que vigorou entre 2018 e 2020, começou a tomar forma “desde que houve alteração da organização da Tivoli e os hotéis passaram a ser geridos pelo grupo NH.

“Por termos maneiras de estar diferentes e querermos voltar a apostar no serviço ao cliente, nas experiências locais e na boa comida regional, seria incompatível a manutenção do acordo”, sublinhou Miguel Fonseca, administrador do Ecorkhotel em Évora, em declarações ao “Boa Cama Boa Mesa“.

O hotel, com 56 suítes privativas (desde €100) e uma vila para oito pessoas, foi escolhido para algumas estadias prolongadas durante o primeiro confinamento, tendo implementado o serviço de pequeno-almoço entregue em cesto de piquenique no alojamento e o pré-check-in total que permite ao cliente fazer do telemóvel a chave do quarto e evitar contactos, se assim o entender.

Desde 2013, data do nascimento do Ecorkhotel, que a preocupação com o ambiente e a sustentabilidade fazem parte do ADN do alojamento.

Esta orientação traduz-se na otimização energética que culminou na obtenção da certificação Biosfera que reconhece ao hotel a aposta contínua na sustentabilidade turística, assegurando equilíbrio entre ambiente, sociedade, economia e cultura.

O nome Ecorkhotel que, em português poderia ser “Ecortiçahotel”, indica que o projeto, da autoria do arquiteto José Carlos Lopes, tem na cortiça um material central.

A cortiça apresenta atributos amigos do ambiente, desde logo por ser um material natural, mas também devido ao isolamento térmico que permite, garantindo maior eficiência energética, não esquecendo a componente estética marcante, assim como o conforto acústico que proporciona.

Justiça

Juiz Ivo Rosa levanta arresto da propriedade da ex mulher de Sócrates, em Montemor o Novo.

Em causa o Monte das Margaridas propriedade de Sofia Fava.

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Arresto levantado ao Monte das Margaridas, em Montemor-o-Novo.

” Operação Marquês “

No despacho instrutório, proferido na sexta-feira, o juiz Ivo Rosa ordenou o levantamento imediato do arresto de vários bens imóveis dos arguidos, designadamente o Monte das Margaridas, em Montemor-o-Novo, adquirido pela ex-mulher de Sócrates Sofia Fava.

“Tendo em conta a decisão de não pronúncia relativamente aos crimes ora em causa, quanto aos saldos bancários apreendidos e bens imóveis arrestados, verifica-se que não existem indícios que as quantias e bens imóveis em causa são produto dos crimes de corrupção passiva de titular de cargo político imputados ao arguido José Sócrates”, lê-se no despacho.

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