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Teatro em Abela

19 e 20 de agosto, sobe ao palco a peça “Paixão Segundo João” de António Tarantino.

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Abela

Mala Voadora

No âmbito do projeto “Campilhas Internacional” da companhia de teatro “Mala Voadora”, a freguesia de Abela recebe, nos dias 19 e 20 de agosto, a peça “Paixão Segundo João” de António Tarantino, com representação de Pedro Lacerda, Vítor D’Andrade e José Grazina, pelas 21h00, no Futebol Clube Abelense.

A peça “Paixão Segundo João”, que integra um grupo de textos chamado “Quatro Atos Profanos” de Antonio Tarantino, conta a viagem de um doente mental, acompanhado por um enfermeiro, às diferentes secções da Segurança Social para obter ou não, o seu estatuto de “louco”.

A partir daí podem imaginar as situações mais engraçadas e as mais trágicas. É um esquizofrénico que se toma por Jesus Cristo e o enfermeiro “João”, muito concreto, apaixonado por carros e por catálogos de promoções de supermercado.

Em suma temos duas vias, contadas em tempos diferentes. Uma da ordem do sagrado e outra da ordem do profano. Uma da ordem da farsa, outra da ordem da tragédia. É este o ponto de partida para este espetáculo.

O ator Pedro Lacerda recebeu, em 2021, o prémio da Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) para “Melhor Ator Teatro” com a peça “Paixão Segundo João”, que recebeu o prémio SPA Autores 2021 para melhor espetáculo.

O “Campilhas Internacional” é o nome do projeto que a companhia de teatro “Mala Voadora” criou para o concelho de Santiago do Cacém, com o apoio da Câmara Municipal e de vários parceiros locais, nacionais e estrangeiros.

A iniciativa promove dinâmicas como o teatro radiofónico, espetáculos, formação, residências artísticas, entre muitas outras, destinadas ao público em geral, mas com especial atenção à população escolar e sénior, que reside no interior do Concelho.

O projeto passa, também, pelo complexo em construção na Barragem de Campilhas que engloba a vertente cultural e de criação artística, mas também turística, trazendo a atividade criativa da Mala Voadora para o Alentejo.

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Artes

Festival ‘Imaterial’ de 1 a 9 de outubro.

Um festival, de acesso gratuito, que dá vida à expressão “património pensado e vivido” e que durante uma semana disponibiliza uma programação cultural alargada e eclética na cidade que, desde 1986, é Património Mundial Unesco.

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De 1 a 9 de outubro decorrerá em Évora a 2ª edição do Imaterial.

Um festival, de acesso gratuito, que dá vida à expressão “património pensado e vivido” e que durante uma semana disponibiliza uma programação cultural alargada e eclética na cidade que, desde 1986, é Património Mundial Unesco.

Foi apresentada hoje na Câmara Municipal de Évora a segunda edição do festival “Imaterial” .

De 1 a 9 de outubro a cidade museu vai receber conferências, ciclos de cinema ,um encontro ibero americano e projectos musicais de diversos países.

Na cerimónia de apresentação esteve presente Carlos Pinto de Sá, presidente da Câmara Municipal de Évora, Luís Garcia, programador cultural da CM Évora, Carla Ribeiro, Fundação Inatel e Carlos Seixas diretor artístico do festival.

O evento pretende ser uma janela de possibilidades a nível cultural e contribuir para uma sociedade mais harmônica em que a tradição é preservada.

Esta é mais uma iniciativa que se insere no caminho que Évora traça para a capital europeia da cultura.

A programação completa do Imaterial que integra concertos, um ciclo de cinema documental, conferências e o Encontro Ibérico de Música que reúne artistas portugueses e espanhóis.

A programação musical conta com músicos que são, cada um à sua maneira, intérpretes daquilo que significa tomar o passado por referência para inventar uma música de hoje.
Ao longo dos vários dias de programação, vai ser possível assistir aos espetáculos de Amélia Muge (Portugal), Annie Ebrel & Riccardo Del Fra (Bretanha), Bandua (Portugal), Barrut(Occitânia), Cantadores do Desassossego (Portugal), Farnaz Modarresifar & Haïg Sarikouyoumdjian (Irão/Arménia), Grupo de Cantares de Évora (Portugal), Helder Moutinho(Portugal), Lia de Itamaracá (Brasil), Natch (Cabo Verde), Parvathy Baul (Índia), Saz’iso(Albânia), Soona Park (Coreia do Sul), Tanxugueiras (Galiza), Tarta Relena (Catalunha) e Verde Prato (País Basco).
Annie Ebrel & Riccardo Del Fra e Barrut integram a Temporada Portugal França 2022 à qual o Imaterial se associa desta forma.
Bandua, Tanxugueiras, Tarta Relena e Verde Prato compõem a programação do Encontro Ibérico de Música que reúne uma nova geração de artistas do território ibérico, promovendo a sua circulação e apresentação dos seus projetos a novos públicos.

Uma das novidades desta edição do Imaterial é o Ciclo de Cinema Documental que, nesta primeira edição, conta com curadoria de Lucy Durán. Lucy é professora de música na SOAS University of London, especializada em música do Mali com uma longa experiência prática como apresentadora da BBC Radio, produtora de álbuns (com três nomeações para os prémios Grammy) e realizadora de documentários.

Os seis filmes selecionados para exibição neste festival acústico especial Imaterial, representam 60 anos de documentários realizados entre 1962-2022. Os filmes apresentam músicas cuidadosamente pesquisadas e raramente vistas, rodadas em locais como Nigéria, Madagáscar, Peru, Portugal, Albânia, França e Guiné-Bissau, e contam histórias envolventes e sensíveis sobre artistas excecionais que estão dedicados à sua cultura e terra, muitas vezes diante de circunstâncias difíceis. Feitos por realizadores ilustres, estes documentários são retratos profundos e apaixonados da música.
De destacar a Estreia Mundial de All mighty Mama Djombo (França, Guiné-Bissau) 2022, realizado por Sylvain Prudhomme e Philippe Béziat que será apresentado pela própria Lucy Durán no dia 5 de outubro pelas 15H30 no Auditório Soror Mariana.

À semelhança do ano anterior, o programa inclui ainda um Ciclo de Conferências, que promovem um encontro entre o património edificado e o património imaterial, animado por um desejo de colocar os dois em diálogo, mas também pelo compromisso de agitar o pensamento em torno destes legados. Entre os vários temas serão criados momentos de reflexão o que tem sido reservado à população negra em Portugal nos processos de definição e ressignificação do património material e imaterial do país ou o estado geral do cante alentejano.

No dia 9 de outubro, data que marca o encerramento da programação Imaterial 2022, será também entregue o Prémio Imaterial que visa saudar e agradecer a uma personalidade ou artista cujo percurso, inscrito na lógica de atar passado e presente, tenha sido decisivo no incentivo ao diálogo entre diferentes culturas, no estímulo ao cumprimento dos direitos humanos e na defesa da igualdade de relacionamento e da paz entre os povos.

O Imaterial é um projeto com organização da Câmara Municipal de Évora/DCP,  cidade candidata a Capital Europeia da Cultura em 2027, em parceria com a Fundação Inatel e direção artística de Carlos Seixas.

Oiça a reportagem na TDS.

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Agenda

Rui Horta deixa ’O Espaço do Tempo’ com Lúmen.

Produção conta com a participação de habitantes de Montemor-o-Novo

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Rui Horta em Montemor-o-Novo

Lúmen

Nos próximos dias 23 e 24 vai ter lugar um espetáculo único, numa criação de Rui Horta em conjunto com a comunidade de Montemor-o-Novo.

Ú irá estrear no Cine-Teatro Curvo Semedo, pelas 21h30, e conta com a interpretação de 42 montemorenses (e não só!).

A entrada é gratuita e os bilhetes estão disponíveis na BOL do Município de Montemor o Novo ou no Posto de Turismo.

Ú surge no ano de saída de Rui Horta da função de diretor artístico d’O Espaço do Tempo, após 22 anos em Montemor.

O coreógrafo decidiu celebrar a sua estreita relação com a comunidade através de uma criação multidisciplinar, que integrará várias dezenas de Montemorenses, bem como outros habitantes da cidade e da região.

“Sempre me fascinou o sentido de comunidade que emerge de um grupo de pessoas que canta e actua em conjunto, como um pulmão, uma procura de união tão difícil de encontrar. Gosto, em particular, de intérpretes amadores, pessoas que se encontram para cantar, tocar e dançar fora das horas de trabalho.

Fazê-lo, nos dias de hoje, é também um manifesto inadiável: num tempo de divisões e violência, simplesmente estarmos juntos é já um acto de mudança.

Durante semanas, ensaiámos, divertimo-nos, emocionámo-nos e conhecemo-nos melhor.

Esta obra celebra uma terra que me adotou e que um dia eu quis fazer minha. Terra que, ao longo dos anos, viu desfilar os mais extraordinários criadores de teatro e dança do nosso país e generosamente acolheu O Espaço do Tempo“, referiu Rui Horta.

Com a interpretação de Ana Jordão, Ana Sampaio, Ana Silva, António Fitas, Beatriz Pereira, Bernardo Xavier, Bia Estróia, Carlota Figueiredo, Carolina Antas Ferreira, Cátia Mantas, Constança Vaz Pinto, Cristina Reis, Custódia Rola, Diego Ramos, Dino Samina, Elvira Baptista, Fernando Casaca, Gabriel Silva, Graça Nascimento, Helena Mateus, Hortênsia Menino, Inês Caldeira Nunes, João Macedo, Laura Martins, Luís Inocentes, Madalena Galamba, Maria da Natividade Pereira, Maria Leonor do Rosário, Mariana Correia, Patrícia Pereira, Raquel Henriques, Raquel Lourenço, Regina Branco, Rosa Souto Armas, Rosarinho Antas, Rúben Jaulino, Sara Silva, Simão Cardoso, Sofia de Sampaio Rosado, Sofia Ding, Sofia Grilo, Tiago Carrasco e o apoio vocal de João Luís Nabo.

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Agenda

Teatro de Marionetas do Porto, em Portalegre.

Um espetáculo para dois atores, com marionetas e semi marionetas, cujo conceito é o desejo de voo, o secreto desejo humano de realizar o irrealizável.

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“Lições de Voo”

“Lições de Voo” é o nome de uma série de ilustrações de João Vaz de Carvalho, um espetáculo para dois atores, com marionetas e semi marionetas, cujo conceito é o desejo de voo, o secreto desejo humano de realizar o irrealizável, uma criação para maiores de 3 anos, sobre a poética do ar, dos sonhos e do voo, num lugar especial onde cada um pode experimentar a leveza do corpo, a suspensão e a emoção de descolagem.
“Lições de Voo” é a nossa viagem com o público até lá, onde todos somos pessoas/pássaros do vento.

18 NOV. SEX. 10.30H e 14.30H
Lições de voo – Teatro de Marionetas do Porto
Teatro | GA | 3€ | M/3 anos

Conceito e Encenação: Isabel Barros
Marionetas: Hernâni Costa Miranda, a partir das ilustrações de João Vaz de Carvalho
Música: Carlos Guedes
Desenho de Luz: Filipe Azevedo
Figurinos: Cláudia Ribeiro
Cenografia: Coletivo
Criação de Textos: Isabel Barros, Micaela Soares e Vítor Gomes
Adaptação para Língua Gestual Portuguesa: Joana Cottin
Preparação Vocal: Shirley Resende
Interpretação: Micaela Soares e Vítor Gomes
Produção: Sofia Carvalho
Designer Gráfico e Assistente de Produção: Pedro Ramos
Operação de Luz e Som: Filipe Azevedo
Construção de Marionetas: Hernâni Costa Miranda e João Pedro Trindade
Construção de Cenografia: Carlos Lima
Confeção de Figurinos: Marlene Rodrigues (Costureira), Sofia Silva e Inês Mota (Aderecistas)
Fotografia de Cena: Susana Neves
Coprodução: Teatro de Marionetas do Porto e Teatro Municipal de Matosinhos Constantino Nery
Estrutura financiada por República Portuguesa/Cultura e DGArtes

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