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Tauromaquia quer ser Património Cultural Imaterial

Em fase de conclusão está igualmente o trabalho exaustivo de levantamento e recolha de documentação que se encontra a ser compilado e reunido numa ampla Plataforma.

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Encontra-se em fase de conclusão o projeto «Tauromaquia Património Cultural de Portugal» que resulta de uma candidatura vencedora ao Orçamento Participativo da Cultura de 2017.

“O trabalho é acompanhado e desenvolvido em estreita colaboração com a Direção-Geral do Património Cultural, entidade definidora e reguladora das políticas públicas para o Património Cultural em Portugal.”

O projeto, que tem como grande objetivo a Candidatura da Tauromaquia a Património Cultural Imaterial, é liderado pelo Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL) através do Centro de Investigação e Estudos e Sociologia (CIES-IUL), o qual desenvolve projetos de investigação fundamental e aplicada nas áreas das ciências sociais e humanas.

Em fase de conclusão está igualmente o trabalho exaustivo de levantamento e recolha de documentação que se encontra a ser compilado e reunido numa ampla Plataforma que congrega um vastíssimo conjunto de materiais de diversa natureza e que abrangem todo o universo da cultura tauromáquica.

A coordenação do projeto vem efetuar um último apelo a todos os aficionados e intervenientes do espetáculo tauromáquico que sejam detentores de materiais que representem todas as áreas ou dimensões da tauromaquia nacional e que os desejem divulgar que os façam chegar através do seguinte endereço de email: candidatura@tauromaquiapatrimonio.pt.

Entre estes materiais está a possibilidade de envio de fotografias, vídeos, cartazes e todo o tipo de documentação (atual e antiga) que considerem válida para constar de um imenso espólio nacional sobre Tauromaquia em Portugal, ou de Portugal espalhada pela geografia taurina.

O interesse desta plataforma é caracterizar a cultura tauromáquica e, como tal, uma forma de demonstrar que esta é uma cultura que, inequivocamente, é património cultural de Portugal.

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Património

Alentejo tem o primeiro caminho de Santiago certificado.

É a concretização de um processo iniciado em 2019.

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Caminho Português de Santiago Central

“…o primeiro a obter a certificação”

O Caminho Português de Santiago Central – Alentejo e Ribatejo é o primeiro a obter a certificação governamental do órgão de coordenação nacional criado para o efeito, anunciou em comunicado o Ministério da Cultura.

A certificação foi atribuída através de uma portaria conjunta (n.º 120/2021), publicada esta segunda-feira em Diário da República, das secretarias de Estado do Turismo e Adjunta e do Património Cultural, em resposta a uma candidatura apresentada pela Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo (ERTAR).

Trata-se da primeira concretização de um processo iniciado em 2019 e que tem em vista “a certificação dos itinerários que constituem os Caminhos de Santiago em território nacional e a salvaguarda, valorização e promoção do Caminho Português de Santiago”, explica o Governo.

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