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Saúde

Surto de Reguengos: Mais um dia sem mortes ou novos casos.

No Hospital continuam internadas 11 pessoas das quais 6 nos cuidados intensivos.

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Foto: TDS (direitos reservados)

Atualizamos a situação epidemiológica do Concelho com um registo de 170 CASOS POSITIVOS ACUMULADOS, 25 DOS QUAIS CURADOS, 129 ATIVOS e 16 ÓBITOS, situação sem alterações relativamente ao dia de ontem.

“Sem vítimas nem novos casos”

Deste valor total de 129 CASOS ATIVOS relacionados com o último surto, registam-se 86 no Lar e 43 na comunidade (12 curados e 1 óbito).

Estes números verificam-se num universo de cerca de 2.050 testes com resultado conhecido até ao dia de ontem, no qual foram conhecidos resultados de aproximadamente 20 testes.

Estão planeados para hoje e amanhã mais cerca de 30 testes.

Relativamente ao foco infecioso verificado no Lar, registam-se ao dia de ontem 20 casos positivos ativos (5 casos curados e 1 óbito) a trabalhadores e 66 utentes (14 óbitos).

Relativamente ao controlo da propagação na comunidade não se registou qualquer caso nos últimos 4 dias.

A autoridade de Saúde Pública considera que o surto está em resolução, caso não existam novas cadeias desconhecidas (tecnicamente será considerado extinto depois de 28 dias sem novos casos positivos COVID relacionados com as cadeias conhecidas.

INFORMAÇÕES SOBRE O ESTADO DE SAÚDE
Encontram-se 10 utentes do Lar no HESE, 5 dos quais em cuidados intensivos. Dos casos de infeção na comunidade registamos um caso internado em cuidados intensivos.
De entre os profissionais positivos todos estão a recuperar nas suas residências.

Saúde

Lar de Reguengos não cumpria orientações da DGS diz auditoria da Ordem dos Médicos.

Relatório afirma que doentes foram mantidos “em circunstâncias penosas”, facilitando o crescimento do surto.

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Relatório afirma que doentes foram mantidos “em circunstâncias penosas”, facilitando o crescimento do surto.

“Morreram 18 pessoas do lar de Reguenguos de Monsaraz”

O lar não cumpria as orientações da Direção-Geral da Saúde (DGS), conclui uma auditoria da Ordem dos Médicos, que aponta responsabilidades à administração.

O relatório já foi enviado ao Ministério Público, Ministério da Saúde, Direção-Geral da Saúde e à Ordem dos Advogados

A comissão de inquérito da Ordem dos Médicos diz que não era possível cumprir “o isolamento diferenciado para os infetados ou sequer o distanciamento social para os casos suspeitos”.

“Não existia, por exemplo, definição de circuitos de limpos e de sujos, o que foi feito apenas a 26 de junho, nove dias depois de ter sido confirmado o primeiro caso”, sublinha o relatório da auditoria.

A comissão conclui que “os recursos humanos foram insuficientes para a prestação de cuidados adequados no lar, mesmo antes da crise de covid-19, uma situação que se agravou com os testes positivos entre os funcionários, que os impediram de trabalhar”.

O Ministério Público tem vindo a fazer averiguações devendo abrir um inquérito ao caso.

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