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Saúde

Surto de Reguengos: 127 ativos

Surto em resolução mas longe de estar extinto

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Nesta altura registam-se 170 CASOS POSITIVOS ACUMULADOS, 27 DOS QUAIS CURADOS, 127 ATIVOS e 16 ÓBITOS, situação sem alterações relativamente ao dia de ontem.

“Surto em resolução mas longe de extinto”

Deste valor total de 127 CASOS ATIVOS relacionados com o último surto, registamos 86 na FMIVPS e 41 na comunidade (14 curados e 1 óbito).

Estes números verificam-se num universo de cerca de 2.070 testes com resultado conhecido até ao dia de ontem, no qual foram conhecidos resultados de aproximadamente 20 testes.

Estão planeados para hoje e amanhã mais cerca de 40 testes.

Relativamente ao foco infecioso verificado no Lar da FMIVPS, regista-se ao dia de ontem 20 casos positivos ativos (5 casos curados e 1 óbito) a trabalhadores e 66 utentes (14 óbitos).

Relativamente ao controlo da propagação na comunidade não se registou qualquer caso nos últimos 5 dias.

A autoridade de Saúde Pública considera que o surto está em resolução, caso não existam novas cadeias desconhecidas (tecnicamente será considerado extinto depois de 28 dias sem novos casos positivos COVID relacionados com as cadeias conhecidas.

INFORMAÇÕES SOBRE O ESTADO DE SAÚDE
Encontram-se 10 utentes do Lar no HESE, 5 dos quais em cuidados intensivos. Dos casos de infeção na comunidade regista-se um caso internado em cuidados intensivos.

De entre os profissionais positivos estão todos a recuperar nas suas residências.

Saúde

Lar de Reguengos não cumpria orientações da DGS diz auditoria da Ordem dos Médicos.

Relatório afirma que doentes foram mantidos “em circunstâncias penosas”, facilitando o crescimento do surto.

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Relatório afirma que doentes foram mantidos “em circunstâncias penosas”, facilitando o crescimento do surto.

“Morreram 18 pessoas do lar de Reguenguos de Monsaraz”

O lar não cumpria as orientações da Direção-Geral da Saúde (DGS), conclui uma auditoria da Ordem dos Médicos, que aponta responsabilidades à administração.

O relatório já foi enviado ao Ministério Público, Ministério da Saúde, Direção-Geral da Saúde e à Ordem dos Advogados

A comissão de inquérito da Ordem dos Médicos diz que não era possível cumprir “o isolamento diferenciado para os infetados ou sequer o distanciamento social para os casos suspeitos”.

“Não existia, por exemplo, definição de circuitos de limpos e de sujos, o que foi feito apenas a 26 de junho, nove dias depois de ter sido confirmado o primeiro caso”, sublinha o relatório da auditoria.

A comissão conclui que “os recursos humanos foram insuficientes para a prestação de cuidados adequados no lar, mesmo antes da crise de covid-19, uma situação que se agravou com os testes positivos entre os funcionários, que os impediram de trabalhar”.

O Ministério Público tem vindo a fazer averiguações devendo abrir um inquérito ao caso.

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