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SOS Racismo exige que a Câmara de Castro Verde revogue decisão de ‘confinamento étnico’. – TDS Radio e Televisão do Sul
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Autarquias

SOS Racismo exige que a Câmara de Castro Verde revogue decisão de ‘confinamento étnico’.

Associação exige que seja aplicada a lei num repto lançado ao Governo, MP e Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial.

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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Polémica em Castro Verde: Autarquia anunciou ‘rigoroso confinamento’ de comunidade cigana

” … rigoroso confinamento…”

O SOS Racismo exige que a autarquia de Castro Verde ‘…revogue de imediato esta decisão’.

Em causa está o anúncio por parte da autarquia de realizar um ‘rigoroso confinamento’ a toda a comunidade cigana em que foram detectados 17 casos de Covid 19. (Veja AQUI)

O SOS Racismo exige igualmente que, ‘…as entidades competentes, nomeadamente o Ministério Público, Governo e a Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial, analisem o sucedido e apliquem a Lei, denunciando e punindo qualquer medida de segregação étnica’.

“Como todos sabemos, estes casos confirmados de pessoas infetadas com Covid-19 não são os primeiros desde que a pandemia começou em março de 2020. Porém, é a primeira vez que, perante um grupo de pessoas infetadas, uma Câmara Municipal decide avançar com um plano de confinamento étnico. É, assim, uma medida de segregação étnica, inédita no país. Também vai ser desculpabilizada? “, interroga o SOS Racismo.

Numa extensa nota este episódio é abordado simultaneamente com o resultado obtido por André Ventura nas últimas eleições presidenciais.

Autarquias

Autarcas do litoral contra medidas do governo para Odemira.

Autarcas falam de duvidosa eficácia.

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Autarcas do Alentejo Litoral condenam decisão de regressão no processo de desconfinamento para o concelho de Odemira e alertam para a sua duvidosa eficácia.

“Autarcas falam em duvidosa eficácia”

O Conselho Intermunicipal da CIMAL, que reúne os Presidentes de Câmara de Alcácer do Sal, Grândola, Odemira, Santiago do Cacém e Sines decidiu por unanimidade repudiar a regressão no processo de desconfinamento para o concelho de Odemira e associar-se integral e inequivocamente à posição da Câmara Municipal de Odemira.

A CIMAL, em comunicado, refere que “Esta decisão do Conselho de Ministros, que é substanciada em critérios desadequados à realidade do território, manifestamente preocupa o conjunto dos Presidentes de Câmara pelo prejudicial efeito acumulado que incidirá sobre os cidadãos no Alentejo Litoral e mais imediatamente sobre os odemirenses. Mas também, pelo agudizar da consequência económica adversa que inevitavelmente avançará.”

O Conselho Intermunicipal do Alentejo Litoral insta o Governo Português a “robustecer a resposta sanitária, social e económica de modo a sanar esta circunstância e a melhor garantir o bem estar dos nossos concidadão.”

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