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Economia

Sines debate energia e fundo de transição

Na próxima sexta-feira, dia 3 de junho, Sines recebe a II Energy & Climate Summit.

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SINES DEBATE ENERGIA E FUNDO DE TRANSIÇÃO

Na próxima sexta-feira, dia 3 de junho, Sines recebe a II Energy & Climate Summit.

A iniciativa conta com a participação de João Galamba, Secretário de Estado do Ambiente e da Energia, e Isabel Ferreira, Secretária de Estado do Desenvolvimento Regional, para debater o tema da Energia e Fundo de Transição Justa.

Estarão também presentes diversos especialistas do setor privado e investigadores para refletir sobre as melhores práticas e as inovações nas áreas da energia solar e eólica, armazenamento de energia, hidrogénio e gases renováveis. 

“É com muito gosto que recebemos em Sines o II Energy and Climate Summit, numa sessão dedicada à Energia e Fundo para a Transição Justa.

Esta iniciativa do Fórum de Energia e Clima, do Instituto Politécnico de Portalegre e da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo é, neste momento, muito pertinente.

Permitir-nos-á discutir dinâmicas que estão muito presentes, neste momento, no nosso concelho, mas também o que queremos para o futuro.

Por isso, um maior conhecimento sobre o Fundo para a Transição Justa e os mecanismos que nos permitam mitigar os efeitos da alteração do paradigma energético é muito importante para nos prepararmos convenientemente para as transformações que viveremos no futuro próximo”, afirma Nuno Mascarenhas, presidente da Câmara Municipal de Sines.

A conferência realiza-se no dia 3 de junho, no Centro de Artes de Sines, no âmbito do Projeto GUARDIÕES, consórcio entre a CCDR Alentejo, Instituto Politécnico de Portalegre e fórum de Energia e Clima.

“Nesta conferência vamos falar sobre o que precisa de ser feito para que a descarbonização da economia aconteça. A transição energética é uma oportunidade para Portugal se posicionar à escala global, desenvolvendo tecnologia e transferindo conhecimento de forma eficiente para as empresas”, afirma Ricardo Campos, Presidente Fórum da Energia e Clima.

De acordo com o responsável é por isso determinante criar “projetos piloto que estimulem a inovação local ou encontrar mecanismos que estimulem a transferência de conhecimento para as empresas nacionais da economia verde”.

Para Luis Loures, presidente do Instituto Politécnico de Portalegre, “esta segunda conferência adquire uma relevância determinante no contexto da alterações climáticas, transição enérgica e da descarbonizarão, sendo que a sua realização em Sines conta com a participação ativa do Politécnico de Portalegre, instituição de ensino, investigação e formação, que ao longo das últimas décadas tem vindo a trabalhar sobre estas temáticas, contribuindo ativamente para a definição de soluções para os desafios que as novas gerações e o planeta exigem. Esta conferência, além dos aspetos da transição energética, centra-se também no debate do Fundo para a Transição Justa, o que permitirá focar a atenção das instituições regionais e nacionais em torno de temáticas cruciais ao nível do desenvolvimento sustentável da região Alentejo”.

Ao longo do próximo ano, o Projeto GUARDIÕES vai promover ainda três conferências, nomeadamente a 20 e 21 de outubro, em Beja, a 26 e 27 de janeiro 2023, em Évora, e a 22 e 23 abril 2023, em Portalegre.

Economia

Menos empresas constituídas

Em termos regionais, Vila de Rei foi o concelho com maior taxa de constituição de empresas (6.5%)

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Em termos regionais, Vila de Rei foi o concelho com maior taxa de constituição de empresas (6.5%)

Dados do INE

Segundo os dados do INE, disponíveis na aplicação web Municípios Online, em 2020 foram constituídas 39 391 empresas.

Este valor representou uma taxa de constituição de empresas de 3.0%.

Esta percentagem, a mais baixa desde 2016, não terá sido alheia ao período pandémico iniciado em 2020, com impacto até aos dias de hoje.

No mesmo ano foram dissolvidas um total de 16 941 empresas, 1.3% do total de empresas estimado para 2020.

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Em termos regionais, Vila de Rei foi o concelho com maior taxa de constituição de empresas (6.5%).

Seguiram-se os concelhos de Valença (5.1%) e Lisboa e Vila do Conde (ambos com uma taxa de 5.0%).

Em sentido oposto, o concelho de Velas não registou qualquer constituição de empresas. Nos concelhos de Povoação e Lajes das Flores a Vinhais a taxa de constituição de empresas não ultrapassou os 0.4%.

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Os dados disponíveis para 2020 mostram ainda que, em apenas 7 concelhos, houve mais empresas dissolvidas do que criadas (por exemplo em Pedrógão Grande, Velas e Pampilhosa da Serra).

Nos concelhos de Povoação e Mortágua o número de empresas constituídas e dissolvidas foi o mesmo. Já nos restantes concelhos, o número de empresas constituídas ultrapassou as dissolvidas, de que são exemplo os concelhos de Lisboa, Porto, Cascais, Sintra e Vila Nova de Gaia.

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Autarquias

Impactos da Mina da Lagoa Salgada em Grândola preocupam autarquia.

Exploração de metais na Mina da Lagoa Salgada, entre Grândola e Alcácer do Sal, abrange uma área de cerca de 13 mil hectares.

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Câmara alerta entidades responsáveis para os impactos

Mina da Lagoa Salgada

A Câmara Municipal de Grândola emitiu parecer durante a consulta pública para definição do âmbito do estudo de impacto ambiental para o projeto da Mina da Lagoa Salgada.

No documento, datado de maio de 2022, a autarquia coloca sérias reservas – quer ao nível do impacto ambiental, paisagístico e social, quer do desenvolvimento económico do concelho – ao modelo de exploração da denominada “Mina da Lagoa Salgada”.

O parecer do município de Grândola à prospeção e exploração de metais na Mina da Lagoa Salgada, entre Grândola e Alcácer do Sal, que abrange uma área de cerca de 13 mil hectares, é justificado pelo facto de o projeto, nos moldes em que é apresentado, não salvaguardar os interesses das populações e do território.

O desenvolvimento sustentável do concelho de Grândola, assente num modelo que respeite o ambiente, preserve a paisagem, que previna os riscos das alterações climáticas, tendo sempre como objetivo o aumento da qualidade de vida da população, é a prioridade da autarquia.

Para a Câmara Municipal de Grândola, a defesa do ambiente e o desenvolvimento da agricultura e floresta, da economia e inovação, devem estar alinhados para garantir a sustentabilidade para o futuro e criar respostas benéficas para as populações.

O Parecer da Comissão de Avaliação, que integra o parecer da Câmara de Grândola, pode ser consultado AQUI

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Economia

Costa veio falar de energias limpas mas local da cerimónia tinha gerador a gasóleo.

Tenda montada no paredão foi da responsabilidade da EDP

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Central solar flutuante do Alqueva

Gerador a gasóleo

A nova central solar de Alqueva, flutuante, fez António Costa realçar o caminho que  Portugal tem feito ao nível das renováveis.

Diz o primeiro ministro que se todos na Europa fossem como Portugal a dependência de Putin seria muito menor.

António Costa disse tudo isto numa tenda montada pela EDP e ‘alimentada’ por um gerador gigante alimentado a gasóleo.

Apesar de a cerimónia ter sido em pleno paredão da barragem que produz energia eléctrica.

A nova central vai produzir energia limpa para abaster até 1.500 habitantes.

A central solar flutuante é constituída por “perto de 12 mil painéis fotovoltaicos” .

O projeto do Alqueva é, pois, “o maior parque solar flutuante em albufeira de barragem na Europa”, realçou a empresa portuguesa, “pioneira a nível europeu no desenvolvimento da tecnologia de solar flutuante”.

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