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Economia

Sindicato diz que a TYCO de Évora está a chantagear os trabalhadores.

O SIESI já apresentou à TYCO a sua posição e informou que irá intervir e denunciar às entidades competentes e a outras caso a Direcção da empresa mantenha esta postura.

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A direcção da TYCO, em Évora, está a chantagear os trabalhadores sob o pretexto da pandemia do COVID-19, apresentando-lhes duas alternativas: ou gozam 4 dias de férias agora, ou vão para Layoff .

Uma chantagem inaceitável, segundo o SIESI, de uma empresa que teve milhões e milhões de lucros nos últimos anos, acusa o SIESI – Sindicato das Indústrias Eléctricas, num comunicado aos trabalhadores.

A nota refere ainda que a “ A Direcção da TYCO tenta assim encostar os trabalhadores à parede, com chantagem e com o medo, levando a que os trabalhadores escolham o “mal menor”, ainda por cima quando grande parte dos trabalhadores já tinham as férias marcadas e validadas pelas hierarquias noutros períodos.”

O sindicato recorda: “O direito a férias está consagrado na lei e o princípio estabelecido refere que as férias devem ser exercidas “de modo a proporcionar ao trabalhador a recuperação física e psíquica, condições de disponibilidade pessoal, integração na vida familiar e participação social e cultural” (art. 237º, 4) do Código do Trabalho).

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Economia

Abril foi o pior mês para o Alojamento Local.

No último mês, foram registadas apenas 189 novas unidades de alojamento local. Este número corresponde a pouco mais de 10% dos registos verificados no mesmo mês de 2019: 1750 registos.

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Abril de 2020 foi o mês com menos novos registos de alojamento local desde setembro de 2014.

O interesse pelo alojamento local praticamente desapareceu no último mês e tornou-se um ativo “quase tóxico”, segundo os dados divulgados esta segunda-feira pela consultora Imovendo.

“Os investidores nesta área já estão mesmo a apostar na venda de ativa ou no arrendamento de longa duração.”

No último mês, foram registadas apenas 189 novas unidades de alojamento local. Este número corresponde a pouco mais de 10% dos registos verificados no mesmo mês de 2019: 1750 registos.

“Esta é apenas uma evidência da falta de confiança que os investidores atualmente sentem e que revela também que as expectativas futuras para o turismo, em geral, e para o alojamento local em particular, são longe de animadoras, mesmo com os programas que algumas câmaras municipais já anunciaram, como é o caso de Porto e Lisboa”, assinala Manuel Braga, presidente executivo da Imovendo, citado em nota de imprensa.

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