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Saúde Pública nunca visitou o Lar de Reguengos porque o responsável tem mais de 70 anos. – TDS Radio e Televisão do Sul
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Saúde Pública nunca visitou o Lar de Reguengos porque o responsável tem mais de 70 anos.

O delegado de saúde coordenador, Augusto Brito, nunca esteve no lar por pertencer a grupo de risco.

Augusto Santana Brito, Delegado de Saúde Coordenador Foto: TDS
Rádio e Televisão do Sul | TDS

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Relatório da Ordem dos Médicos

“Augusto Brito, justificou à Ordem dos Médicos que nunca esteve no lar por ter mais de 70 anos”

Segundo refere o Relatório da Ordem dos Médicos, a que a TDS teve acesso, “A Autoridade de Saúde Pública local não realizou visita ao Lar (edifício original).

O documento adianta que “O Dr. Augusto Santana Brito, Delegado de Saúde Coordenador, justifica o facto por pertencer ele próprio a um grupo de risco (+ de 70 anos).”

Este responsável resolveu ‘delegar’ esta sua função a uma enfermeira do Hospital de Évora que, sabe a TDS, visitou o lar a 23 de junho (6 dias após o primeiro caso).

No relatório da Ordem é igualmente referido que o Delegado de Saúde Coordenador que seria o Director Clinico do ACES a ‘assumir a responsabilidade pela instituição.’

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Passadiços no Pulo do Lobo custam quase meio milhão de euros e alteram a imagem da encosta.

A obra é financiada por fundos comunitários. Veja imagens de drone.

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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foto e vídeo: TDS (direitos reservados)

Câmara de Serpa investe mais de 460 mil euros na construção dos passadiços no Pulo do Lobo.

“Passadiços estão quase prontos”

A obra vai permitir descer a encosta e observar as várias espécies de flora e fauna em pleno Parque Natural do Vale do Guadiana.

“A criação dos passadiços do Pulo do Lobo decorre da estratégia de desenvolvimento traçada pela Câmara de Serpa, onde a salvaguarda e valorização do património são determinantes, neste caso do património natural”, referiu Tomé Pires, presidente da autarquia, acrescentando que os passadiços que estão a ser construídos pela encosta da margem esquerda do Guadiana e que se estendem até à queda de água vão “valorizar a paisagem, permitindo a circulação e acesso à margem do Rio Guadiana, nas imediações da cascata, através de estruturas [em madeira] de acesso exclusivamente pedonal e integradas no meio natural”.

Os 50 metros, íngremes, até à margem do rio vão poder ser feitos em segurança, através de uma escadaria em madeira, com cerca de 300 degraus.

Ao longo das escadas, a cada 18 degraus, existem patamares para descanso dos visitantes e que servem também como miradouros.

Os passadiços oferecem uma vista privilegiada para a cascata do Pulo do Lobo, uma queda de água situada no Rio Guadiana.

Formada pelas águas do Rio Guadiana, a cascata tem “águas claras e cristalinas” que formam “um mar de espuma pelo meio de umas montanhas rochosas”, desaguando depois num lago com águas calmas.

O Pulo do Lobo é também um lugar de lendas e histórias.

A mais conhecida dá conta de um “homem audaz ou um lobo acossado que poderiam transpor só com um salto o desnível estreito e natural”.

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