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“Sangre Ibérico” em Alcácer do Sal na noite de 24 de abril

As festividades continuam dia 25 de abril, pelas 9h, com a realização da cerimónia de hastear da bandeira nacional no edifício dos paços do concelho.

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A noite de 24 de abril na Praça Pedro Nunes, em Alcácer do Sal, vai ser animada por sonoridades fortemente influenciadas pelo fado de Portugal e pelo flamenco de Espanha, num concerto protagonizado pelos “Sangre Ibérico”.

Sangre Ibérico em Alcácer do Sal

Com início pelas 22h30, o espetáculo, proporcionado pela Câmara Municipal de Alcácer do Sal no âmbito das comemorações dos 45 anos da “Revolução dos Cravos”, reúne em palco o grupo criado em 2014 pelos amigos Alexandre Pereira (voz, percussão e cajón flamenco) e André Amaro (voz e guitarra), a quem se juntou no ano seguinte Paulo Maia (guitarra flamenca).

Após o sucesso da sua participação num programa televisivo de talentos, a banda lançou o seu primeiro disco de originais em 2018, composto por 12 temas, entre inéditos e versões de temas bem conhecidos, com a participação de alguns dos nomes mais importantes da música portuguesa, enquanto autores e compositores. “Sangre Ibérico” é, assim, um projeto musical que alia a tradição à modernidade, num registo inovador.

À fusão de fados e música tradicional portuguesa com rumbas flamencas segue-se, à meia-noite, um espetáculo de fogo de artifício. A este sucede-se a atuação da DJ Solange F, conhecida do grande público do mundo do teatro, bem como de um programa televisivo na SIC Radical.

Património

Forte de Albarquel está a ser reabilitado

A fortaleza foi projetada em 1642, no contexto da Guerra da Restauração da Independência portuguesa, quando D. João IV procedeu a uma ampla remodelação da estratégia defensiva de Portugal, à qual não foi alheia a proteção da barra do Sado.

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O Forte de Albarquel está a ser reabilitado numa operação liderada pela Câmara Municipal de Setúbal, com trabalhos com conclusão prevista para setembro, que devolve aquele património do século XVII à cidade com novas valências culturais e educativas.

As obras de recuperação da antiga fortificação militar foram iniciadas em agosto do ano passado e, durante todo este período, os trabalhos estiveram centrados, sobretudo, no interior do imóvel cedido pelo Ministério da Defesa à Câmara Municipal de Setúbal, em janeiro de 2015, por um período de 32 anos.

Por se tratar de um edifício com elevado valor patrimonial, a opção do gabinete de arquitetura responsável pelo projeto de reabilitação do Forte de Albarquel focou a prioridade no interior do imóvel, no qual foi necessário conduzir um delicado conjunto de ações de restauro e concretizar novas soluções estruturais.

A operação, a decorrer há cerca de nove meses, com encargos repartidos entre a autarquia e o The Helen Hamlyn Trust, no âmbito de um memorando de entendimento firmado em 2016, reserva para a fase final da intervenção os trabalhos de recuperação do exterior da fortaleza, ações de maior impacte visual para o público.

Além da recuperação do edificado histórico, a operação, cuja conclusão, de acordo com o caderno de encargos, está prevista para setembro, contempla um conjunto de ações de beneficiação da área envolvente, trabalhos a executar pela Câmara Municipal de Setúbal.

Esquecido ao longo de décadas e longe da imponência militar de outros tempos, o Forte de Albarquel renasce com num plano delineado pelo município para o transformar num espaço cultural e educativo, com valências museológicas e expositivas, componentes para diversas manifestações culturais e artísticas e funções de sala de visitas da cidade.

O Forte de Albarquel, localizado na praia com o mesmo nome, na margem direita da foz do rio Sado, integrou, a partir do século XVII, a linha defensiva do trecho do litoral que se estendia entre Setúbal e Sesimbra e funcionou como complemento do Forte de São Filipe na proteção da povoação marítima sadina.

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