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Turismo

Rota Vicentina apela à co-responsabilização dos seus visitantes

Em causa a crescente tendência do campismo e caravanismo selvagem, que deixam um rasto de lixo e dejectos humanos nas falésias e praias.

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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“Associação Rota Vicentina apela a uma conduta consciente por parte de todos os visitantes”
É com forte preocupação que os agentes e habitantes locais constatam uma crescente tendência do campismo e caravanismo selvagem, que deixam um rasto de lixo e dejectos humanos nas falésias e praias do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina.
Por isso, a Associação Rota Vicentina apela a uma conduta consciente por parte de todos os visitantes.
A Rota Vicentina distingue-se de tantas rotas pelo mundo fora, pelo facto de ser uma Associação Privada assente numa rede de dezenas – na verdade, mais de duas centenas! – de empresas locais.
Estas empresas acreditam nos princípios de sustentabilidade que o projecto tem para a região e o seu investimento reparte-se entre o seu próprio negócio e o trabalho conjunto que a Rota Vicentina representa.

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Autarquias

Cemitério da Aldeia da Luz tem direitos de autor.

Museu da Luz e Igreja também tem direitos de autor.

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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Tem apenas 19 anos mas está longe de ser uma aldeia sem problemas.

“Cemitério com direitos de autor”

O cemitério da Aldeia da Luz, no concelho de Mourão, foi projectado para 30 anos mas aos 12 percebeu-se que não tinha capacidade. 

O espaço tem hoje apenas uma sepultura disponível depois de um funeral realizado ontem na aldeia.

A Junta de Freguesia da Luz e a Câmara de Mourão tem tentado evitar ‘problemas’ de falta de espaço e andam num processo nos últimos 3 anos para prolongarem o cemitério.

O problema é que o arquitecto responsável pela obra, quando a aldeia foi construída, tem direitos de autor sobre a obra.

As obras de alargamento estão a decorrer, finalmente, mas só foram possíveis após ser o próprio arquitecto a desenvolver o projeto.

Mas surgiu outra dificuldade.

O preço inicial da obra era de 72 mil euros mas ‘derrapou’ e o valor já vai nos 120 mil euros.

A junta não tem meios para liquidar a conta, a EDIA paga apenas metade do valor inicial (36 mil euros) e a autarquia diz ‘existir um verdadeiro problema’.

Não tem verba para o pagamento.

Junta de Freguesia e Câmara Municipal tentaram a construção do alargamento do Cemitério mas devido aos direitos adquiridos pelo arquitecto teve que ser este a desenvolver a obra mas a um custo mais elevado.

Para além do cemitério também o museu e a igreja da nova aldeia da luz tem direitos de autor.

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