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Reguengos de Monsaraz, Grândola, Évora e Moura as maiores preocupações.

Só estes 4 concelhos tem 194 casos activos de covid 19

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Covid 19 na região Alentejo

“Só estes 4 concelhos tem 194 casos activos de covid 19”

São os 4 surtos de covid 19 na Região Alentejo que nesta altura preocupam.

O destaque vai naturalmente para Reguengos de Monsaraz com 131 activos.  Évora começa a ser uma outra preocupação com os casos a subir diariamente no concelho.

Já são 33 os doentes covid 19 que estão nesta altura ativos.

Grândola nunca teve tantos activos como tem agora. São 21 os activos. É o concelho no litoral alentejano que mais preocupa.

Por último Moura, que registou um surto de grande dimensão na comunidade cigana, tem agora 9 novos casos no concelho.

Na região já se registaram desde o início da pandemia 18 mortes.

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Covid 19: Mapa de casos por concelho – TDS Radio e Televisão do Sul

[…] Reguengos de Monsaraz, Grândola, Évora e Moura as maiores preocupações. […]

Saúde

Lar de Reguengos não cumpria orientações da DGS diz auditoria da Ordem dos Médicos.

Relatório afirma que doentes foram mantidos “em circunstâncias penosas”, facilitando o crescimento do surto.

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Relatório afirma que doentes foram mantidos “em circunstâncias penosas”, facilitando o crescimento do surto.

“Morreram 18 pessoas do lar de Reguenguos de Monsaraz”

O lar não cumpria as orientações da Direção-Geral da Saúde (DGS), conclui uma auditoria da Ordem dos Médicos, que aponta responsabilidades à administração.

O relatório já foi enviado ao Ministério Público, Ministério da Saúde, Direção-Geral da Saúde e à Ordem dos Advogados

A comissão de inquérito da Ordem dos Médicos diz que não era possível cumprir “o isolamento diferenciado para os infetados ou sequer o distanciamento social para os casos suspeitos”.

“Não existia, por exemplo, definição de circuitos de limpos e de sujos, o que foi feito apenas a 26 de junho, nove dias depois de ter sido confirmado o primeiro caso”, sublinha o relatório da auditoria.

A comissão conclui que “os recursos humanos foram insuficientes para a prestação de cuidados adequados no lar, mesmo antes da crise de covid-19, uma situação que se agravou com os testes positivos entre os funcionários, que os impediram de trabalhar”.

O Ministério Público tem vindo a fazer averiguações devendo abrir um inquérito ao caso.

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