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Autarquias

Redondo apoia agentes económicos do concelho.

Subsídio não reembolsável, terá um valor máximo de 40% das despesas apresentadas.

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Apoio Extraordinário aos Agentes Económicos do Concelho de Redondo

“subsídio não reembolsável, terá um valor máximo de 40% das despesas apresentadas”

A situação pandémica que atravessamos tem evidentes implicações na atividade das empresas, com particular gravidade junto das micro e pequenas empresas, que constituem a grande maioria do tecido económico local do nosso concelho.

Com o objetivo de contribuir para a manutenção desse tecido económico e dos postos de trabalho que representa, a Câmara Municipal de Redondo aprovou, na Reunião de dia 07 de abril, as normas de aplicação do “Apoio Extraordinário aos Agentes
Económicos do Concelho de Redondo – 2021”.

O apoio destina-se às empresas e/ ou empresários com sede e atividade no Concelho de
Redondo:
– Cujo encerramento de estabelecimentos/ atividades foi determinado por imposição dos diplomas legais que concretizaram e regulamentaram os sucessivos estados de emergência, ou;
– Que comprovem ter sofrido quebras de faturação de pelo menos 30%, entre os anos
de 2019 e 2020.

A medida visa comparticipar os agentes económicos, sob a forma de subsídio não reembolsável, das despesas realizadas nos meses de fevereiro, março e abril de 2021 – e comprovadamente pagas – nas seguintes tipologias:
– Rendas ou prestações de crédito imobiliário referentes aos imóveis afetos à atividade;
– Despesas com eletricidade, imputáveis à atividade;
– Despesas com o abastecimento de água, saneamento e resíduos sólidos urbanos, imputáveis à atividade.

O apoio, sob a forma de subsídio não reembolsável, terá um valor máximo de 40% das despesas apresentadas, sujeito a ajustamento em baixa, se atingido o valor da dotação disponível, que é de 100.000,00€ (cem mil euros).

Autarquias

Autarcas do litoral contra medidas do governo para Odemira.

Autarcas falam de duvidosa eficácia.

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Autarcas do Alentejo Litoral condenam decisão de regressão no processo de desconfinamento para o concelho de Odemira e alertam para a sua duvidosa eficácia.

“Autarcas falam em duvidosa eficácia”

O Conselho Intermunicipal da CIMAL, que reúne os Presidentes de Câmara de Alcácer do Sal, Grândola, Odemira, Santiago do Cacém e Sines decidiu por unanimidade repudiar a regressão no processo de desconfinamento para o concelho de Odemira e associar-se integral e inequivocamente à posição da Câmara Municipal de Odemira.

A CIMAL, em comunicado, refere que “Esta decisão do Conselho de Ministros, que é substanciada em critérios desadequados à realidade do território, manifestamente preocupa o conjunto dos Presidentes de Câmara pelo prejudicial efeito acumulado que incidirá sobre os cidadãos no Alentejo Litoral e mais imediatamente sobre os odemirenses. Mas também, pelo agudizar da consequência económica adversa que inevitavelmente avançará.”

O Conselho Intermunicipal do Alentejo Litoral insta o Governo Português a “robustecer a resposta sanitária, social e económica de modo a sanar esta circunstância e a melhor garantir o bem estar dos nossos concidadão.”

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