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Quercus e GNR falam em abate ilegal de 3 mil árvores em Monforte. – TDS Radio e Televisão do Sul
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Agricultura

Quercus e GNR falam em abate ilegal de 3 mil árvores em Monforte.

Veja as declarações do dirigente da Quercus.

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ICNF ordenou a paragem imediata dos trabalhos de limpeza na herdade de Monforte

“3 mil árvores abatidas em Monforte”

O Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas ordenou “a paragem imediata” dos trabalhos de limpeza na herdade de Monforte que abateu azinheiras.

O ICNF foi informado pelo Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente da GNR sobre a identificação do abate de azinheiras.

A Direção Regional de Conservação da Natureza e Florestas do Alentejo esteve igualmente no local e testemunhou o abate de azinheiras jovens por excesso de densidade, sem autorização, realização de podas de formação e podas de manutenção executadas de forma excessiva”.

Entretanto a Quercus solicitou ao Serviço de Proteção da Natureza e Ambiente da GNR, para fiscalizar com regularidade no sentido de impedir a continuação do corte de azinheiras, assim com das podas abusivas.

A Quercus exige que sejam apuradas responsabilidades sobre a poda e corte ilegal de azinheiras, relembrando que fica proibida a alteração do uso do solo durante 25 anos, o estabelecimento de quaisquer novas atividades, designadamente agrícolas, industriais ou turísticas, conforme legislação aplicável.

Veja as declarações de José Janela da Quercus.

Agricultura

Associação de Beneficiários do Mira obrigada a regularizar caudal do rio Mira.

ABMira coloca em causa a vida selvagem

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A Agência Portuguesa de Ambiente (APA) solicitou à Associação de Beneficiários do Mira, “as medidas necessárias à minimização» do corte do caudal ecológico do rio Mira

“APA notifica APMira”

A APA/Administração da Região Hidrográfica do Alentejo, refere que a ABM foi alertada para os «potenciais problemas que advirão» se não tomar medidas para corrigir a situação «com a máxima brevidade».

A confirmação foi dada por André Matoso, diretor regional da APA, ao site ‘Sul Informação’.

O mesmo responsável acrescentou que «não foi indicado [à ABM] um prazo concreto», mas foi «transmitida a necessidade de ser resolvida esta situação com a máxima brevidade».

O corte do caudal da água que sai da Barragem de Santa Clara levou a que o nível das águas a jusante da albufeira descesse de forma drástica.

Além de causar problemas a quem usa a água do rio para rega, este corte põe também em causa a vida selvagem no vale de Santa Clara.

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