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Turismo

Quer jantar numa cavalariça?

Comer numa cavalariça pode ser uma verdadeira experiência gastronômica.

Carla Correia

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Pode ficar descansado. Não é uma cavalariça comum onde se come a cheirar a cavalo. Esta cavalariça é gourmet e está na Comporta, em Alcácer do Sal.

Apesar de estar situado nos antigos estábulos da Herdade da Comporta o restaurante não é tipicamente alentejano.

A cozinha vai buscar várias técnicas e influências, inclusive de fora do país. Ainda assim, um dos segredos é o facto de utilizarem alimentos da região e sempre frescos.

Para além de entradas, prato principal e sobremesa o restaurante oferece ainda cocktails diversos, tudo num ambiente que foge ao comum dos restaurantes.

O espaço, apesar de ser uma antiga cavalariça e de terem mantido os traços originais, tem uma decoração renovada e leve, a condizer com a praia que fica a poucos quilômetros de distância.

O restaurante está fechado durante o inverno mas volta a abrir portas já em abril.

Se jantar onde os cavalos pastavam é uma opção a considerar pode encontrar mais informações AQUI. 

Património

Jornal espanhol compara Badajoz e Elvas. ‘Nuestros hermanos’ elogiam os portugueses.

Em causa a limpeza junto aos monumentos históricos das duas cidades

TDS noticias

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Sob o título ‘Elvas limpa as encostas’ o Jornal Hoy de Badajoz fez uma comparação entre a ‘limpeza’ junto aos monumentos dos dois lados da fronteira.

Os elogios vão todos para Elvas que, dizem os espanhóis, é uma cidade mais limpa e que cuida muito melhor dos seus monumentos.

Leia o artigo traduzido para português:

“Elvas e Badajoz são cidades vizinhas separadas por pouco menos de vinte quilómetros e, além disso, fazem parte da mesma eurocidade. Mas a distância, os países a que pertencem e a língua não são as únicas coisas que os diferenciam. A conservação do meio ambiente de seus monumentos é outro dos aspectos marcantes que os distinguem.

É suficiente andar pelas duas cidades para apreciar as diferenças. Por exemplo, tomando como referência as encostas da Alcazaba e do forte de San Cristóbal Pacenses, e do ‘Forte da Graça’ e o aqueduto de Elvas.

Deste lado da Raya, o estado da vizinhança destes dois monumentos é muitas vezes controverso devido à sujeira e mato que os invade e aos incêndios que ocorrem por esse motivo. O último ocorreu em junho passado, apesar do fato de que o problema está sendo reduzido devido ao último trabalho de limpeza.

A situação dos arredores da Alcazaba e Forte de San Cristóbal é muitas vezes controversa

Depois do último verão, o trabalho de limpeza foi realizado e depois as áreas estão sendo tratadas com produtos fitossanitários.

No entanto, esses cantos estão longe de serem tão limpos quanto os portugueses. “Você tem que cuidar um pouco mais”, diz Santa Marín, vizinha do forte de San Cristóbal.

O forte, construído no século XVII, é um dos monumentos mais importantes de Badajoz, mas a área que o rodeia não corresponde à sua importância. As escadas que acessam as instalações pela rua Inés Medrano Gil levam os visitantes a um terreno baldio cheio de sujeira e detritos.”

O local é invadido por vegetação pobre e negligenciada, com marcas de incêndios e árvores caídas. O que poderia ser uma caminhada cultural planejada tornou-se uma caminhada cheia de obstáculos. Marín viveu sete meses ao lado do monumento, e durante este tempo ele pôde observar que a área não recebe a atenção necessária. «Não se cuide», frase.

Há três anos, a colaboração com um pastor começou para que suas cabras pudessem limpar as encostas, mas o resultado foi insuficiente. Todos os anos as chamas ameaçam o monumento, chegaram até a cerca do perímetro do forte.

Do outro lado do rio, a situação não é melhor. A Alcazaba de Badajoz, declarada Monumento Histórico-Artístico em 1931, possui um grande espaço verde, mas nem toda a área é conservada da mesma forma.

Na rua Suárez de Figueroa, onde fica o portão dos Carros, a entrada mais larga do monumento, há um grande contraste na manutenção de algumas áreas e outras. A poucos metros de um gramado regado e bem cortado, com árvores que decoram o acesso ao local, é possível encontrar arbustos secos de grandes dimensões.

O mesmo acontece dentro da Alcazaba, onde várias áreas de paisagismo não são melhores devido à falta de cuidados.

Juan Francisco Chaves mora ao lado do monumento há nove anos e, irritado, diz que “a área é regular, poderia ser melhor”. Ele acredita que “mais dinheiro é investido no centro” do que no resto da cidade. Isabel Díez, que também mora na área, coincide com Chaves. Não só se queixa da situação dos espaços verdes do bairro, mas também do estado das ruas em geral.

Omar Rosas costuma passear pela Alcazaba e afirma que a área “precisa de mais amor”. Também denuncia a ausência de pessoal de segurança no monumento. Rosas considera que as áreas verdes de Elvas são mais bem cuidadas do que as da capital de Palencia.

É verdade que os vizinhos consultados pelo HOY louvam a conservação do parque do Guadiana. Alfonso López, morador da região, costuma passear com seu cachorro nas margens do rio e pontuá-lo com dez.

Elvas, nada para ver
Por seu turno, a cidade vizinha foi declarada Patrimônio da Humanidade em 2012. Apesar de seu pequeno tamanho, tem um grande legado militar e a maior fortificação da Europa.

Ao entrar em Elvas, sua vegetação oferece uma recepção calorosa ao visitante. As áreas verdes da cidade são caracterizadas pelo verde intenso e limpeza. Acima de tudo, é exemplar a manutenção das áreas próximas aos principais monumentos portugueses, em que não se encontra nenhum matagal negligenciado.

Lá, a vegetação é perfeitamente cortada, de modo que as chances de ocorrência de um incêndio são muito menores.

THAMIRIS MITTER /Jornalista do Hoy

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