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Policias

PSP de Beja tem esquadra sem condições, falta de meios e de verba para viaturas.

Denúncia é feita pela ASPP/PSP que reune hoje em Beja.

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Tomada de posse de delegados da ASPP/PSP

“ASPP fala em falta de condições na esquadra de Beja “

A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) reune esta quarta-feira, 16 de junho, pelas 10.30, no Comando Distrital da PSP de Beja.

Na reunião que serve para a tomada de posse formal dos delegados eleitos, a ter lugar na sede distrital da ASPP/PSP, estará presente o presidente da ASPP/PSP, Paulo Santos.

A Associação Sindical irá ainda discutir formas de luta, caso as negociações em curso não decorram de acordo com as expectativas dos polícias, assentes na proposta já apresentada para os suplementos remuneratórios e subsídio de risco.

A nível local, Beja, a ASPP irá debater as suas principais preocupações, segundo refere em comunicado.

“O problema das infraestruturas já envelhecidas e sem condições próprias para o exercício das funções policiais, nomeadamente na Esquadra sede (Divisão Policial), necessitando de obras de remodelação urgentes; o parque informático já ‘desatualizado’, bem como a escassez de emissores recetores para comunicações policiais; Falta de verba para reparação dos veículos motorizados”.

Crime

Militares da GNR de Reguengos não foram chamados aos tumultos. Acompanharam os agressores.

Agressores foram pedir ‘justiça’ ao posto da GNR.

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Violência em Reguengos de Monsaraz

“Militares acompanharam agressores”

A história dos acontecimentos de Reguengos de Monsaraz, no último fim de semana, não está contada na sua totalidade.

Os militares da GNR não foram chamados para ‘acalmar’ os tumultos.

Tudo começou quando os alegados agressores tentaram que lhes fosse servida bebida tendo o proprietário do espaço recusado. “Era cerca das 22h00 e a lei proíbe a venda de bebidas alcoólicas”, segundo referiu fonte próxima do proprietário do bar .

Após a recusa os alegados agressores foram às instalações da GNR de Reguengos de Monsaraz pedir a intervenção da GNR contra o próprio bar.

Para espanto de todos os agressores chegaram ao bar, pouco depois, acompanhados dos dois militares da GNR, visíveis nas imagens.

O responsável do bar justificou a recusa da venda de bebidas alcoólicas, às autoridades, tendo os alegados agressores partido para a violência.

Três pessoas ficaram feridas após atropelamento, uma delas com fracturas num membro superior, tendo sido assistido no Hospital de Évora.

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