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Projeto de casa na Herdade da Considerada distinguido com prémio de arquitetura internacional

A “Casa 3000”, localizada em Alcácer do Sal é um projeto do arquiteto Luís Rebelo de Andrade

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A “Casa 3000”, com projeto do arquiteto Luís Rebelo de Andrade e situada na Herdade da Considerada, no concelho de Alcácer do Sal, foi distinguida nos prémios de arquitetura da conceituada plataforma internacional online Architizer A+, na categoria Conceitos – Plus – Arquitetura + Cor.

Escolhida de entre 553 finalistas a concurso, a “Casa 3000” situa-se numa extensão de 500 hectares de terreno árido, sobreiros e pinheiros, a cerca de 7km da cidade de Alcácer do Sal.

Numa paisagem uniforme, o projeto prima pela cor distinta, que o torna numa espécie de marco geodésico de referência e localização na Herdade.

A casa, assim como o armazém agrícola, foram concebidos para privilegiar a sustentabilidade energética, com painéis fotovoltaicos e termocoletores que permitem que a casa produza mais energia do que a que consome.

A aparente simplicidade de design remete para o imaginário romântico da casa na pradaria e da vida dos conquistadores do oeste americano. No interior, a casa é luminosa, com destaque para uma escadaria central revestida de madeira.

A plataforma Architizer A+ avalia anualmente milhares de projetos de cerca de 100 países do mundo, nos prémios que são tidos como “o maior programa de prémios a celebrar a melhor arquitetura e produtos do ano”.

(Foto: João Guimarães – JG PHOTOGRAPHY)

 

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DGArtes ‘mata’ CENDREV. Companhia de Évora encerra em janeiro de 2020 por falta de apoio.

Alentejo é a única região do país com menos apoios em relação aos anos passados

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Falta de apoio leva ao fim do CENDREV em janeiro próximo

O CENDREV já reagiu ao não apoio por parte da DGArtes para os próximos dois anos. O mapa de apoios foi hoje divulgado e o Alentejo é a única região do país em que o valor total de apoio reduz em relação ao ano anterior. (Ver notícia AQUI)

‘A notícia da falta de apoio por parte da DGArtes confronta a companhia com a inevitabilidade de ter de encerrar a sua actividade a partir de Janeiro de 2020’, é assim que o cendrev reagiu em comunicado emitido já esta noite.

A redução do financiamento destinado à região do Alentejo exclui a possibilidade de atribuição da verba de apoio à candidatura do CENDREV que, mesmo considerada elegível em sede de avaliação, se vê profundamente penalizada pelo desinvestimento no apoio à cultura na região.

Ao contrário do que se verifica com todas as outras regiões do país, onde se chega até a registar um aumento de quase 70% na verba atribuída, o Alentejo é a única região que não só não vê reflectido nenhum aumento, como sofre, mais uma vez, uma assinalável redução da verba de apoio.

Tudo isto se torna ainda mais absurdo quando acabámos de ouvir, na recente campanha eleitoral, que a meta é a Cultura passar a receber 2% do Orçamento Geral do Estado e a Direcção Geral das Artes confirma um aumento de 83% nas verbas atribuídas a nível nacional.

‘Com esta notícia, o CENDREV – Centro Dramático de Évora vê-se absolutamente constrangido a retirar-se da luta pela cultura e pela descentralização teatral, a escassos três meses de completar 45 anos de actividade ininterrupta de serviço público e de acção cultural’, refere a nota.

Alentejo é a única região do país em que é reduzido o apoio às artes.

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