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Agricultura

Produtores de leite indignados com proibição de carne de vaca nas cantinas da Univ. de Coimbra

Produtores esperam que estudantes e professores possam ter uma alimentação completa, equilibrada e variada, sem falta de ferro e vitamina B12, que permita estudar, investigar e decidir com bom senso.

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A  Associação dos Produtores de Leite de Portugal, manifestou o seu protesto perante o anúncio da proibição de carne de vaca nas cantinas da Universidade de Coimbra a partir de janeiro de 2020 e manifestar solidariedade a todos os criadores de bovinos em Portugal.

Segundo refere o comunicado “É incompreensível que o Reitor de uma universidade com setecentos anos de história queira banir um alimento com milhares de anos e que terá contribuído para o desenvolvimento do cérebro dos nossos antepassados”, refere a associação.

A associação refere igualmente que a carne não é o principal produto das vacarias, mas a venda ou engorda dos vitelos machos e das vacas após o fim da vida produtiva é um complemento fundamental, quando o preço do leite está abaixo do custo de produção.

Portugal importa quase 50% da carne bovina que consome. Quem se preocupa com a pegada ecológica dos alimentos pode começar por escolher carne nacional, sem consumo de combustíveis na importação e baseada na pastagem ou cultivo de terras que de outra forma ficariam abandonadas, sendo pasto privilegiado para incêndios que, além do perigo de vida para as populações, são uma enorme libertação de carbono para a atmosfera.

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Agricultura

Foto de trator a pulverizar campo está a indignar nas redes sociais

As monoculturas tem sido criticadas após o aumento de zona cultivada de Olival, Amendoal, entre outras culturas.

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Foto: (Facebook-Jorge Campaniço)

Campos a serem pulverizados levanta indignação nas redes sociais

A foto foi tirada entre Moura e Sobral da Adiça, segundo o autor.

No texto que a acompanha pode ler-se: ‘Com este “tipo de agricultura” baseada no uso abusivo de pesticidas, herbicidas e outros, os campo tornar-se-ão inférteis , os aquíferos contaminados o ar que respiramos poluído.

Se nada for “feito” de novo na legislação portuguesa, por quem de direito, no sentido de restringir o uso de produtos tóxicos, o Alentejo corre o rico de ver as suas terras improdutivas e a saúde, dos que nele habitam, seriamente ameaçada’.

A grande maioria dos internautas subscreve o texto e avança com outras críticas. ‘O pior é que os espanhois alugaram as terras por 25/30 anos que é o tempo útil das arvores plantadas, acabado o praso, dão á sola com o produto no bolso deixam as arvores mortas e os terrenos inférteis. Quem ca estiver ira ver que é assim, mas será tarde,’ refere um dos comentários.

O debate já não é novo mas está mais aceso do que nunca.

Foto: (Facebook-Jorge Campaniço)

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