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Economia

Procura na Comporta está a crescer.

… esperamos começar a ter os primeiros produtos para anunciar a sua comercialização ainda no final deste ano. 

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Comporta: “Esperamos ter no final do ano os primeiros produtos para anunciar a comercialização”

“José Cardoso Botelho, Managing Director da Vanguard Properties, diz que “a procura pela Comporta está a intensificar-se”

O processo de compra dos ativos imobiliários da Herdade da Comporta foi atribulado, tendo o negócio ficado fechado, em novembro de 2019, por 157,526 milhões de euros.

Trata-se de um megaprojeto do consórcio formado pela Vanguard Properties (VP) e pela Amorim Luxury (AL) que “vai ser um enorme sucesso”, diz ao idealista/news José Cardoso Botelho, Managing Director da promotora imobiliária.

“Esperamos começar a ter no final do ano os primeiros produtos para anunciar a comercialização”, 

“Temos dois grandes lotes, um chamado Torre, no concelho de Alcácer do Sal, em que as obras de infraestruturas começaram na primeira semana de dezembro.

A obra foi atribuída ao grupo DST e estão a decorrer em força. Depois, dia 5 de janeiro, adjudicámos também à DST a obra do Dunas, que é um projeto situado em Grândola, no Carvalhal.

Ou seja, temos as duas obras a avançar em força na área da pré-esrutura. No caso do Dunas retomámos a reconstrução do campo de golfe, que tinha nove nove buracos feitos, portanto está de acordo com o planeamento. Estamos a avançar de forma muito, muito rápida”, adianta José Cardoso Botelho.

“O Miguel Saraiva [do atelier de arquitetura Saraiva + Associados] já desenhou o futuro Clubhouse do Dunas e estamos na fase final do projeto do campo de golfe do outro projeto, o Torre.

Estamos, aliás, a trabalhar no ‘roadbook’ de todo o empreendimento, pensando que ainda este ano iremos começar a construir as primeiras casas”, acrescenta.

“No geral estamos perfeitamente dentro dos ‘timings’, achamos que são acertados, porque a procura pela Comporta está a intensificar-se a cada dia, portanto estamos muito convencidos de que vai ser um enorme sucesso”

Salientando que os dois lotes de terreno em causa têm “uma qualidade excecional do ponto de vista paisagístico e de enquadramento”, o diretor geral da VP revela que tem recebido, nos últimos 12 meses, vários “contactos de alto nível com grandes marcas hoteleiras de nicho que estão muito interessados em instalar-se na Comporta”.

Quando questionado sobre se a pandemia da Covid-19 estaria, de alguma forma, a atrasar a evolução dos projetos previstos para a Comporta, responde de forma clara: “No ano passado dissemos que a pandemia não ia atrasar o nosso programa de investimentos, o que se verificou.

Assim que tenhamos as licenças de construção, avançamos de imediato com os projetos, o nosso plano de investimentos está salvaguardado e temos capital necessário para o fazer.

No caso da Comporta, esperamos começar a ter os primeiros produtos para anunciar a sua comercialização ainda no final deste ano”.

José Cardoso Botelho adianta, de resto, que estão atualmente a ser desenhadas “duas zonas residenciais e dois condomínios turísticos” e que assim que a pandemia terminar será negociado o fecho de dois lotes para hotelaria no projeto Dunas.

“Cerca de 60% da infraestrutura do Dunas já estava concluída. Fizemos no ano passado a reparação de um conjunto de infraestruturas e estamos, agora, a construir os 40% que faltava. No caso da Torre estamos a falar de uma construção do zero”, sublinha, salientando que o tempo previsto de duração das obras é de 18 e 24 meses, respetivamente.

“No geral estamos perfeitamente dentro dos ‘timings’, achamos que são acertados, porque a procura pela Comporta está a intensificar-se a cada dia, portanto estamos muito convencidos de que vai ser um enorme sucesso.

Mas queremos fazer um projeto de uma excecional qualidade, pelo que estamos a fazer tudo com muita atenção e detalhe, com muita preocupação com a sustentabilidade. Tudo isto demora tempo, mas as coisas quando são bem feitas demoram tempo.

É esse o nosso caminho e estamos muito contentes com este investimento”, conclui.

Agricultura

38 novos postos de trabalho ao serviço da ciência em Elvas

Centro de Valorização e Transferência de Tecnologia

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38 novos postos de trabalho ao serviço da ciência em Elvas

“Centro de Valorização e Transferência de Tecnologia”

A obra do Centro de Valorização e Transferência de Tecnologia prossegue no Instituto Nacional de Investigação Agrário e Veterinária Elvas, a antiga Estação de Melhoramento de Plantas.

O presidente da Câmara Municipal de Elvas, Nuno Mocinha, visitou o espaço na manhã desta quarta-feira, dia 24, no que foi acompanhado pelo diretor do INIAV Elvas, Benvindo Maçãs, e outros técnicos ligados à obra em curso.

O Laboratório Colaborativo InnovPlantProtect (InPP) é uma associação privada sem fins lucrativos, criada em janeiro de 2019, constituída por iniciativa da Universidade Nova de Lisboa e que congrega 12 fundadores: INIAV, Município de Elvas, Universidade de Évora, Syngenta Crop Protection, Bayer CropScience Portugal, Fertiprado, CEBAL, Casa do Arroz, ANPOC, ANPROMIS e FNOP.  O InPP conseguiu juntar mais de sete milhões de euros para a sua instalação e contratação dos seus colaboradores

Este Laboratório Colaborativo, cujas atividades e instalação se iniciaram em Janeiro de 2020, fica sedeado no piso térreo do edifício principal do INIAV Elvas, que se encontra em obras para adaptação das condições à instalação de laboratórios e infraestruturas modernas. Provisoriamente, encontra-se instalado no primeiro andar do mesmo edifício.

O InPP tem com missão desenvolver biopesticidas inovadores para proteger as culturas mediterrânicas. Para cumprir esta missão, vão utilizar-se os mais modernos conhecimentos científicos para, em colaboração com diferentes instituições interessadas, resolver os problemas que se colocam à agricultura mediterrânica, devido à redução da disponibilidade de princípios ativos e ao surgimento de novas pragas e doenças, para as quais não há soluções de prevenção e combate.

Neste contexto, o InPP tem como objetivos específicos produzir novos biopesticidas para pragas e doenças; novas variedades resistentes a pragas e doenças; novos métodos de monitoramento e diagnóstico e; novos métodos de análise de risco e aplicação de pesticidas.

Os Laboratórios Colaborativos têm como objetivo criar emprego altamente qualificado nas regiões menos povoadas do país. O InPP tem, atualmente, contratados 38 pessoas, 16 das quais doutoradas, 17 mestres e cinco licenciados. Estas pessoas em conjunto têm as seguintes competências, disponíveis para atingir os objetivos do InPP: Biologia molecular de plantas, fungos e bactérias patogénicos, e de pragas; Bioquímica e Microbiologia; Biotecnologia e Melhoramento Molecular; Bioinformática e Bioestatística; Formulações e Nano e Microtecnologia; Desenvolvimento de Produtos; Sistemas de Informação Geográfica; Ciências da Computação e Inteligência Artificial e Gestão de Projetos e de Comunicação.

O InPP pretende colocar as suas competências ao serviço local, regional, e Internacional, estando a envidar esforços para integrar e acolher a sua equipa em Elvas. Atualmente, pese embora as limitações derivadas da pandemia e do confinamento, a maioria dos colaboradores vive já na cidade, estando disponíveis para colaborar com as instituições locais, no âmbito das suas competências.

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