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Policias

Prisão preventiva por tráfico de cerca de 2 000 doses de estupefaciente

Dois homens detidos.

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Prisão preventiva por tráfico de cerca de 2 000 doses de estupefacientes

” Próximo de Ourique “

O Comando Territorial de Beja, através do Núcleo de Investigação Criminal de Aljustrel, deteve em flagrante dois homens de 56 e 58 anos, por tráfico de estupefaciente, nos concelhos de Aljustrel e Ourique.

No âmbito de uma investigação por tráfico de estupefacientes, os militares da Guarda detiveram em flagrante o primeiro suspeito no início da noite do dia 18 de junho, nas proximidades da localidade de Ourique.

O mesmo foi presente a primeiro interrogatório judicial no Tribunal Judicial de Beja no dia seguinte, tendo-lhe sido aplicada a medida de coação de prisão preventiva.

Durante esse mesmo dia, foram ainda realizadas duas buscas domiciliárias à residência dos suspeitos, duas em veículo e uma num estabelecimento, que culminaram na detenção em flagrante do segundo suspeito e na apreensão do seguinte material:

·         1 971 doses de heroína;

·         Um veículo automóvel;

·         Cinco telemóveis;

·         Cinco facas;

·         Uma balança de precisão;

·         Diversos utensílios utilizados no tráfico;

·         1 230 euros em numerário.

O segundo arguido ficou detido nas instalações da Guarda até ser presente ontem, dia 21 de junho, ao Tribunal Judicial de Ourique, tendo-lhe sido aplicada a medida de coação de prisão preventiva.

Esta ação contou com o reforço do Núcleo de Investigação Criminal de Almodovar, dos Postos Territoriais de Aljustrel, Castro Verde, Ourique e Almodovar e do Posto de Trânsito de Ourique.

Crime

Militares da GNR de Reguengos não foram chamados aos tumultos. Acompanharam os agressores.

Agressores foram pedir ‘justiça’ ao posto da GNR.

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Violência em Reguengos de Monsaraz

“Militares acompanharam agressores”

A história dos acontecimentos de Reguengos de Monsaraz, no último fim de semana, não está contada na sua totalidade.

Os militares da GNR não foram chamados para ‘acalmar’ os tumultos.

Tudo começou quando os alegados agressores tentaram que lhes fosse servida bebida tendo o proprietário do espaço recusado. “Era cerca das 22h00 e a lei proíbe a venda de bebidas alcoólicas”, segundo referiu fonte próxima do proprietário do bar .

Após a recusa os alegados agressores foram às instalações da GNR de Reguengos de Monsaraz pedir a intervenção da GNR contra o próprio bar.

Para espanto de todos os agressores chegaram ao bar, pouco depois, acompanhados dos dois militares da GNR, visíveis nas imagens.

O responsável do bar justificou a recusa da venda de bebidas alcoólicas, às autoridades, tendo os alegados agressores partido para a violência.

Três pessoas ficaram feridas após atropelamento, uma delas com fracturas num membro superior, tendo sido assistido no Hospital de Évora.

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