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Sociedade

Principais impactes do Meo Sudoeste em livro. A TDS foi ouvir a população. (vídeo)

O estudo é apresentado na próxima sexta feira mas a TDS já foi ouvir a população local sobre o impacte do Festival. Uns concordam outros nem por isso. Em termos económicos é bom para o comércio local mas a qualidade de vida é má neste período.

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“O Impacte Económico e Sociocultural do Festival Meo Sudoeste no Concelho de Odemira” é o título da obra que vai ser apresentada em Odemira, na próxima sexta-feira, dia 24 de maio, pelas 18.00 horas, no auditório da Biblioteca Municipal José Saramago.

A obra é de autoria de Sandra Saúde, Sandra Lopes, Carlos Borralho e Isidro Féria, numa edição da Sílabas & Desafios, com base num estudo solicitado pelo Município de Odemira ao Instituto Politécnico de Beja.

A apresentação do livro será feita pelos autores, com os comentários de José Alberto Guerreiro (Presidente da Câmara Municipal de Odemira), Paula Remoaldo (Universidade do Minho – Docente e Investigadora na área dos impactes económicos e socioculturais de eventos), Ana Isabel Rodrigues (Instituto Politécnico de Beja – Docente e Investigadora na área da Imagem de Destinos Turísticos), Aldo Passarinho (Instituto Politécnico de Beja – Docente e investigador na área da Imagem e Comunicação) e Luís Montez (Produtora “Música no Coração” – Gestor, Programador cultural e promotor do Festival MEO Sudoeste).

A obra apresenta o resultado da aferição e mensuração dos principais impactes económicos (diretos e percebidos) do festival no município de Odemira, tendo por base a 21ª edição do Festival, que decorreu entre 1 a 5 de agosto de 2017. É também apresentada uma radiografia do perfil dos festivaleiros e da sua relação com o festival e relatados os principais impactes socioculturais com base na perceção dos residentes, dos empresários e dos stakeholders do território.

A obra tem por objetivo contribuir para a compreensão das dimensões sociocultural e económica associadas aos eventos culturais, nacionais ou internacionais, realizados em território português.

Sociedade

PAN pede às autoridades para terem ‘especial atenção’ a Barrancos e Monsaraz. Partido ‘esqueceu-se’ que morte do touro é legal.

Barrancos abriu o caminho a Monsaraz, que conseguiu que o ritual dos touros de morte – realizado de forma ilegal, segundo a autarquia desde 1929, fosse também reconhecido como uma tradição em 2014.

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A duas semanas das tradicionais festas de Barrancos, conhecidas pelos touros de morte, o  PAN pede para que as «autoridades competentes» realizem «um maior reforço na fiscalização destes eventos para que não se permita qualquer violação à lei».

PAN ‘esquece’ legalidade da morte do touro em Barrancos e Monsaraz

Quem o afirmou foi Inês de Sousa Real, deputada municipal em Lisboa do partido que sempre se pronunciou contra as touradas, em declarações ao jornal Sol.

O apelo do PAN estende-se também às festas de Nosso Senhor Jesus dos Passos em Monsaraz, a outra localidade alentejana, para além de Barrancos, em que é autorizada a matança do touro numa arena em Portugal.

Esta exceção foi concedida em 2014 às celebrações de Reguengos de Monsaraz, que decorrem, geralmente, no segundo fim de semana de setembro.

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