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Sociedade

Presidente e Ministro no funeral de bombeiro de Cuba ‘ignoram’ possíveis causas da morte.

Fardas tinham 6 anos e arderam como ‘papel’. Inquérito do MAI continua a não ter resultados.

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Morte de bombeiro de Cuba

“Presidente e Ministro da Administração Interna não se pronunciam sobre fardas usadas pelos bombeiros no incêndio de Castro Verde”

Marcelo Rebelo de Sousa e o Ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, estiveram em Vila Alva, Cuba, mas não se pronunciaram sobre o estado em que estavam as fardas dos bombeiros no incêndio de Castro Verde.

O ministro da Administração Interna determinou, na altura, a abertura de um inquérito ao incêndio florestal em Castro Verde, mas até hoje não são conhecidos resultados.

As fardas e outros equipamentos de protecção dos bombeiros da corporação de Cuba, que sofreram queimaduras graves no combate ao incêndio de Castro Verde, já tinham cerca de seis anos, tendo sido entregues em 2014.

Carlos Carvalho, de 40 anos e Carlos Heleno, com 39 anos, ficaram gravemente feridos na sequência do combate ao fogo tendo Carlos Carvalho falecido ontem.

Hoje o largo da casa mortuária em Vila Alva foi pequeno para as centenas de pessoas que quiseram assistir à último adeus.

Agricultura

APORMOR ‘repudia’ intenção da ministra da agricultura

Associação repudia intenção do Governo em criar uma Direção-Geral dependente do Ministério do Ambiente para a sanidade e bem-estar animal

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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A APORMOR associa-se a todas as organizações que já manifestaram o repúdio pela intenção do Governo de criar uma Direção-Geral dependente do Ministério do Ambiente para o bem-estar dos animais de companhia, satisfazendo, parcialmente, uma exigência de um dos seus apoiantes, o PAN.

Dizemos parcialmente, porque este partido político exige que também os animais de produção sejam abrangidos.

“APORMOR repudia intenção do Governo de criar uma Direção-Geral dependente do Ministério do Ambiente para a sanidade e bem-estar animal”

Segundo a APORMOR em comunicado “O Mundo Rural mobilizou-se, quase em uníssono, contra esta intenção de tirar aos técnicos da Direção Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) a gestão do bem-estar animal e entregá-la aos políticos, neste caso e neste contexto a pessoas que, dizendo-se defensores dos animais e da natureza, são as que mais atentam contra as leis naturais que têm garantido, ao longo dos séculos, a coexistência entre as espécies animais, incluindo a humana.

E esta vida em comum na natureza tem tido, nas últimas décadas, o apoio indispensável da DGAV e das Direções-Gerais que a antecederam, não só na sanidade animal, mas também na aplicação de regras de bem-estar animal, que todos os produtores pecuários compreendem e acatam. “

Segundo adianta esta associação de produtores sediada em Montemor -o-Novo “Esta Direção Geral, apesar da intenção deliberada por parte da Tutela de a ir desativando, não substituindo os funcionários que se reformam, nem dotando os que restam com os meios mínimos necessários, a começar pelos transportes, para que possam cumprir a sua missão, ainda dispõe de técnicos e outros funcionários que todos os dias fazem milagres para que a saúde pública e animal sejam asseguradas, dentro das condicionantes existentes.”

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