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Economia

Praias do Sado – demolição das torres da central termoelétrica no próximo domingo

A primeira tentativa para derrubar as torres falhou

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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Os trabalhos de demolição das duas torres da antiga central termoelétrica localizada nas Praias do Sado, concelho de Setúbal, motivam, no domingo, o encerramento à circulação automóvel de troços de diferentes vias, entre as 12h00 e as 14h00.

A intervenção força o encerramento do trânsito no viaduto da Somincor, na EN 10-4, no troço compreendido entre a passagem de nível da Cachofarra e a interseção com a Rua Principal das Praias do Sado.

Em alternativa, os automobilistas devem circular pela Avenida Belo Horizonte.

A EN 10-4 encerra, igualmente, à circulação automóvel no troço compreendido entre o cais da Sapec e a passagem de nível da Cachofarra.

A passagem de nível defronte do restaurante Parreirinha do Sado, a Avenida do Rio Douro, junto dos silos, e a via de fuga da Mitrena também registam cortes de trânsito durante o período indicado.

A demolição das torres da antiga central termoelétrica de Setúbal motiva, ainda, o encerramento da EN 10-8, designadamente do viaduto sobre a linha de caminhos de ferro que serve o Parque da Sapec, no troço compreendido entre o nó com a Estrada de Santas e a entrada para a Mitrena.

Em alternativa, o trânsito proveniente de norte é desviado para a Estrada de Santas.

A Rua Principal das Praias do Sado também regista um corte de trânsito, a partir da interseção com a Rua Tomás Ribeiro, devendo, em alternativa, os automobilistas circular por esta última via.

Para que os trabalhos decorram na melhor segurança rodoviária e pedonal, devem ser seguidas as diretrizes das autoridades competentes e da sinalização de proibição e desvio imposta nos locais.

Economia

Abril foi o pior mês para o Alojamento Local.

No último mês, foram registadas apenas 189 novas unidades de alojamento local. Este número corresponde a pouco mais de 10% dos registos verificados no mesmo mês de 2019: 1750 registos.

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Abril de 2020 foi o mês com menos novos registos de alojamento local desde setembro de 2014.

O interesse pelo alojamento local praticamente desapareceu no último mês e tornou-se um ativo “quase tóxico”, segundo os dados divulgados esta segunda-feira pela consultora Imovendo.

“Os investidores nesta área já estão mesmo a apostar na venda de ativa ou no arrendamento de longa duração.”

No último mês, foram registadas apenas 189 novas unidades de alojamento local. Este número corresponde a pouco mais de 10% dos registos verificados no mesmo mês de 2019: 1750 registos.

“Esta é apenas uma evidência da falta de confiança que os investidores atualmente sentem e que revela também que as expectativas futuras para o turismo, em geral, e para o alojamento local em particular, são longe de animadoras, mesmo com os programas que algumas câmaras municipais já anunciaram, como é o caso de Porto e Lisboa”, assinala Manuel Braga, presidente executivo da Imovendo, citado em nota de imprensa.

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