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Turismo

Já abriu a praia fluvial de Monsaraz.

Cerimónia de certificação pública da Estação Náutica de Monsaraz decorreu na praia fluvial de Monsaraz.

Foto: Bruno Baltazar | TDS
Rádio e Televisão do Sul | TDS

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Também hoje teve lugar a cerimónia de certificação pública da Estação Náutica de Monsaraz que decorreu na praia fluvial de Monsaraz.

Nesta cerimónia esteve Rita Marques, Secretária de Estado do Turismo, José Calixto, Presidente da Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz, e António José Correia, Coordenador da Fileira Náutica e do Turismo Náutico do Cluster do Mar.

“Praia fluvial de Monsaraz abre a época balnear e recebeu a cerimónia de certificação da Estação Náutica de Monsaraz”

A autarquia vai dinamizar a estação náutica com uma agenda anual de desportos náuticos para todas as idades, desde o desporto escolar a provas oficiais nacionais e internacionais, assim como iniciativas culturais e de hábitos saudáveis, criando experiências diversificadas que permitam prolongar o tempo médio de estadia e o combate à sazonalidade.

A estação náutica vai possibilitar igualmente aumentar o reconhecimento e a notoriedade das infraestruturas do Centro Náutico de Monsaraz e das empresas ligadas ao setor do turismo no concelho, como por exemplo os alojamentos e a restauração, através de uma rede de oferta turística náutica organizada a partir da valorização dos recursos náuticos do território que contribuam para a atração de turistas e que gerem valor e emprego na região.

A Estação Náutica de Monsaraz foi certificada pela Fórum Oceano – Associação da Economia do Mar, que é uma associação para o desenvolvimento do cluster do mar e que lançou o projeto que promove, desenvolve e certifica as Estações Náuticas em Portugal, no âmbito da FEDETON – European Federation of Nautical Tourism Destinations.

Autarquias

Cemitério da Aldeia da Luz tem direitos de autor.

Museu da Luz e Igreja também tem direitos de autor.

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Tem apenas 19 anos mas está longe de ser uma aldeia sem problemas.

“Cemitério com direitos de autor”

O cemitério da Aldeia da Luz, no concelho de Mourão, foi projectado para 30 anos mas aos 12 percebeu-se que não tinha capacidade. 

O espaço tem hoje apenas uma sepultura disponível depois de um funeral realizado ontem na aldeia.

A Junta de Freguesia da Luz e a Câmara de Mourão tem tentado evitar ‘problemas’ de falta de espaço e andam num processo nos últimos 3 anos para prolongarem o cemitério.

O problema é que o arquitecto responsável pela obra, quando a aldeia foi construída, tem direitos de autor sobre a obra.

As obras de alargamento estão a decorrer, finalmente, mas só foram possíveis após ser o próprio arquitecto a desenvolver o projeto.

Mas surgiu outra dificuldade.

O preço inicial da obra era de 72 mil euros mas ‘derrapou’ e o valor já vai nos 120 mil euros.

A junta não tem meios para liquidar a conta, a EDIA paga apenas metade do valor inicial (36 mil euros) e a autarquia diz ‘existir um verdadeiro problema’.

Não tem verba para o pagamento.

Junta de Freguesia e Câmara Municipal tentaram a construção do alargamento do Cemitério mas devido aos direitos adquiridos pelo arquitecto teve que ser este a desenvolver a obra mas a um custo mais elevado.

Para além do cemitério também o museu e a igreja da nova aldeia da luz tem direitos de autor.

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