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Sociedade

Praia da Comporta com centenas de banhistas este domingo.

Época balnear só abre a 6 de junho.

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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Fotos: Bruno Baltazar (Imagem)

Foram centenas de pessoas que decidiram aproveitar o domingo de sol na praia da Comporta.

“A época balnear arranca a 6 de junho. “

As praias abrem a 6 de junho mas neste domingo muitos já foram à praia. Um dos exemplos foi a praia da Comporta, na costa alentejana.

Centenas de pessoas, com toalha na areia e guarda sol fizeram deste domingo o seu primeiro dia de praia em pleno período de desconfinamento.

Recorde-se que a partir de 6 de junho haverá um sistema de semáforos em cada praia e será criada uma aplicação para os banhistas, antes de saírem de casa, saberem se os areais estão com pouca ou muita gente.

As novas regras para as praias:

  • Distanciamento físico de 1,5 metros entre utentes (que não façam parte do mesmo grupo)
  • Afastamento de 3 metros entre chapéus de sol, toldos ou colmos
  • Interditas atividades desportivas com 2 ou mais pessoas, como jogar à bola, raquetes ou disco (exceto atividades náuticas, aulas de surf e desportos similares)
  • A informação atualizada sobre o estado de ocupação das praias vai estar de forma contínua, em tempo real, na aplicação “Info praia” e no sítio da Associação Portuguesa do Ambiente na internet.
  • O estado de ocupação será anunciado através de sinalética tipo semáforo na praia: Verde: ocupação baixa (1/3); Amarelo: ocupação elevada (2/3); Vermelho: ocupação plena (3/3)
  • Interdito o estacionamento fora dos parques e zonas de estacionamento ordenado
  • Possibilidade de interdição da praia, por motivo de proteção da saúde pública, em caso de incumprimento grave das regras pelas concessionárias ou pelos utentes
  • Em regra, cada pessoa ou grupo só pode alugar toldos ou barracas de manhã (até 13h30) ou tarde (a partir das 14h00)
  • Máximo de 5 utentes por toldo, colmo ou barraca

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Incêndios

Proteção Civil de Beja quer meio aéreo em Moura

Em causa as distâncias entre os corpos de bombeiros que coloca em causa o ataque inicial aos incêndios.

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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A Comissão Distrital de Proteção Civil de Beja, emitiu uma tomada de posição sobre a não colocação do meio aéreo de ataque inicial de combate a incêndios rurais, no Centro de Meios Aéreos de Moura, em resultado da Diretiva Operacional n.2 – DECIR 2020. 

“Comando Distrital da Proteção Civil de Beja pretende que o meio aéreo seja posicionado em Moura “

No documento é referido que as distâncias entre Corpos de Bombeiros são elevadas, existindo entre eles uma distância média de 30 Km, o que em termos de ataque inicial aos incêndios e apoio dos meios em triangulação e reforço se torna muito moroso. 

Também a dificuldade em aceder, por meios terrestres, a algumas áreas do território que fica assim sem cobertura aérea de meio de ataque inicial de combate a incêndios, vem reforçar ainda mais a necessidade do seu posicionamento no Centro de Meios Aéreos de Moura por forma a dar cobertura aos concelhos de Moura, Barrancos, Mértola e Serpa. 

A Comissão Distrital de Proteção Civil de Beja recorda ainda que o C.M.A. de Moura está dotado de instalações capazes de receber o meio aéreo de ataque inicial e respetiva equipa, tendo sido alvo de obras de melhoramento no ano transato. 

Esta tomada de posição, reafirma a posição das autarquias de Moura, Barrancos, Mértola e Serpa, que solicitaram na semana passada, com carácter de urgência, uma reunião com o Ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, por forma a que esta situação seja ultrapassada. Veja AQUI notícia da TDS. 

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