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Economia

Portugueses ficam com menos de 10% do seu rendimento após pagamento das contas

70% dos portugueses afirma estar preocupado que as taxas de juro elevadas do seu país possam ter um impacto negativo no seu bem-estar financeiro. Veja outros dados.

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Portugueses ficam com menos de 10% do seu rendimento após pagamento das contas

Estudo da Intrum revela que em Portugal, 40% está nesta situação e a média europeia é de 23%

  • 10% dos portugueses afirma não ter controlo sobre o seu endividamento;
  • 70% receia que taxas de juro elevadas possam ter impacto negativo no seu bem-estar financeiro;
  • 25% dos portugueses inquiridos afirma pedir dinheiro emprestado mensalmente;

Para celebrar o Dia da Europa, a Intrum procurou perceber a vida quotidiana dos consumidores europeus assim como os seus hábitos de consumo e a capacidade para gerirem as suas finanças domésticas numa base mensal. De acordo com o estudo European Consumer Payment Report, relatório anual baseado num inquérito externo realizado simultaneamente em 24 países na Europa, totalizando mais de 24 mil participantes, os consumidores portugueses estão entre os que sentem maiores dificuldades para gerir o pagamento das suas dívidas.

À medida que a recuperação da economia acelera, o aumento da inflação em toda a Europa está a fazer com que alguns consumidores vejam as suas finanças a degradar-se. Este crescimento da inflação na Europa, causado em grande parte pelo aumento dos preços da energia e cadeias de abastecimento interrompidas, já está afazer disparar a ansiedade financeira entre os consumidores. Há, no entanto, incerteza sobre o que a inflação significaria para as famílias. De acordo com o estudo da Intrum, apenas 64% dos inquiridos entendem como o seu dinheiro seria afetado se a inflação fosse maior do que a taxa de juros sobre a poupança, por exemplo, o que realça a necessidade de uma educação financeira mais sólida.

Neste contexto de crescimento da inflação, o ECPR revela que 40% dos portugueses afirmam que após o pagamento das contas lhes sobra menos de 10% do seu rendimento, sendo provável que muitos tenham dificuldades em suportar um aumento geral nos preços. A média europeia situa-se nos 23%.

De acordo com o estudo da Intrum um em cada sete (16%) dos inquiridos afirma que não tem controlo sobre o seu endividamento. Em Portugal, 10% afirma não saber quanto deve.

Analisando por grupos etários, verificamos que as gerações mais jovens são as que revelam menos interesse em saber o valor total das suas obrigações financeiras. Dos inquiridos portugueses, a geração Z (18-21 anos) destaca-se com 23%, praticamente o dobro do grupo etário dos 22 aos 37 anos, com 12%. Também de acordo com o estudo, os Homens afirmam ter menos interesse no conhecimento das suas obrigações financeiras (13%) do que as Mulheres (7%).

Para além disso, 70% dos portugueses afirma estar preocupado que as taxas de juro elevadas do seu país possam ter um impacto negativo no seu bem-estar financeiro. Valor este significativamente superior quando comparado com a média europeia (48%).

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Economia

II Energy & Climate Summit, em Sines.

Ao longo do próximo ano, o Projeto GUARDIÕES vai promover ainda três conferências, nomeadamente a 20 e 21 de outubro, em Beja, a 26 e 27 de janeiro 2023, em Évora, e a 22 e 23 abril 2023, em Portalegre.

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ENERGIA E FUNDO DE TRANSIÇÃO JUSTA DEBATIDOS EM SINES

Após o encerramento da central termoelétrica a carvão e o anúncio de novos investimentos sustentáveis, Sines recebe a II Energy & Climate Summit.

A iniciativa conta com a participação de João Galamba, Secretário de Estado do Ambiente e da Energia, e Isabel Ferreira, Secretária de Estado do Desenvolvimento Regional, para debater o tema da Energia e Fundo de Transição Justa.

Nos próximos dias 2 e 3 de junho realiza-se no Centro de Artes de Sines a conferência subordinada ao tema da Energia.

A iniciativa decorre no âmbito do Projeto GUARDIÕES, promovido pelo Instituto Politécnico de Portalegre (IPP), em parceria com o Fórum da Energia e Clima (FEC) e com a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo (CCDRA).

O evento conta com a presença de João Galamba, Secretário de Estado do Ambiente e da Energia, e Isabel Ferreira, Secretária de Estado do Desenvolvimento Regional, bem como de diversos especialistas do setor privado e investigadores para debater as melhores práticas e as inovações nas áreas da energia solar e eólica, armazenamento de energia, hidrogénio e gases renováveis, e o fundo para a transição justa.

“O momento que vivemos, entre o fecho das centrais a carvão e a urgência de acelerar a penetração da energia solar, hidrogénio e gases renováveis é também um momento de grande potencial transformador para a economia portuguesa”, afirma Ricardo Campos, Presidente Fórum da Energia e Clima.

De acordo com o responsável, “estamos finalmente a aproveitar a posição geoestratégica de Sines e de Portugal, onde com energia renovável e mais barata podemos atrair investimento e criar um novo ecossistema de inovação, de especialização em indústrias de economia verde, de fixação de emprego e de crescimento do PIB do nosso país.

Sines pode ser uma nova capital de desenvolvimento do país”, sendo por isso importante “também criar projetos-piloto que estimulem a criação de novos serviços e empresas com uma ligação profunda com o sistema de ensino e conhecimento”.

Para Luis Loures, presidente do Instituto Politécnico de Portalegre, “esta segunda conferência adquire uma relevância determinante no contexto da alterações climáticas, transição enérgica e da descarbonizarão, sendo que a sua realização em Sines conta com a participação ativa do Politécnico de Portalegre, instituição de ensino, investigação e formação, que ao longo das últimas décadas tem vindo a trabalhar sobre estas temáticas, contribuindo ativamente para a definição de soluções para os desafios que as novas gerações e o planeta exigem”.

O responsável acrescenta ainda que “esta conferência, além dos aspetos da transição energética, centra-se também no debate do Fundo para a Transição Justa, o que permitirá focar a atenção das instituições regionais e nacionais em torno de temáticas cruciais ao nível do desenvolvimento sustentável da região Alentejo”.

Ao longo do próximo ano, o Projeto GUARDIÕES vai promover ainda três conferências, nomeadamente a 20 e 21 de outubro, em Beja, a 26 e 27 de janeiro 2023, em Évora, e a 22 e 23 abril 2023, em Portalegre.

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Economia

Cimeira das Regiões Europeias a decorrer em Évora(Vídeo)

Até ao próximo dia 14 de maio.

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Cimeira das Regiões Europeias para Comunidades Inteligentes

A decorrer em Évora

Esta a decorrer em Évora até ao próximo dia 14 de maio do corrente ano, a segunda cimeira das “Regiões Europeias para Comunidades Inteligentes”.

Nesta Cimeira estão reunidos líderes locais e regionais de toda a Europa, que vão discutir formas de envolver os cidadãos e as partes interessadas na co-promoção de pequenas cidades, vilas, aldeias e regiões mais inteligentes para um amanhã melhor, bem como oradores-chave de instituições europeias.

A programação da Cimeira está dividida em fóruns, diálogos, workshops, laboratórios, momentos culturais e atividades destinadas a aprimorar o papel dos polos regionais e urbanos das Comunidades Inteligentes na realização da transformação digital verde, azul e brilhante.

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