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Economia

Porto de Sines cresceu quanto a carga contentorizada.

Com um total acumulado de janeiro a setembro de 1,17 milhões de TEU (contentores de 20 pés), Sines alcançou um aumento de 8,3% em relação ao mesmo período homólogo.

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Os resultados alcançados no terceiro trimestre de 2020 voltaram a colocar o Porto de Sines na trajetória de crescimento no que respeita à carga contentorizada.

“Com um total acumulado de janeiro a setembro de 1,17 milhões de TEU (contentores de 20 pés), Sines alcançou um aumento de 8,3% em relação ao mesmo período homólogo.”

No que respeita à movimentação total do porto, apesar do 3º trimestre assinalar um crescimento de 32,7% comparativamente ao trimestre anterior, o Porto de Sines registou uma diminuição de 2,5% na movimentação acumulada, permitindo, ainda assim, ultrapassar os 30 milhões de toneladas movimentadas até setembro.

Os granéis sólidos contribuíram decisivamente para esta quebra, com uma redução de mais de dois milhões de toneladas de carvão, motivado pelo encerramento das centrais termoelétricas a carvão no âmbito da descarbonização energética em curso no nosso país.

Relativamente aos granéis líquidos, registou-se a manutenção dos volumes de movimentação do mesmo período do ano anterior (-0,9%), com o gás natural liquefeito a manter-se também nos mais de 3,1 milhões de toneladas movimentadas no período em análise.

Por outro lado, o segmento da carga geral demonstrou um comportamento bem positivo, onde se inclui a carga contentorizada, que registou mais 12,1% em termos de tonelagem, em referência ao mesmo período do ano anterior.

A trajetória apresentada até ao final do mês de setembro permite perspetivar um fecho de ano com sinal positivo, apesar do contexto pandémico em que vivemos.

Todos os agentes económicos e autoridades com atividade em Sines têm contribuído decisivamente para colocar o Porto de Sines num patamar de excelência, garantindo o normal funcionamento da economia e o completo funcionamento das cadeias logísticas.

Agricultura

38 novos postos de trabalho ao serviço da ciência em Elvas

Centro de Valorização e Transferência de Tecnologia

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38 novos postos de trabalho ao serviço da ciência em Elvas

“Centro de Valorização e Transferência de Tecnologia”

A obra do Centro de Valorização e Transferência de Tecnologia prossegue no Instituto Nacional de Investigação Agrário e Veterinária Elvas, a antiga Estação de Melhoramento de Plantas.

O presidente da Câmara Municipal de Elvas, Nuno Mocinha, visitou o espaço na manhã desta quarta-feira, dia 24, no que foi acompanhado pelo diretor do INIAV Elvas, Benvindo Maçãs, e outros técnicos ligados à obra em curso.

O Laboratório Colaborativo InnovPlantProtect (InPP) é uma associação privada sem fins lucrativos, criada em janeiro de 2019, constituída por iniciativa da Universidade Nova de Lisboa e que congrega 12 fundadores: INIAV, Município de Elvas, Universidade de Évora, Syngenta Crop Protection, Bayer CropScience Portugal, Fertiprado, CEBAL, Casa do Arroz, ANPOC, ANPROMIS e FNOP.  O InPP conseguiu juntar mais de sete milhões de euros para a sua instalação e contratação dos seus colaboradores

Este Laboratório Colaborativo, cujas atividades e instalação se iniciaram em Janeiro de 2020, fica sedeado no piso térreo do edifício principal do INIAV Elvas, que se encontra em obras para adaptação das condições à instalação de laboratórios e infraestruturas modernas. Provisoriamente, encontra-se instalado no primeiro andar do mesmo edifício.

O InPP tem com missão desenvolver biopesticidas inovadores para proteger as culturas mediterrânicas. Para cumprir esta missão, vão utilizar-se os mais modernos conhecimentos científicos para, em colaboração com diferentes instituições interessadas, resolver os problemas que se colocam à agricultura mediterrânica, devido à redução da disponibilidade de princípios ativos e ao surgimento de novas pragas e doenças, para as quais não há soluções de prevenção e combate.

Neste contexto, o InPP tem como objetivos específicos produzir novos biopesticidas para pragas e doenças; novas variedades resistentes a pragas e doenças; novos métodos de monitoramento e diagnóstico e; novos métodos de análise de risco e aplicação de pesticidas.

Os Laboratórios Colaborativos têm como objetivo criar emprego altamente qualificado nas regiões menos povoadas do país. O InPP tem, atualmente, contratados 38 pessoas, 16 das quais doutoradas, 17 mestres e cinco licenciados. Estas pessoas em conjunto têm as seguintes competências, disponíveis para atingir os objetivos do InPP: Biologia molecular de plantas, fungos e bactérias patogénicos, e de pragas; Bioquímica e Microbiologia; Biotecnologia e Melhoramento Molecular; Bioinformática e Bioestatística; Formulações e Nano e Microtecnologia; Desenvolvimento de Produtos; Sistemas de Informação Geográfica; Ciências da Computação e Inteligência Artificial e Gestão de Projetos e de Comunicação.

O InPP pretende colocar as suas competências ao serviço local, regional, e Internacional, estando a envidar esforços para integrar e acolher a sua equipa em Elvas. Atualmente, pese embora as limitações derivadas da pandemia e do confinamento, a maioria dos colaboradores vive já na cidade, estando disponíveis para colaborar com as instituições locais, no âmbito das suas competências.

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