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Crime

Portalegre – Pulseira eletrónica por violência doméstica

O suspeito morava com a sua mãe, de 67 anos, agredindo-a há pelo menos quatro anos.

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O Comando Territorial de Portalegre, através do Núcleo Investigação e Apoio a Vítimas Especificas (NIAVE), no dia 25 de abril, deteve um homem, de 43 anos, por violência doméstica e detenção de arma proibida, no concelho de Portalegre.

“No âmbito de uma investigação por violência doméstica, os militares apuraram que o suspeito morava com a sua mãe, de 67 anos, agredindo-a há pelo menos quatro anos.”

Como consumidor habitual de estupefacientes, ameaçava-a e extorquia dinheiro para conseguir alimentar o seu vício, criando dívidas que seriam pagas pela vítima.

No seguimento das diligências policiais, foi dado cumprimento a um mandado de detenção, tendo sido apreendidas duas armas brancas e uma arma de ar comprimido.

O detido, com antecedentes criminais pelo mesmo tipo de crime, foi presente ao Tribunal Judicial de Portalegre no dia 25 de abril, onde lhe foram aplicadas as medidas de coação de afastamento da vítima e a proibição de contactar com esta, por qualquer meio presencial ou por outros meios de comunicação designadamente telefónica ou via eletrónica, ou ainda por interposta pessoa, com recurso a meios fiscalizados através de meios técnicos de controlo à distância (pulseira eletrónica).

Crime

Animais transportados a partir de Sines em condições lamentáveis. (vídeos)

Veja imagens chocantes do transporte de 2876 bovinos e 12576 ovinos.

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Transporte marítimo de animais

“… embarcaram 2876 bovinos e 12576 ovinos”

A denuncia está a ser feita pela Plataforma Anti-Transporte de Animais Vivos (PATAV) e pela Israel Against Live Shipments.

Dia 17 de março embarcaram 2876 bovinos e 12576 ovinos no porto de Sines.

O desembarque em Israel foi o ‘mais sangrento’ segundo referem os elementos da ‘Israel Against Live Shipments’ que estiveram presentes.

” Todos os camiões levavam pelo menos um dou dois animais feridos ou moribundos, espezinhados pelos restantes. o sangue escorria do piso de cima para o de baixo, sendo impossível perceber de onde provinha”, referem os ativistas da PATAV citando os congéneres de Israel .

Em 2017, após sucessivas queixas da PATAV, o navio Aldelta, foi suspenso de operar em Portugal mas no passado mês de março voltou ao porto de Sines.

Quando questionada, a DGAV (Direção Geral de Alimentação e Veterinária) terá informado que ‘o navio pretendia levantar a suspensão e que tal só sucederia se existissem garantias que todas as não conformidades estavam resolvidas e que a tripulação tinha formação adequada para lidar com os animais’.

Ontem a ministra da agricultura, referiu aos jornalistas, estar ‘preocupada com todas estas situações e é urgente a revisão da legislação europeia para o transporte de animais vivos’, referiu a governante.

A ministra referiu ainda que ‘existem situações de boas e más práticas no transporte de animais’.

Segundo refere no seu sítio da internet a PATAV ‘já diligenciou para que este navio fosse novamente impedido de operar em Portugal’.

Veja as imagens impressionantes AQUI e AQUI.

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