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População do litoral alentejano manifesta-se junto ao Ministério da Saúde

Concentração acontece a 28 de fevereiro segundo anuncia a comissão de utentes

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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A Coordenadora das Comissões de Utentes do Litoral Alentejano, volta a referir em comunicado que os cuidados de saúde na região Litoral Alentejano são muito precários.

Em causa estão mais de 10.000 Utentes sem Médico de Família.

Há localidades em que a População só tem cuidados médicos de 15 em 15 dias.

Falta de uma Ambulância Suporte Imediato de Vida no Serviço de Urgência Básico do Centro de Saúde de Alcácer do Sal.

Há instalações muito degradadas, como por exemplo, Centro de Saúde de Santiago do Cacém, Extensão de Saúde de Vila Nova de Santo André no Concelho de Santiago do Cacém; Extensão de Saúde de Melides no Concelho de Grândola; Extensão de Saúde de Vila Nova de Milfontes, Extensão de Saúde de São Luis e Extensão de Saúde de Saboia no Concelho de Odemira.

No Hospital do Litoral Alentejano, os Tempos Máximos de Resposta Garantidos são na sua maioria ultrapassados, como é o caso das consultas de Otorrinolaringologia em cerca de 1000 dias (cerca de 3 anos).

O Serviço de Urgência Pediátrica do H.L.A. funciona sem Médico da Especialidade.

Em algumas Especialidades no H.L.A., só há 1 Médico para cerca de 100.000 Utentes.
Estes e outros problemas dos Serviços de Saúde no Litoral Alentejano, fazem com que a população se desloque a Lisboa, para uma Concentração em frente do Ministério da Saúde, no dia 28 de Fevereiro, às 10:30.

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