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Sociedade

População de Sines com medo das matilhas de cães

Autarquia reconhece o problema que diz ter herdado e que se arrasta há muitos anos

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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Os habitantes de Sines estão alarmados com o aumento de cães vadios a vaguear pelas ruas da cidade, obrigando o município a criar um centro de recolha para tentar travar o fenómeno.

Os animais “são alimentados diariamente por cuidadoras”, duas idosas, de 70 anos, que recebem os alimentos fornecidos pela associação para “os cães que se encontram junto a pequenos abrigos”.

Construídos pelas voluntárias, a maioria em cartão e paletes de madeira, os abrigos servem “para os proteger da chuva e do frio” e tornam-se em casas permanentes para as matilhas, que reconhecem as cuidadoras e toleram as suas visitas diárias em troca de comida e água.

Mas estes locais podem tornar-se num problema de saúde pública e, por isso, a responsável defende alterações ao nível da legislação para que “seja autorizada a esterilização das cadelas de rua” e para impedir que “as matilhas continuem a crescer”.

Sem um canil, os animais juntam-se em grupos, em torno das grandes superfícies comerciais, em bairros, jardins e arredores da cidade e não passam despercebidos à maioria das pessoas, que temem ataques.

“Há, por vezes, pessoas que são atacadas”, reconhece à Lusa o presidente da Câmara de Sines, Nuno Mascarenhas, alegando ter ‘herdado’ um problema que se arrasta há muitos anos, desde o encerramento do único canil que existia no concelho.

Justiça

Mete piri piri na vagina da namorada do ex marido. Relação de Évora condenou a 4 anos.

Caso aconteceu em 2015 no ribatejo.

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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Mulher teve a ajuda do companheiro

O caso remonta a Julho de 2015. A mulher com a ajuda do seu companheiro apanhou a atual namorada do seu ex marido o colocou-lhe piri piri na vagina.

Aconteceu no ribatejo e no ano passado, em primeira instância, a mulher foi julgada no Tribunal de Santarém.

“A sentença não satisfez as partes e o processo acabou no Tribunal da Relação de Évora.”

A mulher acabou condenada pelos crimes de sequestro, roubo e coação, confirmando a sentença do Tribunal de Santarém.

A autora do crime foi condenada a 4 anos de prisão com pena suspensa apesar de negar os crimes.

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