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Piscinas de Évora encerram a 1 de setembro. Autarquia não justifica o encerramento nesta altura apenas diz que ‘é para ficaram mais amigas do ambiente’.

População fica impedida do único espaço do género, público, em plena época balnear.

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Em comunicado a autarquia de Évora refere que as “piscinas municipais vão ter que encerrar a 1 de setembro porque querem ficar mais amigas do ambiente”.

Na ‘press release’ enviada aos jornalistas não é adiantado o porquê de a meio da época balnear o espaço ser encerrado nem é apresentado qualquer justificação para o encerramento ser a 1 de setembro.

O documento refere apenas que é “chegado agora o momento de dar início a esta intervenção, será necessário preparar as condições para que a obra arranque. Por este motivo, devido ao facto de a utilização não ser compatível com a realização dos trabalhos, as piscinas terão que encerrar mais cedo esta época”, conclui.

Para amenizar o impacte do encerramento é referido que “as Piscinas Municipais estão a ficar mais modernas, funcionais e amigas do ambiente.”

E adianta, “O velhinho parque de lazer que tem gravado tantas e boas memórias em gerações de eborenses, tem estado a adaptar-se aos novos tempos. A piscina coberta, os chapinheiros das crianças e os balneários já estão mais bonitos, seguros e funcionais. Neste momento estão em curso as obras de requalificação da zona da mata, preparando-a para receber melhor os utentes e até eventos culturais.”

É mencionado igualmente que estão previstos para breve melhoramentos na piscina olímpica e de aprendizagem.

O  projeto global de requalificação das Piscinas Municipais, no valor de aproximadamente 300.000 euros, está incluída a aplicação de técnicas que permitem a reutilização de parte substancial da água, com consequente minimização de perdas.

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Foi eleita a ‘Aldeia dos Sonhos’ mas hoje vive um ‘pesadelo’

A Estrela deixou de brilhar. A aldeia tem 50 habitantes e todos com idades avançadas.

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A Aldeia dos Sonhos é um programa promovido e organizado pela Fundação INATEL, pelo sexto ano consecutivo, dirigido a aldeias com menos de 100 habitantes.

Foi eleita a ‘Aldeia dos Sonhos’ pelo INATEL mas está a viver um verdadeiro pesadelo. A aldeia tem cada vez menos habitantes e foi uma das poucas que em nada beneficiou com o Alqueva.

Hoje a Estrela deixou de brilhar porque já não tem crianças. A escola deixou de leccionar, as crianças deixaram de brincar na rua, a aldeia está a morrer aos poucos.

Entre as poucas artérias é possível ver casa à venda algumas vão sendo adquiridas por quem quer ‘vir passar o fim de semana’, referem os habitantes.

São praticamente todos com idades superiores aos 60 anos.

O turismo pouco ou nada cresceu na Aldeia, emprego não existe e por isso não é de admirar que os habitantes mais novos tenham partido.

Foi o Alqueva que lhes tirou o ‘pão para a boca’ ao deixar-lhe inundados grande parte dos campos.

A distinção do INATEL

Com esta iniciativa, (Aldeia de Sonho) pretende-se contribuir para o desenvolvimento social das comunidades isoladas e de pequenas dimensões, não apenas através da vivência de momentos de amizade, de aprendizagem e de partilha de experiências que têm sido, em muitos casos, únicas nas suas vidas; mas também porque é desejado que as aldeias façam parte dos roteiros turísticos que a INATEL organiza no âmbito da sua atividade, com a consequente dinamização da economia local e do território.

A Aldeia

A Estrela é uma aldeia do concelho de Moura, sub-região do Baixo Alentejo. O seu território integra-se na Freguesia da Póvoa de São Miguel, da qual dista 6 km. Antes erguida sobre uma pequena elevação (o dito monte alentejano) e envolvida por outros montes, atualmente submersos pelo Alqueva, onde a população guardava os seus animais, vê-se agora como uma península.

A Estrela é uma aldeia ribeirinha, tendo ficado situada numa península rodeada pelo regolfo do Alqueva. Constituída por 50 residentes permanentes, é uma das povoações mais envelhecidas do concelho. A sua localização, isolamento e simplicidade conferem a este lugar um encanto especial, cheio de potencialidades turísticas.

É um local paradisíaco, com magnificas paisagens e onde podemos respirar a calma e a tranquilidade alentejanas.

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