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Petição Pública tenta impedir Central Solar no concelho de Santiago do Cacém. – TDS Radio e Televisão do Sul
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Economia

Petição Pública tenta impedir Central Solar no concelho de Santiago do Cacém.

Obra está em consulta pública até 18 deste mês.

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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Não à instalação de central solar com uma área de 1260 hectares na freguesia de São Domingos e Vale de Água.

“Petição foi colocada online e já recebeu dezenas de assinaturas”

Em causa está a construção da Central Solar de São Domingos e vale de Água, no concelho de Santiago do Cacem.

Decorre até dia 18 de Março a consulta pública relativa ao megaprojecto desta central solar, na qual se pretendem instalar 2 milhões e 200 000 painéis fotovoltaicos e um número desconhecido de baterias solares, numa área de 1260 hectares, em zonas classificadas REN e RAN.

Segundo é referido no texto que acompanha a Petição “O projecto tem sido mantido no “segredo dos deuses” para que não haja oposição ao mesmo. Alguns habitantes tiveram conhecimento através de uma aluna de um curso de Engenharia Ambiental de uma Universidade de Lisboa.

A área do projecto confina com uma barragem (Fonte de Serne) e vários aquíferos essenciais à população da região (introduzindo risco de contaminação); o seu perímetro será vedado, cortando caminhos rurais utilizados desde há uma centena de anos; pretende-se também proceder ao corte de milhares de árvores (eucaliptos, sobreiros, azinheiras e arbustivas) que são o “pulmão” de uma vasta região, impossibilitando assim o sequestro de dióxido de carbono, em parte emitido a partir da indústria de Sines. ”

Segundo os autores da Petição Pública “A alteração do meio irá afectar e talvez levar à extinção inúmeras espécies endémicas, quer da flora quer da fauna.
A alteração paisagística terá como consequência imediata um desconforto difícil de avaliar e irá afectar a saúde mental de uma população envelhecida e esquecida, que preza e valoriza o ambiente envolvente tal como sempre o conheceu.”

É igualmente referido que em termos de economia local, sobretudo de actividades existentes ligadas ao turismo, “será afectada irremediavelmente, ninguém quererá fazer turismo numa zona onde a natureza deu lugar a um mar de painéis solares.”

A longo prazo, o projecto tem uma duração de vida útil de 30 anos, o legado que deixará às futuras gerações será um “gigantesco aterro de lixo contaminante, de metais pesados e não recicláveis que permanecerá durante décadas”, segundo os autores do documento avançam.

Pode ver AQUI a petição.

Economia

Sabe como estar na esplanada ou no restaurante ?

Conheça as novas regras

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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Boas Práticas para o funcionamento da restauração e bebidas

” regras da DGS “

Na sequência da reunião de trabalho que a AHRESP teve no dia 31 de março com a Direção Geral da Saúde (DGS), resultou a atualização do Guia de Boas Práticas para o funcionamento da Restauração e Bebidas.

Esta nova versão do Guia, igualmente validado pela DGS, introduz alguns ajustes, tais como:

  • Na esplanada, a distância no corredor entre mesas, passa a ser, no mínimo, 1,5 metros.
  • No interior do estabelecimento, mantêm-se os 2 metros;
  • Reforço da necessidade de manter a distância de 2 metros entre os colaboradores e, de um modo geral, entre as pessoas;
  • Necessidade de solicitar à entidade que comercializa os produtos desinfetantes que esta disponibilize a apresentação do comprovativo da “Notificação do produto biocida” e
  • Reforço da necessidade do uso adequado de máscara.

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