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PCP diz ter sido colocado fim na ‘gestão ruinosa’ do PS na câmara de Évora.

PCP refere herança deixada pelos socialistas na autarquia eborense

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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PCP diz que colocou fim a gestão ruinosa na câmara de Évora.

A CDU fala em novo ciclo desde 2013, com a vitória comunista nas autárquicas. 

Em comunicado o PCP afirma que ‘retomou-se o desenvolvimento do concelho e da cidade de Évora.’ Os comunistas fazem o balanço de 6 anos de governação de Carlos Pinto de Sá e da sua equipa e concluem que as melhorias são notórias. A CDU afirma que ‘6 anos passados e 95 milhões de euros de divida saldados, Évora recupera confiança.’

E refere a herança que os socialistas deixaram na autarquia:

“A pesada herança deixada pelo PS incluía a “falência técnica” do Município traduzida numa brutal dívida de € 95 milhões de euros (com a Habévora):

– um prazo médio de pagamento a fornecedores de 867 dias, 

– um défice orçamental negativo de € 18,3 milhões de euros, 

– mais de € 30 milhões de euros de pagamentos em atraso, 

– resultados operacionais negativos de € 11 milhões de euros, 

– resultados líquidos negativos de € 12 milhões de euros, 

– um excesso de endividamento de € 32,5 milhões de euros.”

O PCP adianta que em 2013, o PS ‘assinou um contrato de empréstimo com o Governo, conhecido como PAEL, onde recebeu € 32,5 milhões de euros para pagar dívidas de curto prazo. Com este contrato, a gestão PS da Câmara aceitou, pelo prazo de 20 anos, um conjunto de imposições – uma autêntica hipoteca! – sobre o Povo, as empresas e as instituições de Évora de que destacamos a obrigação de valores máximos nos impostos, taxas, tarifas e preços.’

Segundo a nota foi conseguido o ‘equilíbrio financeiro e económico do Município no final de 2018. E, agora, cumprindo um objectivo definido desde o início, a gestão CDU conseguiu liquidar o PAEL e livrar-se daquelas imposições.’

O PCP diz que ‘Há ainda que prosseguir o trabalho de recuperação do Município, nomeadamente, sair do ruinoso negócio da entrega da água e saneamento à empresa, agora chamada de “Águas do Vale do Tejo” e sair da situação de “desequilíbrio financeiro estrutural” declarada, em 2013, pelo Governo.‘

A nota do PCP enviada à TDS conclui afirmando que ‘a Câmara tem agora mais capacidade para fazer investimentos de que Évora precisa, melhorar as condições e qualidade de vida bem como para fortalecer a dinâmica e o desenvolvimento do concelho com benefícios para todos’, refere a concluir.

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