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Parque Urbano de Alcácer com consignação assinada. Zona ribeirinha nascente vai ter nova ‘cara’.

O prazo de execução da empreitada é de 792 dias (aproximadamente dois anos e dois meses), contados a partir da data de 8 de julho de 2019

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O Salão Nobre dos Paços do Concelho recebeu a assinatura do auto de consignação da empreitada referente à reconversão urbanística da zona ribeirinha nascente – Parque Urbano de Alcácer do Sal.

Presentes na assinatura do auto estiveram o presidente da Câmara Municipal de Alcácer do Sal, Vítor Proença, os vereadores Ana Soares e Nuno Pestana e o Engº. António Paulo, representante do empreiteiro adjudicatário da obra, a empresa António Saraiva & Filhos, Ldª.

Após a assinatura do auto, Vítor Proença salientou que a empreitada, que totaliza um valor de cerca de 3.5 milhões de euros, comparticipados em 85% por fundos comunitários, “é a de valor mais elevado na história do município de Alcácer do Sal, juntando-se a uma outra, atualmente em execução, no valor de 1 milhão de euros (obra do Interface de Transportes), o que totaliza um investimento na zona nascente da cidade num valor de cerca de 4.5 milhões de euros”.

O autarca sublinhou que “existe uma expetativa muito grande na população e nos visitantes do concelho de Alcácer do Sal na intervenção que vai ser feita na área da feira”, reiterando ainda que deposita “grande confiança na empresa à qual a obra está adjudicada”, afirmando que está convicto de que a obra “vai decorrer dentro dos prazos, dado que o cumprimento dos deveres financeiros por parte da Câmara Municipal de Alcácer está assegurado”.

Na prática, a assinatura do auto de consignação desta empreitada permite que, a partir do dia de hoje, os trabalhos possam ter início. Recorde-se que o prazo de execução da empreitada é de 792 dias (aproximadamente dois anos e dois meses), contados a partir da data de 8 de julho de 2019.

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Câmara de Évora assina contrato para implementação do “Laboratório Vivo para a Descarbonização”

O Laboratório Vivo traduz-se na adaptação de um espaço urbano com identidade local por forma a tornar-se num espaço de teste, demonstração e apropriação de soluções tecnológicas integradas em contexto real

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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É assinado amanhã, 20 de fevereiro, às 11h30, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, o contrato de consórcio do “Laboratório Vivo para a Descarbonização de Évora” (LVpDÉ), um projeto que tem como foco o centro histórico da cidade e que visa a implementação e demonstração de soluções tecnológicas inovadoras ligadas aos setores dos transportes e mobilidade, da promoção da eficiência energética e do espaço urbano eficiente.

O LVpDÉ conta com um valor máximo de financiamento de 500 mil euros para um investimento total superior a 1 milhão de euros e vai ser implementado em regime de consórcio por um conjunto alargado de parceiros, cabendo ao Município a sua gestão. O prazo previsto para fase de implementação será até final do primeiro semestre de 2021.

Este consórcio é constituído pelo GoWithFlow, Logistema, Universidade de Évora, Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central, DECSIS, ALTICE e Agência Desenvolvimento Regional Alentejo, sendo responsável pelas grandes áreas da “Mobilidade Sustentável”, “Espaço Coletivo Eficiente”, “Centro Integrado da Operação/Monitorização”, “Insfraestruturas e Conetividade”, “Zoom Operativo” e “Gestão de Meios”.

O Laboratório Vivo traduz-se na adaptação de um espaço urbano com identidade local por forma a tornar-se num espaço de teste, demonstração e apropriação de soluções tecnológicas integradas em contexto real, com foco nas questões da mobilidade. O projeto promove a descarbonização da vivência em cidades, através da integração de soluções nos domínios dos transportes e mobilidade, eficiência energética em edifícios, serviços ambientais inovadores e promoção da economia circular.

Recorde-se que em Fevereiro de 2018 Évora foi um dos 12 municípios que viram aprovadas as suas candidaturas ao Fundo Ambiental para a implementação dos projetos do Laboratório Vivo para a Descarbonização. Esta candidatura mereceu uma avaliação excelente no critério de Inovação e Excelência, tendo sido valorizada a sua incidência no Centro Histórico, Património Mundial da Humanidade, com forte identidade local, com potencial para integração de medidas em diferentes domínios, em diferentes espaços, e com a presença de centros de conhecimento, empresas, comércio e utilizadores.
Esta implementação de serviços ambientais inovadores, que poderá servir de modelo para outras cidades, é convergente com os princípios enunciados nos acordos de Paris e Pacto de Autarcas, centrado na redução da emissão dos gases poluentes para a atmosfera e descarbonização da vivência em cidades.

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