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Parque de Feiras de Grândola transformado em Centro de Acolhimento Covid-19

São 40 quartos isolados e 60 em espaço comum, com uma área total de 2000m2.

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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A autarquia adaptou na última semana este equipamento municipal com capacidade para albergar 100 pessoas (40 em quartos isolados e 60 em espaço comum), com uma área de 2000m2, estando preparado para funcionar como centro de acolhimento, podendo dentro das necessidades, evoluir para unidades temporárias de acolhimento militar, forças de segurança, corpo de bombeiros e em necessidades mais estremas passar para hospital de campanha.

Grândola tem a partir de hoje, um centro de acolhimento com 2000m2 nos pavilhões do Parque de Feiras, preparado para resposta polivalente ao COVID 19

O presidente da autarquia, Figueira Mendes, espera “que a situação no Concelho não se agrave” mas acrescenta que “temos que estar preparados e tomar as medidas necessárias para enfrentar essa possibilidade e combater a pandemia que se encontra atualmente na fase de mitigação”.

Neste sentido os pavilhões estão equipados para dar uma resposta polivalente, bastando para tal a existência de profissionais nas diversas áreas.

O espaço contempla casas de banho, incluindo duches, para ambos os sexos e para pessoas com mobilidade reduzida, farmácia, espaço para logística e refeições, zona de triagem, gabinetes médicos e de enfermagem, e outros espaços polivalentes para funcionamento do Hospital de Campanha.

O Presidente da Câmara refere ainda que “para além desta resposta do Município, estão também a ser preparados quatro Centros Comunitários para acolherem mais 64 pessoas”, que contam também com o contributo de agentes económicos do Concelho.

De referir que a autarquia tem à disposição dos profissionais de saúde, desde o passado dia 23 de março, habitações municipais totalmente equipadas e tem mantido contacto com os Alojamentos Turísticos do concelho no sentido de integrarem um plano de disponibilização de alojamentos a profissionais envolvidos no combate ao Covid-19.

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Comporta já tem pré-tratamento de esgotos.

O investimento total neste novo sistema cifra-se em quase 2,9 milhões de euros.

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Comporta já tem pré-tratamento de esgotos e nova ETAR permitirá reaproveitar águas

“Nova ETAR permite reaproveitar águas”

O presidente da Câmara Municipal de Alcácer do Sal, acompanhado pela vereadora Ana Soares, esteve ontem (22 de setembro 2020) de visita às instalações do novo Sistema de Tratamento de Águas Residuais – SAR da Comporta, obra que compreende uma Estação Elevatória – já concluída, e que iniciou ontem funções – de um Sistema Intercetor, de transporte de efluentes para a ETAR, e de uma Estação de Tratamento de Águas Residuais.

O investimento total neste novo sistema cifra-se em quase 2,9 milhões de euros, cofinanciados pela União Europeia através do Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso dos Recursos (POSEUR), e cujas empreitadas estão adjudicadas à Ambiágua – Gestão de Equipamentos de Água, S.A. (Sistema Intercetor) e ao consórcio Domingos da Silva Teixeira, S.A/DTE, Instalações Especiais, S.A. (ETAR). Prevê-se que o SAR da Comporta esteja totalmente concluído no primeiro semestre de 2021.

Após a confirmação da previsão do fim dos trabalhos na primeira metade de 2021, o presidente da Câmara Municipal de Alcácer, Vítor Proença, afirmou que a construção do SAR da Comporta “é um motivo de grande satisfação para todo o Município de Alcácer, sendo também a concretização de um compromisso do Executivo Municipal e do próprio presidente da Câmara”.

Acrescentou depois que “toda a população da Comporta deve estar satisfeita com este novo passo”, sublinhando que naquele mesmo dia se deu “um passo muito grande na defesa do ambiente, com a entrada em funcionamento do sistema de pré-tratamento dos esgotos da Comporta”.

As novas instalações estão dimensionadas para tratar as águas residuais de uma população de cerca de 2.500 habitantes-equivalentes em época alta, podendo aumentar para mais de 5.000 habitantes.

Quando a ETAR estiver concluída, as águas residuais, depois do seu tratamento, vão ser reutilizadas em sistemas de rega na floresta da zona, facto pioneiro no Alentejo.

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