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Gastronomia

“Pão Solidário” para quem tem que trabalhar nesta altura.

Veja o trabalho de quem não quer que o pão quente acabe em Grândola

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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Fornadas quentinhas as 12h e ás 19h.

Trabalham por gosto mas essencialmente para ajudar quem nesta altura tem que trabalhar.

Bombeiros e GNR mas não só. São muitos os que já provaram pão quente em tempo de restrições entre eles muitos idosos.

São de Grândola, dois homens e uma mulher. Todos os dias, duas vezes ao dia metem as mãos na massa.

Fazem a distribuição em conjunto com a Junta de Freguesia local mas muitos vão ao local de fabrico comprar.

Um euro por pão para ajudar na compra de mais farinha…para mais pão.

Na sua publicação no Facebook afirmam:

“Queremos muito servir a todos, mas nos últimos dias temos trabalhado 19h diárias sem pausas e se assim continuarmos, não conseguiremos cumprir o objectivo da nossa causa que é levar pão a todas as mesas que tenham necessidades..  Toda a vila de Grândola e localidades adjacentes nos têm apoiado e adquirido o nosso pão, e se vamos ajudar os que mais precisam, em parte o mérito é vosso, que nos ajudaram e ajudam”, referem.

Não estão na linha da frente mas também são heróis em tempo de Pandemia.

Gastronomia

Estudo avalia os efeitos benéficos da dieta Mediterrânica na redução da obesidade juvenil

Consórcio vai iniciar estudo clínico com a participação de 240 adolescentes obesos, com idades compreendidas entre os 13 e 16 anos, de Portugal, Espanha e Itália.

Rádio e Televisão do Sul | TDS

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Uma equipa de investigadores da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (FMUC), liderada por Maria Filomena Botelho, integra o consórcio internacional MED4Youth, que está a avaliar o impacto de uma dieta mediterrânica com restrição de energia e enriquecida com frutos secos, grão-de-bico, romã e pão de fermento na redução de peso e dos fatores associados à obesidade juvenil.

“Consórcio vai iniciar estudo clínico com a participação de 240 adolescentes obesos, com idades compreendidas entre os 13 e 16 anos, de Portugal, Espanha e Itália.”

O principal objetivo deste estudo clínico, com a duração de quatro meses, é «demonstrar que uma dieta mediterrânica com restrição de energia e enriquecida com produtos típicos do Mediterrâneo, como a romã, o grão-de-bico, os frutos secos e o pão de fermento, é mais eficaz na redução de peso e dos fatores de risco cardiovasculares associados à obesidade juvenil comparativamente com uma dieta convencional com pouca gordura e restrição de energia», explica Maria Filomena Botelho.

A investigação vai utilizar tecnologias “ómicas”, tecnologias que permitem obter uma “radiografia” global dos processos biológicos, para analisar se os efeitos para a saúde da intervenção clínica são associados a mudanças favoráveis em populações bacterianas e metabolitos intestinais.

De salientar ainda que a obesidade está associada a maiores taxas de diabetes, hipercolesterolemia, doença do fígado gordo não-alcoólica e pressão sanguínea elevada, fatores de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares na vida adulta.

O consórcio do projeto MED4Youth é coordenado pelo centro de tecnologia Eurecat (Espanha) e, além da Universidade de Coimbra, envolve também a Universidade de Parma (Itália), Shikma Field Crops (Israel), o Scientific Food Center (Jordânia) e a NOVAPAN (Espanha).

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