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Economia

Palmela garante 5 postos de carregamento para veículos elétricos

Sediada no Barreiro, a Azimuthbenefit atua no domínio da produção  de energia  a partir de fontes renováveis e obteve, recentemente, a aprovação da Declaração de Reconhecimento de Interesse Económico e Social, por parte da autarquia, para construção de uma Central Fotovoltaica em Pinhal das Formas.

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A Câmara Municipal de Palmela e a empresa Azimuthbenefit celebraram, no dia 5 de junho, Dia Mundial do Ambiente, na Biblioteca Municipal de Palmela, um Protocolo de Colaboração que visa a cedência gratuita e instalação de 5 postos de carregamento para automóveis elétricos no concelho de Palmela.

Na cerimónia, o Presidente da Câmara Municipal de Palmela, Álvaro Balseiro Amaro, agradeceu aos «investidores com visão», sublinhou a responsabilidade social da empresa, que permitirá alargar a rede de postos de carregamento a todas as freguesias do concelho, e afirmou que Palmela tem condições para ser «um concelho de energia verde», com o conjunto de investimentos realizado nesta área, que permitiu reduzir as emissões de gases com efeitos de estufa em 26%.

Na sua intervenção, os representantes da empresa presentes na cerimónia, Rogério Ponte e Andreas Schunhoff, referiram a questão incontornável das alterações climáticas, a liderança nacional do Município na produção automóvel  e as ações desenvolvidas pela autarquia, «no que está ao seu alcance, para a qualidade ambiental». Referiram, ainda, os benefícios do sistema fotovoltaico, «com custos mais reduzidos do que as outras fontes», que permitirão, no caso da Central a instalar no concelho, com cerca de 100 mil painéis, abranger 50 mil lares.

A autarquia reconhece tratar-se de uma iniciativa económica de extrema relevância, quer ao nível da eficiência energética, quer ao nível ambiental. Além do benefício imediato para a comunidade que utiliza ou venha a utilizar viaturas elétricas, esta oferta vem ao encontro dos objetivos  do Plano de Ação para a Energia Sustentável de Palmela (PAESP) e do Plano Nacional de Energia e Clima (PNEC 2030).

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Central fotovoltaica de Évora sem apoios do estado

Tem uma área de 55 hectares e uma capacidade total instalada de 28,8 megawatts

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A instalação de energia solar de Vale de Moura é das primeiras centrais fotovoltaicas na Península Ibérica a ser explorada sem ajudas públicas.

A central fotovoltaica de Vale de Moura, no concelho de Évora – uma das primeiras em toda a Península Ibérica a ser explorada sem qualquer tipo de subsídios públicos – entrou em funcionamento no passado dia 14 de Junho, anunciou o grupo energético Axpo.

Sobre a central solar fotovoltaica de Vale de Moura – Évora

  • A central tem uma capacidade total instalada de 28,8 megawatts e vai produzir anualmente mais de 52 gigawatts-hora, o equivalente ao consumo médio anual de 10 mil habitações.
  • A venda da energia produzida pela central será feita em regime de mercado, graças a um contrato pioneiro de compra de energia (PPA) a 10 anos, com a Axpo, que garante a comercialização de energia até 2029.
  • O projeto, desenvolvido e promovido pelo grupo Hyperion Renewables, conta com o fundo de investimento Mirova como acionista maioritário e permitirá evitar a emissão de mais de 110.000 toneladas de CO2 por ano.

Com uma área de 55 hectares e uma capacidade total instalada de 28,8 mw vai produzir mais de 52 gigawatts-hora de energia limpa por ano – o equivalente ao consumo médio anual de quase 10.000 habitações.

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